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Feriado de Proclamação da República terá chuva em SP – 14/11/2024 – Cotidiano

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Claudinei Queiroz

A frente fria que passa pela região central do Brasil deixará o feriado de Proclamação da República nublado e com previsão de temporais na sexta-feira (15) e no sábado (16) na região metropolitana de São Paulo.

Segundo os modelos de previsão do tempo do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas) da Prefeitura de São Paulo, o aumento da chuva é em decorrência do fluxo de umidade do Centro-Norte do país em direção ao Sudeste, gerando áreas de instabilidade. Por isso, há risco de fortes temporais para a capital paulista e cidades vizinhas da Grande São Paulo nesses dois dias.

Esta quinta-feira (14) ainda não tem previsão de temporais, diz o CGE, mas deve apresentar céu com muitas nuvens e chuviscos isolados na madrugada e no fim da noite, em função dos ventos úmidos que sopram do mar. A sensação será de frio, com os termômetros registrando mínima de 15°C e máxima de apenas 20°C.

Na sexta, porém, a previsão é de chuva na forma de pancadas isoladas de moderada a forte intensidade a partir da tarde, o que eleva o risco para a formação de alagamentos e transbordamentos de rios e córregos da região. O órgão municipal prevê que o dia deve começar com céu nublado, termômetros na marca dos 17°C no decorrer da madrugada, com máxima prevista de 23°C e taxas mínimas de umidade do ar ao redor dos 70%.

O tempo chuvoso na sexta pode atrapalhar o deslocamento dos 64.851 candidatos que disputarão o vestibular da Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho) em 35 cidades brasileiras, sendo 31 no estado de São Paulo, das 14h às 19h. Por isso, os estudantes precisam sair com antecedência para não perderem o horário.

Essa chuva mais forte deve continuar até a manhã de sábado, que também deverá ter o céu com muitas nuvens e o aparecimento do sol, mas com possibilidade de chuva isolada e passageira. A temperatura nesse dia deve variar entre 19°C e 23°C.

No domingo (17) o tempo deve ficar mais aberto, com o sol aparecendo mais e elevando a temperatura até a casa dos 26°C, enquanto a mínima fica nos 19°C. No entanto, devido à umidade na região Sudeste, pode chover rapidamente entre a tarde e a noite, mas em menor volume.

A previsão do Climatempo indica que o tempo no litoral paulista deve ser ainda mais chuvoso neste feriado do que a capital. Os dados indicam que tanto quinta quanto sexta devem ter chuva durante todo o dia, em maior volume no dia do feriado, principalmente, à noite.

No sábado, o sol deve aparecer durante a tarde, mas a chuva deve continuar em pancadas isoladas de moderada a forte intensidade. Já o domingo deve ficar com o tempo mais aberto, mas também com chance de chuva passageira. A temperatura nesses dias deve variar entre mínima de 18°C e máxima de 23°C na quinta e na sexta, de 25°C no sábado e de 26°C no domingo.

Já no interior de São Paulo, os municípios da região norte do estado devem ter maior volume de chuva nesses dias, principalmente, entre sexta e sábado. Já nas cidades do centro e oeste devem ter chuva mais fraca. Em todos os lugares, o calor estará presente.

Em Ribeirão Preto e Presidente Prudente, por exemplo, os termômetros devem variar entre 19°C e 29°C. Em Campinas, entre 16°C e 27°C. E em Bauru, de 17°C e 28°C.



Leia Mais: Folha

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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