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Game Recap: Undermanned Suns blown-out by the Kings 127-104
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The Phoenix Suns, missing key players (Kevin Durant, Bradley Beal, and Grayson Allen), couldn’t withstand the firepower of the Sacramento Kings in a lopsided defeat 127-104. Despite flashes of hope—like a strong start from rookie Ryan Dunn and a brief third-quarter surge—the Suns fell apart as De’Aaron Fox and Kevin Huerter led the charge.
Fox was unstoppable, orchestrating a relentless Kings offense that outscored the Suns 32-24 in the third quarter and extended their lead to 16 points midway through the fourth. While the Suns fought hard early, they faltered late, shooting just 4-for-11 to start the final quarter and missing 14 of 17 shots during a crucial stretch in the third quarter.
The game ended on a disappointing note, with the Suns showing little resistance as the Kings coasted to a commanding victory. .
Game Flow
First Half
Down 15-4 in a blink of an eye, the Suns found themselves in quite the hole to start the game, but made the effort to keep the game close in the first quarter.
Rookie Ryan Dunn sparked the Suns early with eight points, including two made threes, to keep the team within single digits of the Kings by the end of the first quarter. While Booker wasn’t contributing much to the scoring, he made up for it with great defense, highlighted by a steal and an easy two, helping the Suns close the gap on the Kings.
Coming off the bench, Josh Okogie played a pivotal role in chasing the Kings. He showcased his skills by stealing the ball and knocking down a three-pointer. Okogie finished the first quarter with nine points and two steals, helping the Suns stay competitive and trail the Kings by just 35-29 at the end of the first quarter.
The six turnovers killed the Suns early, but they were able to bounce back, heading into the second quarter with a little bit of confidence.
Without Bradley Beal, Monte Morris stepped up at the start of the second quarter, continuing the scoring momentum Beal established in the previous game. Morris put up seven points in his first four minutes on the floor. However, on the defensive end, De’Aaron Fox was unstoppable, extending the Kings’ lead to 11 points with 8:44 remaining in the first half. He started the game 6-7 from the field.
The Suns didn’t struggle to create quality possessions in the second quarter—they had good looks. The issue was their inability to capitalize on free throws and get defensive stops. Meanwhile, the Kings remained scorching hot from the field. The Suns missed three free throws in the quarter and allowed the Kings to shoot an impressive 60% from the field, keeping the pressure on heading into halftime.
The game was closer with a 10-0 run from the Suns to cut the game to a 61-56, and a big reason for the surge was behind Okogie’s 16 points. Working well within the offense and really staying active with and without the ball.
Second Half
Just like that, the Suns were within two points with nine minutes left in the third quarter, thanks to a reverse layup from Dunn and a three-pointer by Royce O’Neal. A game that seemed out of reach in the second quarter had quickly shifted back into the Suns’ hands.
The Kings entered the second half shorthanded, just like the Suns, as DeMar DeRozan was unable to return to the lineup. It was now up to De’Aaron Fox to go head-to-head with Devin Booker and lead his team to victory without a key piece of their offense.
The Kings’ lead began to grow—and grow—and grow. They outscored the Suns 32-24 in the third quarter, fueled by De’Aaron Fox and Kevin Huerter, who combined for 21 points. The Suns struggled offensively, missing 14 of their next 17 shots, and what had been a manageable game turned into a daunting 93-80 deficit heading into the fourth quarter.
At the seven-minute mark of the fourth quarter, the Kings extended their lead to 106-90, led once again by De’Aaron Fox, who contributed a quick five points and two assists to keep the offense flowing. Despite their best efforts, the Suns struggled to keep up, shooting just 4-for-11 from the field to start the quarter.
The remainder of the game felt like a mere formality, as the Suns seemed eager for the final whistle. With little effort or urgency to mount a comeback, the game slipped away without a serious attempt to make it competitive.
The only great takeaway from the second half was a look at Suns TyTy Washington who had some minutes on the court.
The Suns emptied the bench at the five-minute mark in the fourth and called it a game.
The final score: Kings 127, Suns 104
Up next, the Suns play their second game in the NBA Cup against the Thunder in Oklahoma City.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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