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Sonic The Hedgehog 3 Writers Address Whether There Was A Game Plan If Jim Carrey Didn’t Return As Robotnik

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The article contains major spoilers for Sonic the Hedgehog 3 ending.The Sonic the Hedgehog 3 writers address whether a backup plan was in place if Jim Carrey did not return as Robotnik. The third installment revealed that the franchise antagonist survived and went under the radar until the titular protagonist sought his help to find Shadow. Robotnik’s return also came as a surprise given that Carrey considered retirement in 2022, leaving his involvement questionable. The star eventually did return to double duty as Robotnik and his grandfather, Gerard Robotnik. The Sonic the Hedgehog 3 cast also features Idris Elba, Ben Schwartz, Keanu Reeves, James Marsden, Tika Sumpter, and Krysten Ritter.

In an exclusive interview with ScreenRant, writers Josh Miller and Pat Casey spoke about their plans if Carrey didn’t return for the sequel. According to Miller, Paramount sent a message early on that they were confident that Carrey would come back for the third movie. This made the team mindful of a script that was good enough to get the actor to return, which had to be very distinct from what he had done before. Check out their full quotes below:

Miller: No, I mean, that’s above our pay grade. We don’t entirely know what the producers or Paramount did or didn’t know, but it was presented to us early on that they felt confident they could woo Jim back.

Casey: But with the caveat of like, as long as we make this attractive for him. So definitely, we wanted to come up with something really good that’s not a repeat, because Jim doesn’t want to repeat himself. We had to give him something fresh to play, and giving him two characters, and also really sending Ivo on this emotional journey with a little bit of a redemption arc, teaming Ivo up with Sonic. We wanted to make it so attractive to Jim that when he saw it, there was no way he could say no.

Miller: Which I think is really the coolest thing about Jim is that I feel like, if you look at other franchises, it usually seems like the star gets kind of lazier. You get to the point where, like, “Technically, I’m only in 10 minutes of this movie, but you can string it around so it still feels like I’m an important character.” I feel like Jim just keeps wanting to get challenged. The fact that three movies in now, he had makeup on as both characters, he had to do so much more than he did in the first two films.

Casey: God bless him.

What This Means For Sonic The Hedgehog 3

Jim Carrey Could Have Been Left Out Of The Third Movie

Sonic the Hedgehog 2‘s ending gave Carrey an easy out not to return for another installment. The second movie saw the azure hedgehog face off against Robotnik’s Giant Eggman Robot. When the machine collapses, Robotnik seemingly falls to his death alongside his creation. This would have given Carrey an easy way to bow out of the threequel if he was not interested in the script. This likely added pressure on Casey and Miller to make a really appealing script. Luckily, the writers’ hard work paid off, and Robotnik did return.

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Gerald Robotnik’s Plan In Sonic The Hedgehog 3 Explained

Throughout Sonic the Hedgehog 3, Gerald Robotnik serves as the true villain of the story. This is his evil plan depicted in the movie explained.

Not only did Carrey reprise his role as Dr. Ivo Robotnik in the threequel, but he also stepped in to play his grandfather, Gerald. As Miller noted, “he had to do so much more than he did in the first two films,” dealing with costume and makeup changes and altering his personality and voice. This is a great testament to Carrey as an actor, and how good he is at these highly caricatured films. This idea and performance paid off, with many Sonic the Hedgehog 3 reviews raving about his double role, especially showing the distinction between the characters, including Gerald’s hunger for revenge.

Our Take On Sonic the Hedgehog 3’s Robotnik Return

Robotnik Appears To Have Died Again — But Could He Come Back?

Jim Carrey as Ivo and Gerald Robotnik walking side by side in Sonic the Hedgehog 3

As the franchise continues with the confirmed Sonic the Hedgehog 4, it will be interesting to see whether the writers can repeat their Sonic 3 tactic. The Sonic the Hedgehog 3 ending seemed to show the death of Dr. Robotnik, which was even more direct than the second movie. Casey and Miller have already hinted that he could return for the next movie, so it will be interesting to see whether they write a script that will get Carrey to come back once more after Sonic the Hedgehog 3.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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