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Fernanda Torres e Fernanda Montenegro são as únicas brasileiras indicadas ao Oscar; Brasil em festa

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Indicadas, mãe e filha fazem história. As atrizes Fernanda Montenegro e Fernanda Torres são as únicas brasileiras nomeadas ao Oscar em quase 100 anos da premiação. Daqui para frente, no Brasil, o cinema pode ser chamado de “Fernanda” como reconhecimento de tanto talento em um nome só e numa mesma família.

Lendárias, as Fernandas não param de se destacar na premiação internacional. Antes delas, só houve um outro caso de mãe e filha indicadas. A primeira vez foi com Judy Garland, por “Nasce Uma Estrela” em 1955, e a filha Liza Minnelli, por Cabaret em 1973.

Fernanda Torres concorre ao Oscar de Melhor Atriz em 2025 com “Ainda Estou Aqui”, enquanto sua mãe foi indicada na mesma categoria há 26 anos, com o filme “Central do Brasil”. Ambos dirigidos por Walter Salles. A premiação ocorrerá em pleno Carnaval, no dia 2 de março. Feriado nacional…

Coração de mãe

Fernanda Montenegro escreveu nas redes sociais seu orgulho de ver a filha indicada para o Oscar e a satisfação de o filme ter recebido duas nomeações.

Em nome dela e do marido Fernando Torres, ator que morreu em 2008 de enfisema pulmonar, a atriz agradeceu o carinho e o apoio de todos. “Meu coração de mãe está em estado de graça”, ressaltou.

Emocionadíssima, Fernanda Torres gravou um vídeo em que agradeceu ao diretor Walter Salles, à equipe do filme e a todos que torcem por ela. “Nem sei o que dizer”, confessou.

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Artistas em campanha 

As três indicações de “Ainda Estou Aqui” para o Oscar: Melhor Atriz; Melhor Filme Internacional e Melhor entre os 10 Filmes foram comemoradas com muita festa no país. Os artistas fazem campanha pela estatueta, no dia 2 de março.

O ator Marco Nanini fez uma camiseta estampando a campanha pelo troféu para Fernanda Torres e o filme.

“Essas indicações são o reconhecimento dos talentos Fernanda Torres, Walter Salles, Selton Mello, Marcelo Rubens Paiva e todos os profissionais que se juntaram para contar a história recente do país através da determinada e corajosa Eunice Paiva.”

Nas redes sociais, Selton Mello, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Marcos Mion, Dira Paes, Lilia Cabral, Drica Moraes, Louise Cardoso, Fabio Porchat, entre tantos outros celebraram e ressaltaram a importância do reconhecimento internacional à produção brasileira.

Roteiro histórico  

O longa “Ainda Estou Aqui” é passado no Brasil de 1971, e mostra um país em plena ditadura. Uma família estruturada vê seu mundo cair quando o pai Rubens Paiva é sequestrado pelos militares e desaparece. A luta começa.

A mãe Eunice Paiva (Fernanda Torres) assume as rédeas da família e de pacata dona de casa se transforma em uma advogada aguerrida e batalha por justiça.

Em 1996, finalmente, Eunice Paiva consegue o atestado de óbito de Rubens Paiva. O corpo dele jamais foi encontrado. O roteiro é baseado nas memórias de Marcelo Rubens Paiva sobre sua mãe, Eunice e os cinco filhos.

O ator e diretor Marco Nanini mandou fazer uma camiseta para a campanha: Oscar para o “Ainda Estou Aqui” e Fernanda Torres. Foto: @marconanini

O ator e diretor Marco Nanini mandou fazer uma camiseta para a campanha: Oscar para o “Ainda Estou Aqui” e Fernanda Torres. Foto: @marconanini

O Brasil agradece à família Montenegro Torres por suas Fernandas. Foto: @fernandamontenegrooficial

O Brasil agradece à família Montenegro Torres por suas Fernandas. Foto: @fernandamontenegrooficial

Orgulhosa, a mãe e atriz Fernanda Montenegro agradece e parabeniza a filha Fernanda Torres em postagem nas redes sociais. Foto: @FernandaMontenegro

Orgulhosa, a mãe e atriz Fernanda Montenegro agradece e parabeniza a filha Fernanda Torres em postagem nas redes sociais. Foto: @FernandaMontenegro

Orgulhosa, a mãe e atriz Fernanda Montenegro agradece e parabeniza a filha Fernanda Torres em postagem nas redes sociais. Foto: @FernandaMontenegro

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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