ACRE
FIFA enfrenta reclamação sobre riscos à saúde dos jogadores de futebol em meio a calendário lotado | Notícias de futebol
PUBLICADO
2 anos atrásem
O consórcio de ligas de futebol europeias e o órgão representativo dos jogadores de futebol europeus, FIFPRO Europe, apresentará uma queixa conjunta sobre o calendário internacional de jogos da FIFA e os riscos para a saúde dos jogadores aos reguladores antitruste da União Europeia na segunda-feira.
As Ligas Europeias e a FIFPRO Europa anunciaram a sua decisão de apresentar a queixa na quinta-feira, duas semanas depois de o tribunal superior da Europa ter decidido que as regras de transferência de jogadores do órgão regulador do futebol mundial violam as leis da UE, após uma contestação do ex-jogador francês Lassana Diarra.
A queixa também sublinhou uma tendência crescente por parte de atletas e organizações desportivas descontentes de recorrer às autoridades antitrust da UE para ajudar a garantir condições de concorrência equitativas e reduzir o poder dos órgãos governamentais.
As queixas das Ligas Europeias e da FIFPRO centram-se no calendário internacional de jogos – que, segundo eles, se tornou insustentável para as ligas nacionais e um risco para a saúde dos jogadores, argumentando que a FIFA estava a abusar do seu poder de mercado.
A FIFA, por sua vez, disse que o calendário atual foi aprovado por unanimidade pelo seu conselho após uma consulta abrangente, que incluiu a FIFPRO e órgãos da liga.
A Comissão Europeia, que atua como responsável pela aplicação da concorrência no bloco de 27 países, pode ordenar às empresas que parem com as práticas anticoncorrenciais e também multá-las.
#FIFPROO último relatório da carga de trabalho do FC Porto revela o impacto preocupante da expansão das competições nos jogadores de futebol masculino.
⚠️ 54% dos jogadores enfrentam cargas de trabalho pesadas
📅 31% jogaram mais de 55 jogos na última temporada
🛌 <1 dia inteiro de folga por semana para alguns
🚨 Mais de 80 jogos projetados até 2025-FIFPRO (@FIFPRO) 5 de setembro de 2024
Um relatório da FIFPRO publicado em Setembro alertou que o calendário futebolístico cada vez mais sobrecarregado colocava em risco a saúde dos jogadores e deixava alguns com apenas 12 por cento do ano para descansar, o que equivale a menos de um dia de folga por semana.
A FIFPRO disse que a falta de descanso contraria os padrões internacionais de saúde e segurança e é resultado do fato de os organizadores da competição não priorizarem o bem-estar dos jogadores.
Um relatório para a temporada 2023-24 disse que 54 por cento dos 1.500 jogadores monitorados enfrentaram altas demandas de carga de trabalho, com muitos excedendo as recomendações médicas.
Quase um terço (31 por cento) esteve em equipas da jornada durante mais de 55 jogos e 17 por cento disputou mais de 55 jogos. Cerca de 30% participaram de pelo menos seis semanas consecutivas de dois ou mais jogos por semana.
Todas as três competições europeias de clubes foram ampliadas para 36 equipes nesta temporada e os sindicatos membros europeus da FIFPRO iniciaram ações legais contra a FIFA por causa da ampliação da Copa do Mundo de Clubes masculina com 32 equipes, que começa em junho de 2025 nos Estados Unidos.
Os jogos internacionais, com clube ou seleção, representam 30 por cento dos jogos de jogadores com cargas de trabalho excessivas. Os jogadores gastaram até 18% do seu tempo de trabalho anual em acampamentos de seleções nacionais ou em atividades de mídia e parcerias na última temporada.
“A distância entre aqueles que planejam e programam competições internacionais complexas e aqueles que as jogam e vivenciam nunca foi tão grande”, disse Alexander Bielefeld, diretor de política global e relações estratégicas da FIFPRO, em um comunicado.
O relatório também previu que jogadores como Federico Valverde, Nicolo Barella e Phil Foden jogarão até 80 partidas nas próximas temporadas devido à expansão das competições.
Outro relatório, do Centro Internacional de Estudos Esportivos (CIES), disse que não há evidências claras de um aumento na carga de trabalho dos jogadores de elite desde a década de 2000.
O centro de investigação independente na Suíça, fundado em 1995 numa joint venture que inclui a FIFA, informou que as ligas nacionais representaram 82,2 por cento de todos os jogos disputados por jogadores de 40 ligas pesquisadas entre as épocas 2012-13 e 2023-24.
O relatório disse que o número médio de jogos por clube e temporada ficou estável em pouco mais de 40 entre 2012 e 2024 e cerca de 5 por cento dos clubes jogam 60 ou mais jogos por temporada (excluindo amistosos).
Na temporada 2023-2024, a Inglaterra registou o maior número de jogos consecutivos nacionais (87) entre as principais ligas europeias, com os clubes da Premier League a registarem uma média de tempo de recuperação mais curto entre os jogos, de 67,3 horas. Além disso, os clubes ingleses também lideraram a lista dos amistosos mais “não europeus” disputados.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, disse que o órgão dirigente organiza uma pequena fração dos jogos, mas as suas contribuições financeiras apoiam o desenvolvimento do futebol em todo o mundo e beneficiam o desporto à escala global.
“Todos os outros jogos, 98 a 99 por cento, são organizados por outras organizações, por diferentes ligas, associações e confederações”, disse Infantino durante o seu discurso no Congresso da FIFA em Banguecoque, em Maio.
“Com este 1 ou 2 por cento dos jogos que a FIFA organiza, a FIFA está a financiar o futebol em todo o mundo. A receita que geramos não vai apenas para alguns clubes de um país. As receitas que geramos vão para 211 países. Nenhuma outra organização faz isso.”
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR

Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
ACRE
Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
10 horas atrásem
16 de outubro de 2026Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.
As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.
Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva.
- Foto: Beatriz Guedes
A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.
A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares.

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Demanda da comunidade
A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.
A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.
“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.
Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets.

- Foto: Beatriz Guedes
A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.
Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.
Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.
“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.
Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.
Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.
“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.
Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.
A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.
Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.

- Foto: Beatriz Guedes
Troca de experiências
Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.
“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.
A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.
Tecendo Teias de Aprendizagem
A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.
Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.
Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.
“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.
A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

- Foto: Beatriz Guedes
Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura.

Relacionado
ACRE
Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
13 horas atrásem
16 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
Relacionado
ACRE
Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE3 dias agoUfac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
ACRE2 dias agoUfac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
ACRE13 horas agoUfac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
ACRE10 horas agoEstudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre



Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login