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Figura de ampulheta ideal para dominar a arte do bambolê, revela estudo | Ciência

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Hannah Devlin Science correspondent

Quadris de cobra, boa força central e vontade de parecer um pouco ridículo são úteis para aqueles que desejam dominar a arte do bambolê. Agora os cientistas concluíram que uma figura de ampulheta também pode ser vantajosa.

O estudo, envolvendo figuras robóticas giratórias de várias dimensões, sugere que uma cintura estreita e quadris largos são ideais para manter um arco girando em uma posição estável. Mas aqueles com físicos menos curvilíneos podem compensar fazendo movimentos maiores do quadril em um ritmo mais rápido, concluiu a análise.

“Você precisa lançar o arco com rapidez suficiente como sua condição inicial. Você também precisa de curvatura suficiente do corpo. Você também precisa de um corpo suficientemente inclinado”, disse Olivia Pomerenk, doutoranda na Universidade de Nova York e coautora da análise.

O artigo é o culminar de cerca de cinco anos de investigação levada a cabo por matemáticos aplicados da Universidade de Nova Iorque, que começaram a investigar porque “existe uma questão fundamental sobre como é que o arco realmente se mantém levantado”.

“Parece que seu corpo está apenas empurrando o arco para fora, você não consegue entender imediatamente o que o está segurando”, disse Pomerenk, que se juntou ao projeto mais recentemente. “É um sistema aparentemente simples, mas na verdade envolve matemática bastante complexa.”

Para resolver este mistério, os investigadores imprimiram em 3D uma série de formas plásticas: cilindros, cones e figuras semelhantes a ampulhetas (hiperbolóides) com inclinações e curvaturas variadas. “Um cilindro não tem inclinação nem curvatura. Um cone tem inclinação, mas não tem curvatura – é angular, mas é uma linha plana”, disse Pomerenk. Uma ampulheta tem inclinação e curvatura.

As formas foram revestidas de borracha, montadas em postes giratórios e gravadas com câmeras de alta velocidade enquanto aros giravam em torno delas.

Os experimentos sugerem que três condições cruciais precisam ser atendidas para que um giro confiável do aro seja mantido. Primeiro, o arco precisa ser lançado com bastante vigor.

“A primeira frustração enfrentada pelos novatos é como lançar o arco para iniciar a rotação, e nossos experimentos envolvem, de forma semelhante, falsas partidas nas quais o arco perde contato com o corpo se a velocidade de lançamento for baixa”, diz o jornal.

A melhor estratégia de lançamento envolve começar com o arco e o centro do corpo deslocados para o mesmo lado, sugere o artigo.

A análise, publicada no Anais da Academia Nacional de Ciênciasdescobriram que abaixo de uma relação cintura/quadril crítica e quando a cintura era muito angular, em vez de seguir uma curva suave, era impossível atingir um giro estável.

Na vida real, o bambolê deveria ser possível para a maioria das pessoas, disse Pomerenk, porque em geral “não há humanos sem inclinação ou curvatura”. Aqueles com formas corporais menos ideais podem precisar girar com mais vigor para manter o arco girando. Outra opção é usar um bastidor com circunferência maior, sugere o artigo. O peso do aro pareceu ser menos importante na determinação da sua dinâmica.

Segundo os autores, as descobertas podem ter aplicações úteis em como coletar energia de objetos vibrantes ou manipular objetos usando forças rotacionais em vez de agarrá-los.



Leia Mais: The Guardian

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Atlética do Curso de Engenharia Civil — Universidade Federal do Acre

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NOME DA ATLÉTICA

A. A. A. DE ENGENHARIA CIVIL – DEVASTADORA
Data de fundação: 04 de novembro de 2014

MEMBROS  DA GESTÃO ATUAL

Anderson Campos Lins
Presidente

Beatriz Rocha Evangelista
Vice-Presidente

Kamila Luany Araújo Caldera
Secretária

Nicolas Maia Assad Félix
Vice-Secretário

Déborah Chaves
Tesoureira

Jayane Vitória Furtado da Silva
Vice-Tesoureira

Mateus Souza dos Santos
Diretor de Patrimônio

Kawane Ferreira de Menezes
Vice-Diretora de Patrimônio

Ney Max Gomes Dantas
Diretor de Marketing

Ana Clésia Almeida Borges
Diretora de Marketing

Layana da Silva Dantas
Vice-Diretora de Marketing

Lucas Assis de Souza
Vice-Diretor de Marketing

Sara Emily Mesquita de Oliveira
Diretora de Esportes

Davi Silva Abejdid
Vice-Diretor de Esportes

Dâmares Peres Carneiro
Estagiária da Diretoria de Esportes

Marco Antonio dos Santos Silva
Diretor de Eventos

Cauã Pontes Mendonça
Vice-Diretor de Eventos

Kaemily de Freitas Ferreira
Diretora de Cheerleaders

Cristiele Rafaella Moura Figueiredo
Vice-Diretora Chreerleaders

Bruno Hadad Melo Dinelly
Diretor de Bateria

Maria Clara Mendonça Staff
Vice-Diretora de Bateria

CONTATO

Instagram: @devastadoraufac / @cheers.devasta
Twitter: @DevastadoraUfac
E-mail: devastaufac@gmail.com

 



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Empresa Júnior — Universidade Federal do Acre

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SOBRE A EMPRESA

Nome: Engenhare Júnior
Data de fundação: 08 de abril de 2022
Fundadores: Jefferson Morais de Oliveira, Gerline Lima do Nascimento e Lucas Gomes Ferreira

MEMBROS DA GESTÃO ATUAL

Nicole Costeira de Goés Lima
Diretora-Presidente

Déborah Chaves
Vice-Presidente

Carlos Emanoel Alcides do Nascimento
Diretor Administrativo-Financeiro

CONTATO

Telefone: (68) 9 9205-2270
E-mail: engenharejr@gmail.com
Instagram: @engenharejr
Endereço: Universidade Federal do Acre, Bloco Omar Sabino de Paula (Bloco do Curso de Engenharia Civil) – térreo, localizado na Rodovia BR 364, km 4 – Distrito Industrial – CEP: 69.920-900 – Rio Branco – Acre.



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Ufac lança projeto voltado à educação na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto voltado à educação na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac lançou o projeto de extensão “Tecendo Teias de Aprendizagem: Cazumbá-Iracema”, em solenidade realizada nesta sexta-feira, 6, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. A ação é desenvolvida em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Associação dos Seringueiros da Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema.

Viabilizado por meio de emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), o projeto tem como foco promover uma educação contextualizada e inclusiva, com ações voltadas para docentes e estudantes da reserva, como formação em metodologias inovadoras, implantação de hortas escolares, práticas agroecológicas sustentáveis e produção de um documentário com registros da memória cultural da comunidade.

A reitora Guida Aquino destacou a importância da iniciativa. “É um momento ímpar da universidade, que cumpre de fato seu papel social. O projeto nasce a partir da escuta da comunidade, com apoio fundamental do senador Petecão, que tem investido fortemente na educação.” Ela também agradeceu o apoio financeiro para funcionamento da instituição. “Se não fossem as emendas, não teríamos fechado o ano passado com energia, segurança e limpeza garantidas.”

Petecão frisou que o investimento em educação é o melhor caminho para transformar a realidade da juventude e manter as comunidades nas reservas. “Não tem sentido incentivar as pessoas a deixarem a floresta. O mundo todo quer conhecer a Amazônia e o nosso povo quer sair de lá. Está errado. A reserva Cazumbá-Iracema é um exemplo de paz e organização, e esse projeto pode virar referência nacional.”

Ele reafirmou seu apoio à universidade. “A Ufac é um patrimônio do Acre. Já destinamos mais de R$ 40 milhões em emendas para a instituição. Vamos continuar apoiando. Educação não tem partido.”

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, explicou que a proposta foi construída a partir de escutas com lideranças da reserva. “O projeto mostra que a universidade pública é espaço de formulação de políticas. Educação é direito, não mercadoria.” Ele também defendeu a atualização da legislação que rege as fundações de apoio, para permitir a inclusão de moradores de comunidades extrativistas como bolsistas em projetos de extensão.

Durante o evento, foram entregues placas de agradecimento à reitora Guida Aquino, ao senador Sérgio Petecão e ao pró-reitor Carlos Paula de Moraes, além de cestas com produtos da comunidade.

A reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema possui cerca de 750 mil hectares nos municípios acreanos de Sena Madureira e Manoel Urbano, com 18 escolas, 400 estudantes e aproximadamente 350 famílias.

Também participaram da mesa de honra o coordenador do projeto, Rodrigo Perea; o diretor do Parque Zoobotânico, Harley Araújo; o chefe do ICMBio em Sena Madureira, Aécio dos Santos; a subcoordenadora do projeto, Maria Socorro Moura; e o estudante Keven Maia, representante dos alunos da Resex.



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