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Filha de Chico Mendes fala em empatar retrocessos do governo Bolsonaro

Folha do Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Angela Mendes, filha do líder seringueiro Chico Mendes. Foto: Mídia NINJA
Na semana do Meio Ambiente, Angela Mendes, filha do internacionalmente conhecido líder ambientalista Chico Mendes, reforça a resistência como prática de enfrentamento aos desmontes das políticas ambientais que o Brasil vivencia.

“O “empate” era uma prática dos seringueiros para impedir o desmatamento das reservas naturais. É um movimento de resistência e é isso que a gente tá fazendo aqui hoje também.”

Ângela participou do ato de lançamento do Empate dos Povos da Amazônia no Congresso Nacional, inciativa de diversas organizações ambientais e sociais para defender os povos das águas, da floresta, do campo e da cidade. O projeto tem como objetivo combater a exploração ilegal e predatória dos recursos naturais da Amazônia, mas também propõe agendas na área da educação, saúde, infraestrutura e desenvolvimento sustentável (confira manifesto lançado nesta terça-feira).

O deputado Airton Faleiros (PT-PA) foi o proponente da atividade no Congresso Nacional. Foto: Mídia NINJA
Em depoimento para Mídia NINJA, Ângela reforçou a importância da articulação de movimentos socias e ambientais para impedir maiores retrocessos

“Estamos enfrentando momentos muito difíceis e só com a nossa luta, a união dos movimentos e daqueles que defendem o socioambientalismo no planeta é que vamos de fato resistir e empatar o retrocesso imposto às populações e a nossa floresta, propostas por um governo que não tem o menor compromisso com a agenda ambiental.”

Também participaram do ato no salão nobre da Câmara dos Deputados lideranças indígenas, parlamentares da região amazônica e representantes da APIB, MST, CUT e da CONTRAF.

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Fumaça compromete partida do Campeonato Brasileiro no Acre; jogadores passam mal

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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A partida entre Atlético Acreano x Luverdense, pela última rodada do brasileirão da série C, disputada na tarde deste domingo (25), no estádio Florestão, em Rio Branco, foi comprometida por causa da fumaça de uma queimada. Aos 25 minutos do primeiro tempo, uma densa cortina de fumaça invadiu o campo de jogo, reduzindo a visibilidade.

Jogadores passaram mal. Alguns usaram a camisa como máscara. A árbitra catarinense Charly Wendy Straub Deretti decidiu interromper a partida e os atletas foram atendidos por suas equipes médicas. A fumaça proveio de uma queimada no entorno do estádio que atingiu um bananal e produziu labaredas de cerca de dois metros, segundo o Corpo de Bombeiros.

Depois de quinze minutos de paralisação, a partida foi reiniciada, enquanto os brigadistas ainda tentavam debelar o fogo. “Está impossível trabalhar aqui mas cabines, imagine correr no campo”, observou o radialista Helton Lima, que trabalhava no jogo. As luminárias do estádio foram ligadas mesmo ainda estando de dia, numa tentativa de aumentar a visão dos atletas em campo.

Na última sexta-feira (23), o governador do Acre, Gladson Cameli, publicou um decreto de emergência por causas das queimadas e pediu apoio do governo argentino para combater os focos de incêndio no estado. Em maio passado, Cameli orientou produtores rurais a não pagaram multas aplicadas pelo Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac).

Nas redes sociais, o Major Falcão afirmou que o Corpo de Bombeiros, no local, tomou todas as providências cabíveis e afirmou que o incêndio não paralisou a partida. Esclarecendo que a partida de futebol no estádio Florestão não foi paralisada devido a fumaça. Aliás, não foi paralisada. Corpo de Bombeiros no local”, afirmou.

Atlético e Luverdense foram rebaixados para a série D.

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Incêndio atinge área de vegetação na Baixada da Sobral

Alerta Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Um incêndio foi registrado neste domingo (25), em uma área de vegetação localizada na Rua Tucanos, no Bairro Plácido de Castro, região da Baixada da Sobral, em Rio Branco.
Segundo uma moradora, o fogo começou no início da tarde e rapidamente se espalhou pela área. Até o fechamento desta matéria (16h30), o incêndio ainda não havia sido apagado.

O Corpo de Bombeiros ainda foi acionado para atender a ocorrência, mas, de acordo com a mulher, eles só olharam as chamas e foram embora.
“Talvez seja porque o carro não entra até o local, deve ser isso. Eles [bombeiros] foram até perto do fogo e depois voltaram”, informou a moradora.

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