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Filho surpreende a mãe e dá buquê com R$ 10 mil; notas enroladas como rosas

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Na estrada com a mãe em Indiana (EUA), o menino Wyatt Ban viu uma vaca desesperada no pasto. Ele pediu para parar o carro e foi lá. O bezerrinho dela tinha caído numa vala e ele o salvou. - Foto: Morgan Ban/SWNS

Essa mãe disse que não gostava de flores, mas mudou de ideia assim que o filho a surpreendeu com um buquê feito com R$ 10 mil em notas enroladas como rosas. A reação dela é incrível!

A surpresa foi feita por Clauton Luiz, influenciador digital de Minas Gerais, para a mãe dele, Maria de Lourdes Silva. No vídeo, postado este mês, a emoção da mãe ao descobrir o presente fez muita gente se emocionar. Foram mais de 100 mil visualizações.

Nas imagens, Maria aparece vendada, tentando adivinhar o que está segurando. A princípio ela achou que era um abacaxi, mas quando tirou a venda, não conseguiu acreditar. “Olha aqui gente, olha aqui gente! Eu gosto de flor sim, eu gosto de flor”, brincou.

Presente de aniversário

Segundo Clauton, o buquê é um presente de aniversário para a mãe dele.

Em vez de flores de verdade, ele quis inovar: transformou notas de dinheiro em “rosas” para simbolizar carinho, cuidado e, claro, o reconhecimento pela criação.

E deu certo: Maria ficou super feliz. Presentão, né?

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Do medo à alegria

O filho, para assustar a mãe, disse que ela precisava ficar vendada.

“Não é bicho não, né? Você não vai pegar bicho e jogar em mim não, né?”, perguntou.

Quando ela começa a tocar no buquê, se assusta com a ponta das notas.

“Tem ponta, é abacaxi, abacaxi”, disse, arrancando risadas de Clauton.

Mas quando a venda cai, é aí que o medo vai embora.

“Gente, eu não acredito. Olha aqui gente, eu não queria filmar, mas como ele faz um negócio dessa gente? Misericórdia, olha aqui gente. Flor assim eu adoro.”

Seguidores se emocionam

Na internet, o vídeo viralizou e deixou seguidores emocionados.

“Todas as mães deveriam receber um buquê desse!”, disse um.

“Esse sorriso dele, alegria da mãe contagiante e que você consiga ir muito longe com esse respeito e esse amor, parabéns”, postou um segundo.

Veja o momento da surpresa:

A mãe dele tomou um susto, mas adorou a surpresa. - Foto: @clautonluiz/Instagram A mãe dele tomou um susto, mas adorou a surpresa. – Foto: @clautonluiz/Instagram



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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Curso combate a incêndio florestal-2026 (2).jpeg

O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

Curso combate a incêndio florestal-2026 (3).jpeg

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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