OPINIÃO
Fim do Galaxy J? Samsung deve acabar com celulares baratos
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7 anos atrásem
A Samsung planeja acabar com a linha Galaxy J, cujos celulares baratos costumam aparecer entre os mais vendidos, ao menos no Brasil. É o que sugere um vídeo publicado pela Samsung Malásia no YouTube. O material publicitário menciona os novos smartphones Galaxy A30 e Galaxy A50 como produtos acessíveis (o “A” no nome seria de affordable em inglês).
O novo perfil da linha Galaxy A, bem como os primeiros novos modelos, devem ser confirmados pela Samsung no evento de lançamento marcado para a próxima quarta (10).
Galaxy A passará a contar com os aparelhos de entrada e os intermediários de baixo custo â Foto: Divulgação/Samsung
Galaxy A passará a contar com os aparelhos de entrada e os intermediários de baixo custo/Foto: Divulgação/Samsung
A decisão deve sinalizar que os novos Galaxy M passarão a ocupar o espaço de mercado para produtos intermediários, porém com maior agregado – e preço mais no alto. Um exemplo claro disso é o Galaxy M30, telefone revelado em fevereiro com design mais arrojado, tela Super AMOLED e sistema de câmera tripla.
O reposicionamento dos produtos Galaxy A pode ser bem-vindo ao consumidor, já que a Samsung tende a lançar vários modelos por ano, o que acaba tornando a tarefa de decidir por um celular em específico algo difícil: é comum que vários aparelhos da marca acabem custando a mesma coisa no mercado e apresentem diferenças pequenas entre si.
Modelos J, como o Galaxy J6, ainda fazem grande sucesso no Brasil â Foto: Paulo Alves/TechTudo
Só em 2018, a Samsung lançou um total de 14 smartphones das linhas Galaxy J e Galaxy A no Brasil, muitos deles bem parecidos entre si em preço e recursos, como são os casos de Galaxy A6 Plus e A8, ou de J6 e J8, lançamentos do primeiro semestre.
A linha Galaxy J emplacou uma série de aparelhos bem sucedidos por aqui: o J5 Metal se destacou por trazer construção em alumínio para modelos em conta ainda em 2016. Pesquisa de 2017, que mostrava que os brasileiros preferem as linhas mais baratas das fabricantes, colocava o J7 Prime em destaque. Já na última Black Friday, foi o Galaxy J6 o modelo que mais capturou o interesse do consumidor em busca de comprar um celular novo e barato.
Por TECHTUDO
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OPINIÃO
Opinião: Uma parlamentar trans como presidente da Comissão dos Direitos da Mulher na Câmara Federal
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4 semanas atrásem
28 de março de 2026O caso da deputada federal trans Erika Hilton (SP), eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara Federal e contestada por algumas parlamentares de origem biológica feminina, merece reflexão.
Há distinção entre condição biológica e identidade de gênero. O sexo biológico refere-se a características naturais como cromossomos, órgãos reprodutivos e hormônios. Já a identidade de gênero diz respeito à forma como a pessoa se reconhece e se apresenta socialmente.
No campo jurídico, o Brasil assegura às pessoas trans o direito de serem tratadas conforme sua autopercepção de gênero. Isso significa que, legalmente, uma mulher trans é reconhecida como mulher — embora essa definição não corresponda à esfera biológica.
É legítimo — e não proibido — que algumas pessoas não se sintam representadas por indivíduos trans, como demonstrou a deputada federal Chris Tonietto (RJ).
O bom senso sugere que cargos de representação feminina sejam ocupados por mulheres de origem biológica feminina, e o mesmo princípio poderia valer para os homens. A identidade de gênero, embora deva ser respeitada, não pode se sobrepor à maioria formada por homens e mulheres em sua essência biológica.
A sociedade avançou ou retrocedeu ao acolher pessoas trans em espaços de destaque? Eis a questão. É fato que hoje há maior visibilidade de indivíduos trans, mas isso ainda constitui uma situação particular, não uma regra. Por outro lado, é compreensível que muitas mulheres se sintam desconfortáveis em dividir espaços íntimos, como banheiros, com pessoas trans.
Representantes do movimento LGBTQIA+ afirmam que os seres humanos são complexos. Outros, porém, questionam se não seria mais complexo o pensamento de quem rejeita sua própria condição biológica. É evidente que psicologicamente ninguém é igual.
A sociedade brasileira, composta por mais de 221 milhões de habitantes, não foi consultada sobre o reconhecimento das mulheres trans. O que existe é uma construção jurídica que garante seus direitos. Trata-se, portanto, de uma minoria socialmente reconhecida.
Se alguém se identificar psicologicamente como uma loba, por exemplo, não há obrigação de aceitarmos essa identidade no convívio social. O argumento filosófico de que “tudo muda”, inspirado em Heráclito, é apenas uma perspectiva entre tantas. Ou seja, um ponto de vista.
Mudanças de paradigmas sociais não podem ignorar o equilíbrio e a natureza humana: para muitos, homem continua sendo homem e mulher continua sendo mulher. Ou seja, a base biológica deve ser considerada.
Filosofar como se houvesse obrigação de aceitar todas as transformações comportamentais propostas por grupos minoritários é um equívoco diante da maioria que se posiciona contrária à equiparação plena das pessoas trans.
Não se trata de nostalgia por tecnologias antigas, como a máquina de escrever, visto que ela permanece útil quando falta energia elétrica, mas de rejeitar a ideia de que uma exceção possa ser transformada em regra.
Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC
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A votação dessas duas propostas foi definida na reunião de líderes feita na manhã desta terça-feira, 3, e passou também pela aprovação de outro projeto que cria institutos federais de ensino – um deles em Patos (PB), cidade de nascimento e reduto eleitoral de Hugo Motta (Republicanos-PB).
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