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Fim do Skype: veja 7 apps para fazer chamadas de vídeo
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CT
A Microsoft anunciou que o Skype será desativado em 5 de maio de 2025, depois de mais de 20 anos de serviço. Depois do encerramento da plataforma, os usuários poderão migrar para o Microsoft Teams e outros aplicativos, como o Google Meet, WhatsApp e muito mais.
Em maio, o Skype vai ser desativado, mas há ao menos 7 apps para fazer chamadas de vídeo: Microsoft Teams, Google Meet, Zoom, WhatsApp, Instagram, FaceTime, Discord.
1. Microsoft Teams
O Microsoft Teams é o substituto oficial após o encerramento do Skype. A Microsoft já havia concentrado tarefas pessoais, acadêmicas e profissionais no aplicativo que, inclusive, substituiu oficialmente o antigo Skype For Business (versão corporativa do app) em 2019.
Os usuários do Skype poderão sincronizar o histórico de mensagens, os grupos e os contatos automaticamente ao entrarem no Teams com a conta do serviço. Mas, se for o caso, também poderão exportar os dados se forem criar uma nova conta.
O Teams está disponível no Android (play.google.com) e iOS (apps.apple.com), assim como pode ser baixado no computador (microsoft.com).
2. Google Meet
O Google Meet é o serviço de videoconferências do Google, disponibilizado no navegador e em aplicativo para celulares (Android | iOS). Com um teor mais profissional, o app permite que chamadas entre duas pessoas durem até 24 horas — contudo, para reuniões que tenham três ou mais participantes, o tempo estimulado da chamada é de 60 minutos.
Recentemente, a plataforma implementou novos recursos de inteligência artificial (IA) que permitem realizar anotações automáticas das reuniões, além de oferecer a tradução de legendas compatível com quase 70 idiomas. A ferramenta é restrita ao Google Workspace a partir da função “Reuniões e Mensagens de IA”.
3. Zoom
O Zoom Meetings é outra opção também muito utilizada para chamadas de vídeos corporativas. A plataforma pode ser usada na versão web ou aplicativo para computador (Windows | macOS) e celular (Android | iOS).
Assim como o Google Meet, o Zoom possui tempo limitado a depender do tipo de conta do usuário. Para o plano básico, as reuniões têm duração de 40 minutos, para o plano pago, elas podem durar até 30 horas.
O Zoom oferece um assistente de IA para reuniões chamado AI Companion, disponível para todos os assinantes de planos pagos da plataforma, sem custo adicional.
4. WhatsApp
O WhatsApp, normalmente, é mais usado para chamada de vídeos informais entre familiares e amigos. Contudo, ele também pode ser utilizado para conversas mais formais de trabalho, se for o caso.
A função de ligação em vídeo do app de conversas suporta até 32 participantes e é feita a partir do menu superior do bate-papo no celular (Android | iOS) e computador (whatsapp.com).
5. Instagram
Assim como o WhatsApp, o Instagram também oferece a opção de chamada de vídeo para realizar bate-papos na rede social.
O recurso de videochamadas do Instagram permite que você converse individualmente, ou com até oito pessoas, tanto no celular (Android | iOS) quanto no computador. Durante o bate-papo, o usuário pode usar recursos extras, como efeitos de rosto ou avatares da Meta.
6. FaceTime
O FaceTime é um serviço da Apple que permite chamadas de áudio e vídeo entre usuários de dispositivos Maçã com a conta da Apple (iOS). A ferramenta permite que o perfil faça reuniões por um link compartilhável, compartilhe conteúdo da tela e assista a vídeos ou ouça músicas pelo SharePlay.
7. Discord
O Discord é uma plataforma de comunicação que também permite a interação individual ou em grupo. Com ele, é possível realizar chamadas de áudio ou vídeo para conversas casuais com amigos quanto para participar de comunidades que possuem interesses em comum, como jogos online.
O app está disponível para Android (play.google.com), iOS (apps.apple.com) e também para o computador (discord.com).
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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