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Flues de luta no Sudão do Sul: O acordo de paz de 2018 está em perigo? | Notícias dos grupos armados
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O presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, esta semana ordenou uma série de prisões de alto nível e demissões de figuras políticas e do exército como tensões entre ele e o vice-presidente Riek Machar-uma figura principal da oposição-ameaçam chegar ao ponto de ebulição.
Desde terça -feira, soldados do exército do Sudão do Sul têm Casa de Machar cercada em Jubade acordo com membros do partido do vice -presidente, o movimento de libertação do povo do Sudão em oposição (SPLM/IO). Kiir lidera o Movimento de Libertação Popular do Sudão (SPLM).
Lutando entre os dois explodiu em uma guerra civil que abalou o jovem país a partir de 2013. Embora Calm voltou após um acordo de paz em 2018, analistas disseram que o acordo está agora sob ameaça de renovadas tensões entre Kiir e Machar. Essa hostilidade segue um erupção da violência No nordeste do estado do Alto Nilo, pensou -se sobre rumores de um desarmamento forçado planejado de grupos locais.
O Sudão do Sul é o país mais jovem da África depois que se separou do Sudão em 2011. Embora rico em petróleo, o país de 11 milhões de pessoas é a segunda nação mais pobre da África e está lidando com uma crise humanitária como resultado de conflito e pobreza.
Aqui está o que sabemos sobre o último aumento nas tensões:
Qual é a história do conflito no Sudão do Sul?
Logo após a independência do Sudão em 2011, o movimento de independência do país, liderado pelo SPLM, começou a se separar.
As tensões políticas entre as facções do SPLM vieram à tona, exacerbadas por diferenças étnicas como facções alinhadas de acordo com suas tribos. O domínio do grupo étnico de Dinka no país tem sido historicamente uma fonte de animosidade com outros grupos.
Em 2013, o Sudão do Sul desceu para a guerra em escala completa quando Kiir, um Dinka, demitiu Machar como vice-presidente depois de escalar linhas entre eles. Machar é do grupo étnico Nuer, o segundo maior do Sudão do Sul.
Kiir também disparou o gabinete inteiro depois que alguns ministros expressaram descontentamento com sua liderança. Machar desafiou esse movimento, chamando Kiir de ditador, e passou a estabelecer o movimento rebelde, o SPLM/IO, que lutou contra o exército do Sudão do Sul de Kiir.
Como o processo de paz de 2018 se desenrolou?
Após cinco anos de luta, que deslocou mais de um milhão de pessoas e matou mais de 400.000, as duas facções em guerra concordaram em negociar junto com uma série de outros grupos que se juntaram a cada lado durante a guerra. Eles finalmente assinaram o acordo revitalizado de 2018 sobre a resolução do conflito no Sudão do Sul (R-ACSS) depois que várias estruturas de paz propostas falharam.
O acordo de paz foi facilitado pela Autoridade Intergovernamental de Desenvolvimento (IGAD). Era para ver as duas facções em guerra unirem seus exércitos sob uma única unidade, escrever uma nova constituição, preparar para as eleições gerais, organizar um censo e desarmar todos os outros grupos armados. Nenhuma dessas reformas foi instituída e a violência de grupos étnicos locais ou armados continuou intermitentemente em partes do país.
Em maio, alguns grupos de destaque foram convidados para novas negociações de paz, a Iniciativa de Paz de Tumaini, liderada pelo Quênia. As partes prometeram renunciar à violência. No entanto, o SPLM/IO de Machar se opôs ao processo, dizendo que isso poderia afetar alguns dos termos acordados no acordo de paz de 2018.
Por que as tensões subiram de novo?
As tensões começaram a surgir novamente entre Kiir e Machar ao lutar entre as forças armadas sudanesas e um grupo que a Human Rights Watch (HRW) identificou como uma “milícia da juventude armada” entrou em erupção no condado de Nasir, no sul do Nilo, em 14 de fevereiro.
Os rumores de um plano de desarmamento forçado de outros grupos pelas tropas do governo causaram preocupação dentro do grupo armado local, disse a HRW, mas ainda não está claro o que exatamente começou a luta.
A HRW disse que o exército do Sudão do Sul atacou posições do grupo de jovens armados sem nome, levando a uma série de confrontos mortais desde então. Pelo menos cinco civis foram mortos como resultado dos combates, de acordo com a estação da Radio Tamazuj. Um tomador de paz da Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS) também foi ferido nos confrontos, informou a missão.
A UNMISS, que foi implantada pela primeira vez no Sudão do Sul em 2011, acrescentou que os partidos em guerra, que também não nomearam, usaram “armas pesadas” e os combates também foram relatados no estado de Equatoria ocidental na parte sudoeste do país.
No entanto, em uma entrevista coletiva nesta semana, o ministro de Informações do Sudão do Sul, Michael Makuei Lueth, culpou o Exército Branco, um grupo armado de nuer que opera no Alto Nilo que ele disse ter sido o primeiro a atacar guarnições do Exército no Condado de Nasir. Lueth disse que o grupo estava trabalhando com o SPLM/IO.
“Estamos pedindo que eles controlem suas forças. … O governo está no controle total da situação, e estamos no processo de abordar a situação em Nasir ”, afirmou.
Quem foi preso ou demitido?
Nesta semana, Kiir também demitiu ou ordenou as prisões de vários políticos de alto nível e membros do Exército vinculados ao seu vice:
- Na terça -feira, o exército prendeu a dupla do general Gabriel Lam, um lealista de Machar e vice -chefe do Exército. Mais tarde, no mesmo dia, o exército cercou a casa de Machar, colocando -o em prisão domiciliar.
- Na quarta -feira, o ministro do Petróleo Puot Kang Chol, também aliado a Machar, foi preso junto com seus guarda -costas e membros de sua família.
- Os soldados também invadiram o Ministro da Construção da Paz Stephen Par Kuol na quinta -feira, detendo -o. A Agência de Notícias da Reuters informou que o ministro foi libertado no início da sexta -feira.
- Na sexta -feira, o escritório de Kiir demitiu Monica Achol Abel, embaixadora do Sudão do Sul no Quênia.
Em um comunicado na terça -feira, o Pal Mai Deng, porta -voz do Partido SPLM/IO, que também atua como ministro dos Recursos Hídricos, disse que as ações recentes de Kiir “corroeram a confiança e a confiança” entre as partes no acordo de paz.
“Essa ação (de Kiir) viola o acordo revitalizado sobre a resolução do conflito no Sudão do Sul. … Este ato coloca em risco todo o acordo ”, afirmou Deng.
O presidente queniano William Ruto, que lidera o processo de paz de Tumaini, reconheceu as tensões crescentes em comunicado na quinta -feira e revelou que havia falado com Kiir e Machar.
“Eu implorei que ambos os líderes se envolvessem em diálogo para promover a paz no país, mesmo quando a região trabalha para a estabilização do Sudão do Sul sob a estrutura estratégica do IGAD”, disse Ruto. “Também informei os dois líderes que estão em andamento consultas regionais para determinar o melhor caminho a seguir para a situação no Sudão do Sul”.
Em uma declaração conjunta, os representantes do país de IGAD em Juba disseram que ficaram alarmados com a violência do condado de Nasir, que, segundo eles, ameaçam minar os ganhos do acordo de paz e exacerbar uma situação humanitária já terrível.
“Convocamos todas as partes e seus grupos afiliados para interromper imediatamente as hostilidades e exercer o máximo de restrição. Enfatizamos a suma importância de manter o cessar-fogo permanente e aderir às disposições dos R-ACSs ”, dizia o comunicado.
Da mesma forma, as embaixadas do Canadá, França, Alemanha, Holanda, Noruega, Reino Unido, Estados Unidos e União Europeia pediram o fim da violência do Alto Nilo em uma declaração conjunta.
“(Deploramos as hostilidades no estado do Nilo superior, que incluíram perda significativa de vidas. Também estamos preocupados com relatos de detenções de altos funcionários militares e civis. Participamos de nossos colegas do IGAD em pedir cessação imediata de hostilidades e para todas as partes e suas afiliadas para exercer o máximo de restrição ”, disseram os representantes.
O Acordo de Paz de 2018 está em risco?
Há temores entre os observadores políticos de que, se as atuais lutas políticas continuarem, a violência superior do Nilo poderá se espalhar ainda mais.
Analistas disseram que as tensões em Juba provavelmente continuarão atrasando as tarefas cruciais à frente para o país jovem, incluindo a assinatura de uma constituição permanente e a realização das eleições. Embora as pesquisas tenham sido planejadas originalmente para dezembro, o governo de Kiir os adiou, citando desafios de financiamento e “despreparados”.
O ativista pró-democracia Mohammed Akot criticou o SPLM e o SPLM/IO por não conseguir progredir no processo de paz por causa da “falta de vontade política”. Essa postura e as recentes prisões, que ele descreveu como uma “violação clara” do partido no poder, ameaçam o acordo de paz de 2018, disse Akot à Al Jazeera.
“Se as disputas não forem resolvidas, principalmente no condado de Nasir, e se as partes não se comprometeram a implementar totalmente todos os acordos de segurança, o risco de conflito renovado permanecerá, ameaçando a estabilidade do país. O compromisso político genuíno agora é obrigado a salvar o processo de paz ”, afirmou.
Enquanto isso, o Programa Mundial de Alimentos (PAM) emitiu um relatório nesta semana dizendo que enfrenta um déficit de financiamento de US $ 412 milhões para abordar a crise humanitária do país, causada por anos de conflito, mudança climática e privação econômica geral.
Além disso, o Comitê Internacional de Resgate (IRC) disse na semana passada que seu trabalho que fornece comida para crianças desnutridas poderia cessar após o Nós cortamos a ajuda externa mundialmente.
O IRC disse que ajudou 1,5 milhão de pessoas no país desde que começou a trabalhar no então Sudão do Sul em 1989. Guerra no Sudão vizinho Também levou mais de um milhão de refugiados pela fronteira, piora as condições.
Mais de 7,6 milhões estão enfrentando escassez de alimentos no país, enquanto um em cada quatro crianças está desnutrido, de acordo com o PAM.
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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