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Trump diz que escreveu ao Irã e quer negociar o acordo de armas nucleares | Donald Trump
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Patrick Wintour Diplomatic editor
Donald Trump disse que quer negociar um novo acordo com Irã Para impedir o desenvolvimento de armas nucleares e enviou uma carta a seus líderes dizendo que esperava que eles abrissem conversas.
É o primeiro passo prático do presidente dos EUA para ver se novas negociações sobre o programa nuclear do Irã são possíveis.
Trump retirou os EUA do acordo anterior – que impôs meio -fio ao programa nuclear do Irã em troca de alívio das sanções – em 2018 e, desde então, Tehran construiu um estoque de urânio altamente enriquecido que é suficiente para uso em várias armas nucleares.
“Eu escrevi uma carta a eles, dizendo que espero que você negocie porque, se tivermos que ir militarmente, será uma coisa terrível para eles”, disse Trump ao Business Business em uma transmissão de clipe na sexta -feira.
“Você não pode deixá -los ter uma arma nuclear.”
A carta parecia ter sido endereçada ao líder supremo do Irã, o garoto de 85 anos Aiatollah Ali Khameneique recentemente se opôs a negociações com os EUA enquanto as sanções econômicas estiverem em vigor.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, respondeu dizendo: “Não entraremos em negociações diretas com os EUA, desde que continuem sua política de pressão máxima e suas ameaças”. Mas essa formulação não impede palestras em terceiros, como Rússiacomo ocorreu antes durante o governo Biden.
O vice -ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, discutiu os esforços internacionais para resolver a situação em torno do programa nuclear do Irã com o embaixador iraniano, Kazem Jalali, disse o Ministério das Relações Exteriores da Rússia na sexta -feira.
O Administração Trump Anteriormente, sugeriu que o presidente russo, Vladimir Putin, havia concordado em atuar como mediador com o Irã, e os diplomatas russos já estão aconselhando Trump a manter qualquer negociação com o Irã limitada à questão nuclear.
O experiente diplomata russo Mikhail Ulyanov disse no início desta semana que Washington e Moscou estabeleceram um canal de comunicação sobre o papel da Rússia como mediador. Ele aconselhou os EUA a não procurar um acordo sobre questões mais amplas, como o programa de mísseis do Irã ou seu comportamento regional, uma referência ao seu apoio aos grupos de resistência no Oriente Médio, também conhecidos como forças de procuração iraniana. Ulyanov disse que não era possível matar três pássaros com uma pedra.
A estratégia de Trump de alcançar a Rússia seria aprimorada se ele pudesse mostrar um benefício colateral de suas relações mais próximas com Moscou fosse reduzir o risco crescente de um ataque israelense ao Irã para impedir que Teerã adquirisse armas nucleares.
A carta, o primeiro passo que Trump deu para o Irã desde que anunciou que os EUA estavam buscando reimpor a pressão econômica máxima sobre o Irã, chega em um momento em que o governo iraniano está preso em uma disputa pública sobre a sabedoria de negociar com os EUA e quais pré-condições devem ser definidas.
Nos últimos dias, os dura que se opunham a chegar aos EUA pareciam ter ganhado uma vantagem decisiva com os parlamentares que impequem o ministro da economia, Abdolnaser Hemmati, e a renúncia de Javad Zarif, vice-presidente de estratégia e advogado de longo prazo de reviver com o Ocidente.
O Ministério das Relações Exteriores também emitiu um artigo de estratégia enfatizando que o Irã não estava preparado para perder sua independência política.
O artigo disse: “Os governos que estabelecem suas políticas na esperança de garantias de segurança de grandes poderes no final em pinturas críticas foram deixadas sozinhas. O Irã aprendeu bem esta lição histórica. A independência não é apenas um slogan, mas uma necessidade inevitável. ”
A perda de tais principais ministros refletiu a recusa do parlamento de linha dura em se reconciliar com a perda da eleição presidencial no ano passado e a raiva pública genuína sobre o estado da economia que se deteriorou rapidamente amplamente causado pelo acúmulo de anos de sanções econômicas.
Os políticos iranianos há meses estão se contradizem sobre a sabedoria das negociações, se poderia haver discussões diretas com os EUA e se as negociações devem simplesmente se concentrar estreitamente em reimpontar um regime da ONU para supervisionar a segurança do programa nuclear civil do Irã.
O último acordo nuclear assinado pelo Irã em 2015 e negociado pelos EUA, Rússia, China e três potências européias, Reino Unido, França e Alemanha, foi enfraquecido fatalmente em 2018 quando Donald Trump Puxou os EUA do acordo, e a Europa disse que a amplitude de sanções secundárias dos EUA significava que as empresas européias não conseguiam encontrar uma maneira legal de continuar negociando com o Irã.
Gradualmente, o Irã, alegando que estava tomando medidas legítimas de represálias para a falha em levantar sanções, terminou a cooperação com a maioria dos aspectos do acordo nuclear de 2015, incluindo a violação de todos os limites para estocar urânio altamente enriquecido, o material chave para fazer armas nucleares. Gestos recentes de boa vontade para permitir que inspetores nucleares mais experientes no Irã nunca ocorreram.
Um tipo de prazo está suspensa sobre o processo, pois a inspeção de armas nucleares da ONU se deve a publicar um relatório abrangente neste verão que estabelecerá o nível de não conformidade iraniana com a inspeção nuclear, um relatório que em outubro gatilho atualmente suspensaria sobre as sanções que entram em vigor. Rafael Grossi, diretor internacional da Agência de Energia Atômica, disse ao conselho da IAEA nesta semana que o estoque de urânio do Irã enriqueceu para 60% atingiu 275 kg. Ele disse: “O Irã é o único país que enriquece urânio a esse nível sem ter armas nucleares”.
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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