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Forças de fiscalização firmam cooperação técnica para combater transporte clandestino em Rio Branco
PUBLICADO
10 meses atrásem
Jose Luiz Maciel
A Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado do Acre (Ageac), a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Rio Branco (RBTrans) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) reforçaram, nesta quarta-feira, 19, uma ação conjunta para fortalecer a fiscalização do transporte intermunicipal e urbano na capital acreana. Durante reunião, na sede da RBTrans em Rio Branco, as instituições ajustaram estratégias para intensificar o monitoramento e coibir práticas irregulares, garantindo mais segurança e qualidade no serviço prestado à população.
A ação visa ampliar a fiscalização nos principais pontos de fluxo, incluindo locais estratégicos da cidade, como a rodoviária e o aeroporto, além das rodovias intermunicipais e federais. O presidente da Ageac, Luís Almir Brandão, destacou que a atuação integrada das instituições é essencial para assegurar um transporte regulamentado e seguro para os usuários.
“O transporte clandestino não apenas prejudica o sistema regulamentado, mas também expõe os passageiros a riscos de segurança, já que esses veículos operam sem qualquer controle ou fiscalização. Essa parceria entre a Agência, a RBTrans e a PRF é essencial para garantir que a população tenha acesso a um serviço seguro e dentro da legalidade. Precisamos agir de forma coordenada e rigorosa para coibir essa prática”, afirmou.
Cooperação técnica
No mesmo encontro, a Ageac formalizou uma termo de cooperação técnica (TCT) com a RBTrans, prevendo a troca de informações e a realização de operações conjuntas, ampliando a capacidade de fiscalização tanto no transporte intermunicipal quanto nos pontos urbanos mais críticos.
Com a cooperação, a agência reguladora atuará na identificação de transportes intermunicipais irregulares, enquanto a RBTrans reforçará as abordagens nos locais de maior incidência de transporte clandestino. A estratégia busca criar um fluxo contínuo de fiscalização, garantindo abordagens mais eficazes e uma atuação coordenada entre as instituições.

O superintendente da RBTrans, Clendes Vilas Boas, destacou o impacto positivo da ação conjunta. “A integração das instituições potencializa a fiscalização e garante um transporte mais seguro para a população. Com esse trabalho coordenado, conseguimos atuar com mais eficiência, coibindo irregularidades e protegendo o direito dos usuários”, ressaltou.
Já o chefe da delegacia da PRF em Rio Branco, Esequiel Melo, enfatizou que o transporte clandestino vai além de uma irregularidade administrativa e pode estar associado a atividades ilícitas. “Essa prática não é apenas uma infração, mas muitas vezes está ligada a crimes como tráfico de drogas e de pessoas. A PRF já realizou operações desse tipo e sabemos que a cooperação entre as instituições é essencial para o sucesso das fiscalizações, garantindo a segurança de todos que circulam nas rodovias”, explicou.
Nos próximos meses, as instituições intensificarão as operações conjuntas, compartilhando informações e unindo esforços para garantir mais segurança e regularidade no transporte de passageiros.
O que é o transporte clandestino e por que representa um risco?
O transporte clandestino é aquele realizado sem autorização ou regulamentação dos órgãos competentes. Diferente do que ocorre no transporte regular, os veículos clandestinos operam sem controle de segurança, sem garantias para os passageiros e sem qualquer fiscalização que assegure sua manutenção ou a qualificação do motorista. Muitas vezes, não seguem itinerários definidos e podem circular de forma irregular entre municípios e estados.
Além de comprometer o sistema regulamentado, essa prática coloca os passageiros em risco. Sem fiscalização, esses veículos não passam por inspeções obrigatórias e podem operar em condições precárias. A falta de controle também torna esse tipo de transporte um meio propício para atividades ilícitas, como tráfico de drogas e de pessoas, além de expor os usuários a situações de vulnerabilidade. Em caso de acidentes ou incidentes, não há seguro, indenização ou qualquer garantia de proteção para quem utiliza esse serviço.
Não financie o crime. Não coloque sua segurança em jogo. Transporte seguro é um direito de todos.
Denuncie
📞 (68) 3214-2600
📱 WhatsApp Ouvidoria: (68) 9 9999-7741
📧 E-mail: ageac.transporte@gmail.com
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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
23 de dezembro de 2025Notícias
publicado:
23/12/2025 07h31,
última modificação:
23/12/2025 07h32
Confira a nota na integra no link: Nota Andifes
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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.
Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.
Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”
A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”
O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”
A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”
Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”
Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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18 de dezembro de 2025A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.
A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.”
Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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