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Forte chuva causa pontos de alagamento em Rio Branco

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Depois de dias de muito calor, uma forte chuva caiu na tarde deste sábado (16) no Acre. Rio Branco registrou pontos de alagamentos. Um deles na avenida Getúlio Vargas e na entrada do bairro Tropical, pontos recorrentes de alagamento. Muitos motoristas arriscaram passar pelas vias.

Avenida Getúlio Vargas durante a chuva deste sábado — Foto: Aldo França/ Rede Amazônica

Avenida Getúlio Vargas durante a chuva deste sábado — Foto: Aldo França/ Rede Amazônica

A assessoria do Corpo de Bombeiros informou que foram poucas ocorrências. Até às 15h30, os bombeiros receberam um chamado para queda de árvore em via pública, no bairro Vila Acre, ramal Itucumã e uma uma inundação em residência, no bairro Sobral.

Parte da avenida Getúlio Vargas fica totalmente inundada quando chove — Foto: Aldo França/ Rede Amazônica

Parte da avenida Getúlio Vargas fica totalmente inundada quando chove — Foto: Aldo França/ Rede Amazônica

O dia começou ensolarado, mas a chegada de uma frente fria aumentou a instabilidade em todo o estado, conforme previsão do Sistema de Proteção da Amazônia.

Mais um ponto de alagamento em Rio Branco próximo à avenida Antônio da Rocha Viana — Foto: Aldo França/ Rede Amazônica

Mais um ponto de alagamento em Rio Branco próximo à avenida Antônio da Rocha Viana — Foto: Aldo França/ Rede Amazônica

As chuvas ainda estão abaixo do esperado para o mês de outubro. Neste sábado, o nível do Rio Acre se mantém crítico em Rio Branco. Segundo dados da Defesa Civil Municipal, o manancial marcou 1,61 metro neste sábado (16), sendo que o esperado para o período é de 2 a 3 metros.

Com informações de G1Acre

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3ª Semana Acadêmica de Sistemas de Informação

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3ª Semana Acadêmica de Sistemas de Informação

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Ciências Contábeis debate auditoria e perícia em semana acadêmica — Universidade Federal do Acre

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3ª Semana Acadêmica de Ciências Contábeis-2026 (2).jpg

O curso de Ciências Contábeis da Ufac realizou, na terça-feira, 3, no anfiteatro Garibaldi Brasil, a abertura da sua 3ª Semana Acadêmica (Semacon), com o tema “Auditoria e Perícia Contábil: Conectando Conhecimentos e Práticas Profissionais”. O evento continua até sábado, 7, com palestras, mesa-redonda, atividades práticas e oficinas. A programação visa aproximar a teoria acadêmica das demandas reais do mercado.

“Preparamos uma programação diversificada para ampliar as perspectivas de nossos acadêmicos e reforçar o compromisso da universidade”, disse o coordenador do evento, Marconde Silva. “Queremos que essa semana seja um marco de valorização do curso e da profissão.”

Também compuseram o dispositivo de honra na abertura do evento o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro (representando o reitor Josimar Ferreira); a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o diretor do CCJSA, Francisco Raimundo Neto; a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Oleides de Oliveira; a presidente do CA de Ciências Contábeis, Hanara Ferreira; e o presidente do CRC-AC, Edberto Gomes.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre

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Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.

A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).

O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.

A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.

Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.



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