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Fundamental mas nem tanto: por onde anda a Justiça Volante?

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A Justiça Volante do Tribunal de Justiça (TJ/AC), que atendeu 1.450 ocorrências em Rio Branco no ano passado, pode estar com os dias contados. De acordo com uma denúncia anônima, não existe sequer papeis, tonners ou gasolina para equipes executarem seus trabalhos. O serviço, que foi criado em 1995 pelo Projeto Cidadão, pode ser extinto.

O objetivo maior do programa é viabilizar soluções imediatas nas situações de acidentes de trânsito com danos materiais. E também fomenta a conciliação entre as partes envolvidas em acidentes, por meio de intervenção judiciária in loco. O serviço tem o objetivo de disponibilizar atendimento aos cidadãos de modo rápido, prático, sem burocracia e com a possibilidade de resolução imediata dos conflitos de trânsito. Cerca de 60% dos casos concluídos foram resolvidos em acordo entre as partes no próprio local do acidente.

A reportagem falou com a assessora de impressa do TJ, jornalista Andréia Zíllio, que não confirmou ou desmentiu a denúncia. Disse que iria fazer contato conosco assim que obtivesse informações dos responsáveis pelo serviço. Até o fechamento deste material ela não deu a versão da instituição.

No dia 1 de março deste ano, o presidente do Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran/AC), Luiz Fernando Duarte, esteve reunido com o diretor de Gestão Estratégica do Tribunal de Justiça do Acre (TJ/AC), Euclides Bastos, para tratativas sobre a renovação do convênio entre as instituições para dar continuidade às atividades do Juizado de Trânsito. De lá pra cá não se teve mais notícias.

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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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