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‘Fundo do poço’ para um hat-trick: é hora de dar a bola a ‘Killer Mbappé’ | Liga
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2 anos atrásem
Sid Lowe
SVocê não pode simplesmente aparecer no primeiro dia e dizer: “Ei, você, me passe a bola”, insistiu Kylian Mbappé, mas isso foi naquela época e isso foi agora. E agora ele fez quase exatamente isso, andando pelo campo perguntando a todos onde estava até que alguém disse aqui e ele foi embora, subindo o túnel com o aparelho debaixo do braço. Ele ainda estava lá 45 minutos depois, quando ele deixou o Estádio José Zorrilla, no sábado, com mensagens de seus companheiros rabiscadas em marcador preto no couro amarelo, dedicadas ao homem que acabara de levar o Real Madrid ao vitória por 3 a 0 sobre o Real Valladolid: “Crack” – Fede Valverde. “Monstro Pressionante” – Luka Modric. “Parabéns, meus nove” – Jude Bellingham. E: “Ooh la la, irmão” – Brahim Díaz.
“Grandedireto para Paris”, escreveu Rodrygo. Em vez disso, eles estavam voltando para Barajas, um voo de 20 minutos para o sul. Um ex-jogador da La Liga carrega uma agulha na carteira depois de descobrir da maneira mais difícil que não se pode voar com uma bola inflada a bordo, mas sempre há exceções e quando o Real Madrid embarcou, pouco depois da meia-noite, eles estavam na liderança, quatro pontos à frente de Atlético Madrid, temporariamente 10 à frente do Barcelona. Quanto a Mbappé, ele era agora o melhor atacante da Europa este ano, tendo seu oitavo gol em 2025 acabado de completar o primeiro hat-trick desde que chegou a Espanha. “Aqui muitos mais, Kiki”, escreveu Fran García, e ninguém duvida que haverá.
Agora não, eles não querem. Os dois primeiros golos em Valladolid foram clássicos de Mbappé, uma inevitabilidade limpa, acelerando para aquela posição interior esquerda, corpo a abrir-se, pé direito, bola traçando um arco que ninguém conseguia interceptar. O golo inaugural, a sexta vez que marca o primeiro do Real Madrid, resultou de uma bela dobradinha com o Bellingham; a segunda do tipo de corrida além de Rodrygo que trouxe à mente a fala de Jorge Valdano sobre como quando o Ronaldo original atacou foi como se todo o rebanho atacasse, uma debandada se aproximando. Passado trovejante, o brasileiro rolou em seu caminho e Mbappé desviou o chute como se fosse tão fácil quanto seria o terceiro, adicionado de pênalti nos acréscimos.
Só que isso nem sempre foi tão simples, o que fazia parte da questão. O pênalti de sábado foi o quinto que Mbappé marcou pelo Real Madrid e este é um homem cuja coragem resistiu na final da Copa do Mundo, mas havia algo um pouco catártico nisso. Ele errou dois gols com as cores do Real Madrid, uma indecisão na execução que ofereceu um retrato da pressão, de um jogador ainda em busca de seu lugar: remates suaves e de meia altura, aqueles chutes que convidam a defesas em Anfield no final de novembro e em San Mamés uma semana depois. Eles também convidaram ao debate e se houvesse psicólogos amadores em todos os lugares – Tenho conselhos para vender, mas nenhum para mimdiz a frase – descobriu-se que eles não estavam tão errados. Na noite em que perdeu contra o Athletic, Mbappé admitiu mais tarde, ele “chegou ao fundo do poço”.
No final das contas, essa foi a melhor coisa que poderia ter acontecido com ele. Os números de Mbappé não eram ruins naquela época, o tipo de crise a maioria dos jogadores mataria por isso. Desde a quarta semana, quando marcou contra o Betis, sua série de gols no campeonato foi: 2, 1, 1, 1, 0, 1. Depois veio o clássicoquando não marcou e foi pego impedido oito – sim, oito – vezes, e uma vitória por 4 a 0 sobre o Osasuna, quando também não marcou, mas marcou nos dois seguintes, antes do Bilbao. Oito golos em 15 jogos no campeonato, mais um na Liga dos Campeões e um na final da Supertaça Europeia não foram maus. Mas também não foi bom. Não Mbappé bomde qualquer forma. E ele sabia disso melhor do que ninguém, sentia isso mais do que ninguém também.
Paciência é uma virtude, mas ninguém tem tempo: ele deveria rasgá-lo desde o início e eles deveriam ser invencíveis. Em vez disso, o Real Madrid foi derrotado cinco vezes – mais três do que em toda a temporada passada – e Mbappé não foi, bem, Mbappé.
É quase impossível fazer justiça ao tipo de pressão que Mbappé suporta, às ameaças e obrigações, família arrastada para issoseu futuro é literalmente uma questão de estados com o peso do Catar e França sobre ele. Como disse Ibrahima Konaté: “Costumo dizer-lhe que adoraria o seu futebol, mas não a sua vida”. E se finalmente foi libertado, fugindo para Espanha sete anos depois da primeira convocação, a luta com o PSG continuou e ele era um novo jogador num novo país com novos companheiros, o seu lugar entre eles incerto: outro jogador de futebol inclinado para a esquerda, espaços ainda para ser encontrado, dedos para evitar pisar.
“Não estou bravo: sei que quando um jogador como eu aparece, muitas coisas mudam”, disse ele em setembro, mas se isso fosse uma declaração de intenções ou simplesmente realidade, não era algo a ser forçado. primeiro. Você não simplesmente aparece e diz “é o meu time”, disse ele; “o futebol não funciona assim.” Afinal, esse era um time que havia vencido tudo sem ele. E foi um jogador que chegou sem pré-época, não se juntou ao Real Madrid em digressão e foi titular na final da Supertaça Europeia, na Polónia, sete dias depois do primeiro treino em Valdebebas. As oportunidades surgiram, embora nem sempre nas posições a que estava habituado, e as oportunidades recomeçaram, muitas vezes não aproveitadas, pouco à vontade. O físico, o tático e o técnico contribuíram, mas não foi tudo. “Foi mais uma coisa mental”, disse Mbappé na semana passada.
Guia rápidoResultados da Liga Espanhola
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Las Palmas 1-1 Osasuna, Maiorca 0-1 Betis, Atlético Madrid 1-1 Villarreal, Sevilla 1-1 Espanyol, Valladolid 0-3 Real Madrid, Vallecano 2-1 Girona, Sociedad 0-3 Getafe, Athletic 0-0 Leganes , Barcelona 7-1 Valência
Depois de falhar em Anfield, o Madrid conseguiu mais dois pênaltis contra o Getafe. Mbappé passou o primeiro para Bellingham e o segundo para Rodrygo (só para o VAR tirar novamente). Quando ele se apresentou em San Mamés, foi tanto uma obrigação quanto uma oportunidade, e quando ele perdeu parecia algo mais profundo do que apenas um pênalti. Para ele, particularmente. Chamam San Mamés de Catedral e ali ele viu a luz na escuridão. “Aquele jogo em Bilbao foi bom para mim porque cheguei ao fundo do poço; foi nesse momento que vi que tenho que dar tudo por essa camisa e jogar com personalidade”, disse.
Esta semana ele explicou: “Foi um bom momento. Isso mudou minha mentalidade. Não poderia fazer pior: só poderia subir. Estava bem fisicamente, bem com a equipa e com o grupo, mas tinha que fazer mais e sabia disso. Foi um momento de, bam!mude tudo. Não vim para Madrid para jogar mal.”
após a promoção do boletim informativo
Até San Mamés, Mbappé marcou 10 gols em 43 chutes em 20 jogos. Na semana seguinte, Carlo Ancelotti anunciou: “O período de adaptação de Mbappé acabou”; no dia seguinte ele marcou contra o Sevilla. Desde San Mamés, ele marcou 12 em 12, marcando duas vezes mais rápido que antes, acelerando. Ele tem oito nos últimos cinco jogos, seis deles no primeiro jogo, está dois atrás de Robert Lewandowski na tabela do Pichichi com 15 – Vinícius disse após o jogo contra o Salzburgo que era seu trabalho ajudar Mbappé a terminar como artilheiro – e tem 22 gols em total. Enquanto isso, o Real Madrid abriu uma vantagem na liderança. “Estou confuso: ouço pessoas dizerem que estamos jogando mal, mas somos líderes”, disse Ancelotti. Ele também disse: “com os quatro da frente nunca, nunca, teremos problemas no ataque – a chave é a defesa”.
Uma pequena palavra do Lobo não seria errada aqui. Os gols contra o Sevilla (um), Las Palmas (dois) e Valladolid (três), o Celta na Copa (um) e o Salzburgo na Liga dos Campeões (um) não são uma prova definitiva, a verdadeira medida de Mbappé. Também é tentador notar que Vinícius esteve ausente contra Sevilha, Las Palmas e Valladolid, questão da ocupação de espaço talvez não resolvida de forma permanente, embora Ancelotti tenha notado claramente que o francês é o melhor centro-avançar no mundo. E enquanto Mbappé marcou contra o Barcelona, O Real Madrid perdeu a final da Supertaça por 5-2. No entanto, no meio da bagunça naquela noite ele era genuinamente excelentee em outras noites também. Para fazer seus próprios cálculos, ele está sozinho há um mês e meio. O hat-trick de sábado pareceu simbólico, marcando um começo, ou o fim do começo: ele está aqui agora. “Magnifique”, dizia a frente do AS. “Assassino Mbappé”, brincou Marca. “Ele vem jogando bem há algum tempo e agora marcou três gols pela primeira vez”, disse Ancelotti.
“Quando você é um jogador como eu e há tantas expectativas, você tem que manter a calma”, disse Mbappé na semana passada, a sala de imprensa, assim como o campo, um palco para projetar a imagem de um homem à vontade , finalmente liberado e impressionante com isso. “Eu sabia que poderia mudar a situação. Agora é continuar: jogar bem durante um mês é fácil; no Madrid é preciso jogar bem sempre. Eu estava pensando demais. Você poderia ver isso. Pensei em como fazer isso, como me movimentar, como ir para o espaço, se vou para a esquerda, se vou para a zona do Vini, ou para a zona do Rodrygo… Pensei muito e quando você pensa muito você não’ não jogue bem. Eu não diria tímido, essa não é a palavra certa. Não é exatamente timidez, não é timidez. Mas quando se chega a uma equipa como o Real Madrid, que ganhou tudo na temporada anterior, é preciso chegar com humildade. Você não pode vir aqui e no primeiro dia e falar: ‘ei, você, passa a bola para mim’.”
Então não, não pode, não. Mas este não era mais o primeiro dia; foi o 194º e ele tinha acabado de marcar seu primeiro hat-trick pelo Real Madrid. “Minha adaptação acabou”, disse Mbappé, voltando para casa com a bola na mão.
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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