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Fundos de investimento quebram? Entenda por que seu medo pode ser infundado – 25/01/2025 – De Grão em Grão
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2 anos atrásem
Michael Viriato
Você já ouviu alguém dizer que fundos de investimento podem quebrar porque, afinal, “são empresas, e empresas quebram”? Esse pensamento é como comparar um cofre a uma loja. Uma loja precisa vender e atrair clientes para sobreviver, mas um cofre apenas guarda o que foi depositado. E, no caso dos fundos de investimento no Brasil, esses cofres são supervisionados por várias camadas de segurança que tornam improvável uma quebra.
A regulação dos fundos no Brasil é extremamente rígida, uma das mais sólidas do mundo. Três figuras distintas garantem a segurança do sistema: o gestor, que escolhe os investimentos; o administrador, que fiscaliza se o gestor está agindo dentro do mandato e cuida do dinheiro e da precificação de ativos e das cotas; e o custodiante, responsável pela guarda dos ativos. Essas funções são, muitas vezes, desempenhadas por entidades separadas, que atuam de forma independente para proteger os investidores. E, além disso, ainda há o auditor, que revisa todo o processo para assegurar transparência e conformidade.
Para ilustrar, pense em um condomínio. O síndico (gestor) cuida da manutenção e aplica o dinheiro arrecadado em melhorias ou investimentos. O contador (administrador) verifica se tudo está sendo feito corretamente e dentro do orçamento. O tesoureiro (custodiante) guarda o dinheiro arrecadado. Por fim, uma auditoria anual assegura que nenhuma irregularidade passou despercebida. Assim como em um condomínio, no fundo de investimento o dinheiro está seguro, desde que as regras sejam seguidas.
O medo de que um fundo quebre geralmente vem de histórias de outros países, onde a regulação não é tão rígida. Mas, para entender melhor, vamos comparar fundos de investimento a empresas. Uma empresa pode quebrar por dois motivos principais. O primeiro é a falta de demanda por seus produtos, o que reduz suas receitas até o ponto de inviabilidade. Fundos não enfrentam esse problema, porque não vendem nada; eles simplesmente investem o dinheiro dos cotistas. Se os cotistas pedem o resgate, o fundo vende os ativos e devolve o dinheiro, sem comprometer sua operação. O segundo motivo é o excesso de dívidas. Aqui também os fundos levam vantagem: sem usar derivativos para alavancagem, não há dívidas nestes produtos.
Agora, vamos ao caso dos fundos de previdência, como o VGBL passivo que discutimos no artigo anterior. Vi alguns comentários abordando a possibilidade destes tipos de fundo quebrarem. Acredito que o maior problema dos que argumentaram pela probabilidade de quebra seja a falta de informação.
O leitor Daniel Guimarães, que entende bem do assunto, contribuiu em seu comentário com legislação que fundamenta a favor da segurança. Esses fundos investem em títulos públicos federais, ou seja, em dívidas do governo brasileiro. Estes VGBLs passivos em títulos federais não têm como quebrar. A única forma dos investidores perderem o valor investido seria se o governo brasileiro desse calote em seus compromissos. Se isso acontecesse, tanto faz se você investe diretamente no título ou por meio do fundo – o impacto seria o mesmo. A estrutura é feita para proteger o investidor, e não há razão lógica para temer.
Perceba que se você sabe no que o gestor investe e está alinhado com esse investimento, a estrutura do fundo, seja de previdência ou não só pesa a seu favor.
É preciso segregar a diferença entre o fundo apresentar resultado ruim, pois o gestor não fez boas escolhas e ele quebrar. A escolha mal sucedida de ativos pelo gestor não implica na falta de segurança da estrutura do fundo, mas é um consequência da seleção errada do gestor por parte do investidor.
Muitas vezes, tememos o que não compreendemos completamente. Mas, assim como não hesitamos em usar um cofre para guardar objetos valiosos, também não deveríamos hesitar em confiar nos fundos de investimento no Brasil. É importante entender onde o gestor está aplicando e, principalmente, evitar fundos alavancados extremamente com derivativos. Assim, o desempenho do fundo será sempre reflexo direto dos ativos que ele carrega.
Michael Viriato é assessor de investimentos e sócio fundador da Casa do Investidor.
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Atletas que participarão dos Jubs em GO recebem bandeira da Ufac — Universidade Federal do Acre
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15 horas atrásem
21 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, entregou a bandeira institucional aos atletas que participarão dos Jogos Universitários Brasileiros (Jubs), que ocorrem de domingo, 23, a 5 de setembro, em Goiânia e Trindade (GO), com organização da Confederação Brasileira do Desporto Universitário. A entrega ocorreu nessa quinta-feira, 20, no hall da Reitoria, campus-sede.
“As oportunidades nascem a partir do momento em que dialogamos e temos compromisso. Quero transmitir a toda a equipe o nosso empenho de trabalhar o fortalecimento do esporte”, disse Josimar. “Eu estou neste momento como reitor por vocês, estudantes, e é com vocês que eu quero honrar esse compromisso todos os dias da minha vida, com o sentimento de união e diálogo.”

Também participaram do ato o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; e o diretor de Arte, Cultura e Integração Comunitária, Givanildo Pereira Ortega.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Participe da Autoavaliação do Curso de ciências contábeis — Universidade Federal do Acre
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20 de agosto de 2026
Olá, estudante!
Este instrumento foi elaborado com o objetivo de ouvir você e conhecer a sua percepção sobre o Curso de Ciências Contábeis. Sua participação é muito importante para que possamos identificar os pontos positivos, as dificuldades e as principais demandas dos estudantes, contribuindo para o processo de avaliação e melhoria contínua do curso.
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As respostas serão utilizadas de forma responsável e, preferencialmente, de maneira agregada, com a finalidade de subsidiar ações e decisões voltadas ao aprimoramento da qualidade do curso e da formação acadêmica e profissional dos estudantes.
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Agradecemos sua participação e contribuição para a construção de um Curso de Ciências Contábeis cada vez melhor, mais inclusivo, acolhedor e alinhado às necessidades dos estudantes e às demandas da sociedade e do mercado profissional.
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Ufac retoma reuniões presenciais dos conselhos superiores após 6 anos — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
19 de agosto de 2026A Ufac retomou as sessões presenciais dos seus órgãos colegiados após quase seis anos. O retorno foi marcado pela 2ª reunião ordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepex) de 2026, a qual ocorreu nesta quarta-feira, 19, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede.
As sessões passaram a ser remotas devido à pandemia da covid-19, em 2020. Depois, foram impactadas por paralisações dos servidores, crise no transporte público de Rio Branco e greve dos estudantes. “É um recomeço e o cumprimento de um dos principais compromissos assumidos durante nossa campanha eleitoral”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Este anfiteatro foi arena de grandes lutas do movimento sindical e dos próprios conselhos universitários.”
Segundo o servidor Jairo Nogueira, que atuou na intermediação do encontro com a Reitoria, a volta do formato presencial é fundamental para resgatar a interação direta entre os colegas e destravar os processos acumulados do Cepex. A sessão serviu de preparo para a reunião do Conselho Universitário (Consu), agendada para esta quinta-feira, 20.
Entre as propostas para a sessão do Consu, destacam-se reformulações no organograma da universidade, como a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, a reestruturação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, que passará a incorporar ações de inovação e o fortalecimento da autonomia do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, com a criação da figura do diretor do campus e de duas diretorias administrativas de suporte.
Por conta dos custos operacionais para o deslocamento dos 21 conselheiros de Cruzeiro do Sul, o modelo no campus do interior seguirá de forma híbrida temporariamente. A gestão está estruturando uma sala com suporte tecnológico para garantir a transmissão em tempo real, sem prejuízos aos participantes remotos. Paralelamente, nos próximos cem dias, a Reitoria pretende adaptar um espaço definitivo para as reuniões dos órgãos colegiados no campus-sede.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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