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Gabarito prova verde Enem 2024: confira as respostas do 2º dia
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1 ano atrásem
O gabarito extraoficial da prova verde do Enem 2024, aplicada neste domingo (10), está disponível para consulta no site da CNN.
As correções são de professores da plataforma SAS Educação em parceira com o colégio Ari de Sá, de Fortaleza (CE). Confira:
91 – D
92 – D
93 – B
94 – D
95 – D
96 – E
97 – B
98 – B
99 – A
100 – A
101 – E
102 – D
103 – E
104 – C
105 – B
106 – C
107 – E
108 – E
109 – D
110 – C
111 – A
112 – A
113 – C
114 – D
115 – B
116 – B
117 – C
118 – E
119 – D
120 – B
121 – B
122 – A
123 – E
124 – Pode ser anulada
125 – C
126 – C
127 – A
128 – E
129 – A
130 – A
131 – C
132 – C
133 – A
134 – E
135 – D
136 – C
137 – E
138 – B
139 – C
140 – E
141 – A
142 – D
143 – B
144 – B
145 – C
146 – E
147 – A
148 – D
149 – D
150 – D
151 – A
152 – B
153 – B
154 – A
155 – B
156 – B
157 – C
158 – C
159 – D
160 – C
161 – C
162 – E
163 – C
164 – E
165 – D
166 – B
167 – A
168 – C
169 – A
170 – D
171 – E
172 – C
173 – A
174 – B
175 – E
176 – D
177 – A
178 – D
179 – C
180 – B
Questão anulada
A questão 124 da prova verde pode ser anulada, segundo avaliação dos professores ouvidos pela CNN. A questão traz como contexto uma cafeteira elétrica de 700 W de potência que ferveu meio litro de água em três minutos. O aluno precisava calcular a eficiência energética do objeto.
A equipe de física do Curso Anglo, por exemplo, comentou que existe uma falha conceitual. “Quando você calcula a potência da cafeteira com os dados do enunciado, a gente encontra um valor de 933 W. Esse valor é acima da potência total fornecida pelo enunciado da cafeteira de 700 W”, o que seria fisicamente impossível.
O professor Bruno Sá, do Elite Rede de Ensino, reforçou: “a potência da cafeteira (933 W aproximadamente) acaba possuindo um valor maior que a potência total/nominal fornecida (700 W), o que vai contrário aos conceitos físicos.”
Acesse também os gabaritos de cada prova do 2º dia
Abaixo, também é possível clicar na cor da prova realizada para conferir os resultados:
O segundo dia do Enem foi composto por 90 questões, sendo 45 de matemática e 45 de ciências da natureza (que envolvem as disciplinas de química, física e biologia).
Como foram as provas no segundo dia
A prova de ciências da natureza foi considerada fácil, segundo professores consultados pela CNN. Entre as questões, se destacaram as que abordavam o meio ambiente e as mudanças climáticas, além do uso de tirinhas — citando uma obra da Laerte — em um exame que não exigiu muito cálculo.
Segundo João Eduardo Pinhata, gerente de avaliações do SAS Educação, a prova foi muito equilibrada entre química, física e biologia e exigiu mais interpretação de gráficos, esquemas, formulas químicas e circuitos elétricos do que cálculo em si.
Na prova de biologia, por exemplo, o exame surpreendeu os estudantes com uma questão que envolvia as pererecas-assobiadoras, o que corroborou com a análise dos especialistas de que a prova trouxe temas do cotidiano.
E um grande destaque da prova de matemática do Enem foram as questões com contexto de matemática financeira.
“Um quarto da prova, ou um pouco menos disso, abordou esse tema e conciliou com outro assunto, como porcentagem e juros, trazendo questões que vão além da matemática financeira”, comentou João Eduardo Pinhata, gerente de avaliações do SAS Educação.
Ele ressaltou que geometria plana e espacial também tiveram papel importante na prova. “Com destaque para a questão tanto de planificação quanto rotação de figuras planas”, disse.
Assim como era esperado, também caíram questões de análise de gráficos e probabilidade combinatória.
Como foi o primeiro dia de Enem
No último domingo (3), o tema da redação do Enem tratou da herança africana no Brasil, o que repercutiu nas redes sociais e foi apontado por professores ouvidos pela CNN como acessível e necessário.
As provas de linguagens e ciências humanas foram marcadas por longos textos e questões raciais e identitárias. Outros destaques presentes nas avaliações foram menções a Rita Lee, esportes, fake news e memes, além dos desafios climáticos que o Brasil enfrenta.
Além disso, é possível conferir os cadernos de provas do primeiro e segundo dia na íntegra.
Quando sai o gabarito oficial?
O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) vai divulgar os gabaritos e provas do Enem 2024 nesta semana. A informação foi dada pelo ministro da Educação, Camilo Santana, neste domingo (10).
A previsão anterior é de que seria divulgado apenas no dia 20 de novembro.
Já o resultado final com as notas individuais de cada participante estarão disponíveis no site do Inep no dia 13 de janeiro de 2025.
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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
6 de março de 2026A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).
A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.
Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.
Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável.
Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas. No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.
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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
4 de março de 2026A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.
A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.
O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.
Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.
Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.
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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
25 de fevereiro de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.
Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.
Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.
Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.
Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.
Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).
A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.
Laboratório de Paleontologia
Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.
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