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Garoto que faz crochê viraliza nas redes; mãe teve 3 filhas, só ele herdou o talento
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Garoto que faz crochê viraliza nas redes; mãe teve 3 filhas, só ele herdou o talento
O vídeo do garoto Miguel fazendo crochê com a mãe foi compartilhado pela irmã dele, Stefany, de Pernambuco, e já teve mais de 4 milhões de visualizações. – Foto: @stephany_cfany
Este garoto está viralizando nas redes, depois de ser filmado fazendo crochê ao lado de sua mãe. Ele tem três irmãs, mas foi o único que herdou o talento da genitora.
A cena, com mais de 4 milhões de visualizações no TikTok, foi gravada por Stefany Cristine, irmã dele e moradora do Tocantins. O vídeo mostra Miguel Ribeiro e a mãe sentados lado a lado no sofá, tricotando enquanto assistem televisão. E a dupla arrasa.
Na internet, Miguel recebeu vários elogios. “Não é somente pelo crochê, é pra ter momentos como este com a mãe”, disse uma seguidora.
Único que herdou
A mãe bem que tentou ensinar às filhas como se faz crochê, mas nenhuma delas se empolgou.
Por sorte, Miguel, o único filho, se empolgou e está mostrando que, em vez de preconceito, é preciso ter competência.
O vídeo compartilhado por Stefany no TikTok é curto e lindo. Mãe e filho sentados lado a lado, dividindo um momento único. Até a maneira de tricotar é semelhante.
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“Entre 14 e 75 anos”
Em outro vídeo, a irmã brinca com o garoto: “Meu irmão tem entre 14 e 75 anos”, disse ela ao filmar o irmão tricotando no portão da casa.
Em outra gravação, Stephany diz que o irmão ficou de castigo sem celular e deu muito certo. “Ele ficou de castigo sem celular e olha aqui, já fez um tapete deste tamanho. É conjunto que você vai vender, Miguel?”, brincou a irmã.
E o tapete é realmente enorme! Inacreditável que ele fez esse tapete só durante o tempo do castigo. Que talento!
Comentários preconceituosos
O vídeo, com mais de 4 milhões de visualizações, rendeu vários comentários, vários positivos. Outros nem tanto.
Pessoas retrógradas disseram que homens não podem tricotar. Mas vários internautas defenderam o Miguel:
“Homem não pode fazer crochê? Eu adoraria ter um namorado que soubesse, ia fazer vários looks pra mim”, disse uma.
Outro, destacou que o talento do menino pode render bons frutos financeiros.
“Vocês ficam falando mas não sabem o preço de uma roupa de crochê.”
Um terceiro disse que o talento do menino vai muito além do crochê.
“O povo falando quanto vale um boné, uma blusa, mas ninguém fala o quanto é valioso ainda esses momentos dois dois. Não tem nenhum dinheiro no mundo que pague, não tem preço!”.
Olha o talento do Miguel:
@stephany_cfany #crochê #crochêbrasil ♬ original sound – Krem Labs
Crochê virou uma diversão para o garoto:
@stephany_cfany #fy #fyp #crochê ♬ som original – user41762990065
Durante o castigo sem celular, Miguel conseguiu fazer dois tapetes!
@stephany_cfany Respondendo a @Lucas Morais só ta fazendo tapete pq ta de castigo #crochê ♬ som original – Stephany Cristine
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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre
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3 horas atrásem
6 de março de 2026A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).
A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.
Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.
Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável.
Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas. No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.
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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
4 de março de 2026A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.
A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.
O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.
Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.
Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.
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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
25 de fevereiro de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.
Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.
Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.
Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.
Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.
Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).
A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.
Laboratório de Paleontologia
Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.
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