ACRE
Garoto que vende bala na rua para ajudar mãe que o adotou, após abandono de pais biológicos, ganha vaquinha
PUBLICADO
1 ano atrásem
Salatiel, um garoto de 15 anos com um coração gigante e uma vontade imensa de vencer, vende bala na rua para ajudar sua mãe adotiva e realizar o sonho de se tornar engenheiro. Sua vaquinha já alcançou 40% da meta, mas ele ainda precisa de apoio para mudar de vida.
A história de Salatiel é de superação. Abandonado pela mãe biológica, ele encontrou em Vera um lar cheio de amor. No entanto, a casa onde vivem em Jundiaí (SP) está deteriorada, com infiltrações graves e risco de desabamento.
“Se não fosse a Vera, eu não sei onde estaria. Ela me deu tudo, e eu faço o possível para retribuir”, disse o jovem, emocionado, em entrevista ao Só Notícia Boa. A vaquinha segue aberta, e qualquer contribuição pode transformar o futuro dessa família!
Abandonado pelos pais
“Eu trabalho porque se eu não vendo, nunca vou conseguir meu dinheiro. Sou “de menor”, não tenho trabalho, não tenho nada para conquistar o meu sonho”, disse o jovem empreendedor, que completa:
“Quem não trabalha não conquista, quem tá dormindo tá sonhando. A gente tem que trabalhar para realizar nossos sonhos. Nada vai vir de graça nas suas mãos”, afirmou.
Salatiel teve que amadurecer cedo, desde que foi rejeitado. Os pais biológicos eram usuários de drogas e abandonaram o garoto. Foi quando Vera apareceu na vida dele, como um anjo e, mesmo sem muitas condições, o acolheu com amor e o criou como filho.
Leia mais notícia boa:
- Mãe que era agredida por marido e fugiu de casa com 3 filhos recebe comida após vaquinha
- Pai que pediu comida para filho que chorava de fome, agradece pela vaquinha
- Mãe impossibilitada de trabalhar após AVC emociona ao pedir comida para ela e o filho e ganha vaquinha
Casa com problemas
Apesar de todo carinho, a realidade financeira sempre foi apertada. Vera trabalha como diarista e o dinheiro que recebe mal cobre as despesas básicas.
Para ajudar em casa, Salatiel decidiu vender balas na rua. Atualmente ele estuda no período da manhã e a tarde sai para trabalhar. “A vida não é fácil. Se não trabalhar não vence na vida”, afirma o garoto.
A residência onde Salatiel e Vera moram está em condições precárias. O teto apresenta alto risco de desabamento, as infiltrações são constantes e, quando chove, a situação piora.
Vera sonha em reformar a casa para garantir mais segurança para Salatiel se preocupar menos com os problemas estruturais e focar no que realmente importa: a educação.
O garoto tem um sonho claro: quer estudar engenharia civil para poder retribuir a Vera todo amor e dedicação que recebeu.
Vamos ajudar
Para transformar a vida desses dois brasileiros guerreiros, foi aberta uma vaquinha no Só Vaquinha Boa. O valor arrecadado será para a reforma da casa e o restante para ajudar Salatiel nos estudos – já que ele ficou sem material algumas vezes por falta de condições.
Com um pouquinho de cada um, podemos mudar essa história e dar ao Salatiel a oportunidade de seguir o sonho dele. A corrrente do bem está formada e contamos com você.
Doe pelo Pix:
salatiel@sovaquinhaboa.com.br
Você também pode doar pelo site do Só Vaquinha Boa, clicando aqui.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 semana atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
Relacionado
ACRE
Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 semana atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
Relacionado
ACRE
I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
PUBLICADO
1 semana atrásem
6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
Economia e Negócios6 dias agoSambaex amplia eventos presenciais no Brasil, promove educação em criptomoedas e lança fundos sociais de educação e meio ambiente
Economia e Negócios9 horas agoSambaex apresenta plano estratégico no Brasil e projeta crescimento com foco em inovação e responsabilidade social até 2028
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login