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General Joseph Aoun eleito Presidente da República pelo Parlamento

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O novo Presidente da República Libanesa, Joseph Aoun, em 16 de dezembro de 2024 em Beirute.

Depois de dois anos sem Presidente da República, o Líbano tem agora um novo chefe de Estado. Trata-se do comandante-chefe do exército libanês, Joseph Aoun, eleito pelos deputados na quinta-feira, 9 de janeiro. Foi eleito no segundo turno com 99 votos em 128 deputados.

Esta eleição teve lugar após uma reunião entre representantes dos blocos pró-iranianos do Hezbollah e do seu aliado, o movimento Amal, e o Sr. Aoun no Parlamento, garantindo-lhe assim a maioria necessária para vencer.

De o fim do mandato do presidente cessante, Michel Aoun (sem parentesco com Joseph), em outubro de 2022, O Parlamento até agora não conseguiu eleger um presidenteque tem um papel principalmente cerimonial. Os detractores do Hezbollah acusaram-no de ter bloqueado as eleições ao querer impor o seu candidato, Sleiman Frangié. Este amigo próximo de Assad anunciou na quarta-feira sua retirada em favor de Joseph Aoun, permitindo sua eleição. As reuniões e consultas entre forças políticas aumentaram nas últimas horas com o objetivo de chegar a um consenso em relação aos militares.

Para que esta eleição seja validada, porém, será necessária a alteração da Constituição que, até agora, proíbe a eleição de altos funcionários públicos em exercício ou que tenham exercido a sua função nos últimos dois anos, como é o caso do chefe do o exército.

Mas o primeiro-ministro interino, Najib Mikati, estava optimista na quarta-feira quanto a um resultado positivo nestas novas eleições. “Pela primeira vez desde a vacância presidencial, sinto alegria porque, se Deus quiser, teremos (…) um novo Presidente da República”ele disse. Sob o sistema confessional de partilha de poder do Líbano, a presidência do Líbano está reservada a um cristão maronita.

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Pressão internacional

Estas negociações também ocorreram sob crescente pressão internacional. Desde o início da semana, os enviados americanos Amos Hochstein, o saudita Yazid ben Farhane e o francês Jean-Yves Le Drian tiveram reuniões separadas com deputados e figuras políticas libanesas. O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros francês também participou na sessão do Parlamento na quinta-feira.

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Esta eleição realiza-se depois de Israel ter infligido um sério revés ao Hezbollah durante os dois meses de conflito, nomeadamente matando o seu líder Hassan Nasrallah. O acordo de cessar-fogo prevê a retirada do exército israelita das áreas que ocupou no sul do Líbano durante a guerra, com o envio do exército libanês ao longo da fronteira sul. O Hezbollah deve retirar as suas tropas a norte do rio Litani e desmantelar todas as infra-estruturas militares da região. Os Estados Unidos, a França e a ONU supervisionam o mecanismo de implementação do cessar-fogo.

O mundo com AFP

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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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