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Gestão de Riscos: A bússola estratégica para o futuro das organizações

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Da Redação

Por Cristiany Sales*
A gestão de riscos se apresenta como uma disciplina essencial no ambiente corporativo moderno, onde as incertezas do mercado e as constantes mudanças regulatórias desafiam as organizações a se adaptarem e a se tornarem mais resilientes. Essa prática vai além de evitar problemas e minimizar perdas: é uma abordagem estratégica e proativa que fortalece a organização, permitindo que ela antecipe e gerencie ameaças, ao mesmo tempo em que explora oportunidades. Por ser uma jornada contínua, a gestão de riscos demanda comprometimento e adaptação constantes, configurando-se como um pilar para a sustentabilidade e o sucesso organizacional a longo prazo.

Quando as empresas adotam uma abordagem estruturada e proativa de gestão de riscos, elas aumentam significativamente a qualidade de suas decisões. Por meio da identificação e análise criteriosa de potenciais ameaças e oportunidades, as organizações desenvolvem uma base de conhecimento sólida que orienta suas escolhas. Esse processo estratégico reduz a incerteza nas decisões e favorece um planejamento mais assertivo, possibilitando que os objetivos sejam alcançados de forma mais sustentável. Ao inserir a gestão de riscos no centro de suas operações, as empresas garantem que suas decisões estejam alinhadas com a realidade do mercado e com seus próprios valores.

A resiliência organizacional é outro grande benefício da gestão de riscos. Em um cenário de negócios caracterizado por crises financeiras, mudanças tecnológicas e demandas regulatórias, é crucial que as empresas estejam preparadas para se adaptar rapidamente. A implementação de um processo estruturado de gestão de riscos e o uso de ferramentas adequadas fortalecem a capacidade de resposta das organizações, permitindo que elas lidem com imprevistos sem comprometer a continuidade dos negócios. Essa resiliência é um diferencial competitivo, garantindo que a empresa possa manter sua operação e proteger seus ativos mesmo diante de desafios inesperados.

Além disso, a gestão de riscos contribui diretamente para a sustentabilidade organizacional, pois ajuda as empresas a se adequarem às regulamentações e a responderem às pressões ambientais e sociais. Em um contexto onde a responsabilidade social e ambiental é cada vez mais valorizada, a gestão de riscos permite que as organizações alinhem suas operações a práticas responsáveis, contribuindo para um desenvolvimento mais sustentável. Essa adequação aos padrões e às expectativas do mercado é essencial não apenas para cumprir com as obrigações legais, mas também para fortalecer a reputação e o valor da marca.

Outro ponto importante é que a gestão de riscos permite que as organizações cultivem uma cultura de segurança e responsabilidade em todos os níveis hierárquicos. Quando essa filosofia é incorporada ao dia a dia da empresa, todos os colaboradores passam a compreender a importância de identificar, reportar e mitigar riscos. Isso cria um ambiente onde a responsabilidade é compartilhada, e a organização como um todo se torna mais preparada para lidar com incertezas. A construção de uma cultura de gestão de riscos promove o engajamento dos funcionários e cria uma base sólida para o crescimento sustentável da empresa.

Portanto, a gestão de riscos é mais do que uma prática operacional; ela é uma abordagem estratégica fundamental para a sustentabilidade e o sucesso das organizações no longo prazo. Ao integrar a gestão de riscos à sua cultura e aos seus processos, as empresas constroem um futuro mais seguro e resiliente. Essa prática não apenas assegura a continuidade dos negócios, mas também promove um ambiente de inovação e adaptabilidade, permitindo que as organizações prosperem em um mundo cada vez mais volátil e competitivo.

*Cristiany Sales é controladora interna da Agência de Negócios do Acre (Anac S.A.); pós-graduada em Auditoria Empresarial; Planejamento e Gestão; Pedagogia Empresarial com Ênfase em Gestão de Pessoas; Justiça Restaurativa e Mediação de Conflitos; graduada em Pedagogia.

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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