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Golpe da Ticketmaster: entenda como funciona e veja como se proteger agora mesmo
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2 anos atrásem
Nos últimos anos, o Brasil tem testemunhado um aumento significativo nos golpes virtuais, especialmente aqueles relacionados à venda de ingressos para eventos populares. Com a chegada de grandes shows internacionais, muitos consumidores estão em busca de ingressos, o que cria um terreno fértil para atividades fraudulentas. Um desses golpes é conhecido como o golpe do Ticketmaster.
O golpe do Ticketmaster é uma técnica fraudulenta que surgiu nos Estados Unidos, ganhando notoriedade durante a turnê Eras da cantora Taylor Swift. Hackers utilizam métodos sofisticados para acessar contas de usuários na plataforma Ticketmaster, transferindo ingressos através de vazamentos de dados. Esse incidente levou a uma reação legal, com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos movendo uma ação contra a Live Nation, empresa responsável pela Ticketmaster.
Como Funciona o Golpe do Ticketmaster?
O golpe acontece quando hackers ganham acesso às contas de usuários da Ticketmaster e transferem os ingressos sem o consentimento dos proprietários. Isso geralmente ocorre após vazamentos de dados ou falhas de segurança na plataforma. A Live Nation, após enfrentar problemas relacionados a esse golpe, prometeu melhorar seus sistemas de segurança para evitar futuras violações.
Como acontece:
- Acesso não autorizado: Hackers invadem os sistemas da Ticketmaster e conseguem acesso às informações de usuários, como logins e senhas.
- Transferência de ingressos: Com o acesso às contas, os criminosos podem transferir os ingressos adquiridos legalmente para outras contas, geralmente as deles.
- Venda ilegal: Os ingressos roubados são então vendidos em plataformas não oficiais ou em grupos de redes sociais, muitas vezes a preços mais altos do que o valor original.
Por que é tão comum:
- Eventos muito procurados: Shows de artistas famosos, festivais e outros eventos com alta demanda por ingressos são alvos fáceis, pois a procura é grande e os ingressos se esgotam rapidamente.
- Urgência dos compradores: A ansiedade por garantir um ingresso pode levar as pessoas a negligenciar os sinais de alerta e a cair em golpes.
Além disso, os golpes com ingressos são frequentemente facilitados pela alta demanda por ingressos de eventos. Os golpistas exploram o entusiasmo dos fãs para aplicar fraudes, muitas vezes oferecendo ingressos a preços muito abaixo do mercado.
Quais Medidas Adotar para Evitar Golpes na Compra de Ingressos?
A proteção contra golpes na compra de ingressos requer algumas precauções básicas mas eficazes. Aqui estão algumas dicas essenciais para evitar ser vítima dessas fraudes:
- Autenticação de Dois Fatores: Esta ferramenta é essencial para reforçar a segurança da conta, tornando mais difícil para os hackers acessarem seus dados pessoais.
- Compra em Sites Confiáveis: Sempre que possível, adquira ingressos somente em sites reconhecidos e evite comprar de vendedores individuais que podem não ser legítimos.
- Atenção a Preços Muito Baixos: Desconfie de ofertas que parecem boas demais para ser verdade, pois podem ser um sinal claro de golpe.
- Proteção de Dados: Jamais compartilhe suas informações pessoais ou bancárias com terceiros, especialmente em transações online.
Como Proceder Caso Seja Vítima de um Golpe?
Se um indivíduo se tornar vítima de um golpe na hora de adquirir ingressos, algumas ações devem ser tomadas imediatamente:
1. Documente Tudo:
- Reúna todas as provas: Mantenha todas as conversas (e-mails, mensagens, etc.), comprovantes de pagamento, anúncios e qualquer outro material relacionado à compra.
- Registre um boletim de ocorrência: Dirija-se à delegacia mais próxima e registre um boletim de ocorrência detalhando o ocorrido. Esse documento será importante para futuras ações.
2. Entre em Contato com as Partes Envolvidas:
- Plataforma de venda (se houver): Se a compra foi feita através de uma plataforma online, entre em contato com o suporte da plataforma e explique a situação. Muitas plataformas possuem políticas de proteção ao consumidor e podem te auxiliar.
- Instituição financeira: Contate seu banco imediatamente para informar sobre a transação fraudulenta e solicitar o bloqueio do cartão e o estorno do valor.
- Procon: Faça uma denúncia no Procon da sua cidade. O Procon é o órgão de defesa do consumidor e pode te orientar sobre os seus direitos.
3. Divulgue o Golpe:
- Redes sociais: Compartilhe sua experiência em suas redes sociais para alertar outras pessoas sobre o golpe.
- Grupos online: Procure grupos ou comunidades online relacionados ao evento ou à plataforma de venda e compartilhe sua história.
- Sites de reclamação: Registre sua reclamação em sites como o Reclame Aqui.
4. Contrate um Advogado:
- Especialista em direito do consumidor: Um advogado especializado em direito do consumidor poderá te auxiliar nas ações legais para reaver o seu dinheiro e responsabilizar o golpista.
Esses passos são cruciais para mitigar danos e tratar do golpe de forma eficaz.
Como se proteger:
- Compre apenas em canais oficiais: Adquira seus ingressos diretamente no site da Ticketmaster ou em pontos de venda autorizados.
- Desconfie de ofertas muito boas: Se o preço estiver muito abaixo do mercado ou se a disponibilidade de ingressos for muito alta para um evento com grande procura, desconfie.
- Verifique a URL do site: Certifique-se de que está acessando o site oficial da Ticketmaster e não um site falso.
- Ative a autenticação de dois fatores: Essa medida extra de segurança dificulta o acesso de terceiros à sua conta, mesmo que tenham sua senha.
- Mantenha seu antivírus atualizado: Um bom antivírus pode ajudar a proteger seu dispositivo contra malwares que podem ser utilizados para roubar suas informações.
- Não clique em links suspeitos: Evite clicar em links recebidos por e-mail ou mensagem que prometam ingressos baratos ou exclusivos.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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11 horas atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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