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Google retira críticas negativas do McDonald’s após prisão de Luigi Mangione | Notícias da Internet

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A gigante da tecnologia afirma que as avaliações que respondem à denúncia de funcionários que levaram à prisão do suspeito violam suas políticas.

O Google gerou uma enxurrada de críticas negativas sobre o restaurante McDonald’s onde a polícia prendeu Luigi Mangione, o suspeito acusado do assassinato do CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson.

Os internautas inundaram o restaurante com críticas negativas após a prisão de Mangione na segunda-feira, após uma denúncia de um funcionário do McDonald’s na loja em Altoona, Pensilvânia, uma cidade com cerca de 40 mil habitantes.

Algumas das análises incluíam referências ao setor de saúde, bem como “ratos” na cozinha e funcionários do “narco”, usando gírias para designar informantes policiais.

“Este local tem ratos na cozinha que vão deixar você doente e seu seguro não vai cobrir isso”, escreveu um crítico.

“Mais como Narc-donalds… Espero que a obesidade e as doenças cardíacas estejam interligadas na PA. Negar, defender, depor, diarréia no McDonald’s…” dizia um post, informou a CBS News.

Desde então, as avaliações foram retiradas pelo Google por violarem seus termos de uso e proteções adicionais foram adicionadas para garantir a integridade do serviço, de acordo com um porta-voz do Google.

A política do Google afirma que as avaliações devem ser baseadas nas experiências genuínas de uma pessoa em um local.

Incluindo a recente onda de avaliações de uma estrela, o restaurante tem atualmente 1.890 avaliações com uma avaliação geral de 3,6.

O assassinato de Thompson gerou uma enxurrada de comentários online celebrando sua morte e elogiando seu assassino.

Milhares de pessoas recorreram às redes sociais para partilhar histórias de experiências negativas com a UnitedHealthcare e outras seguradoras, incluindo relatos de entes queridos a quem foi negada cobertura vital.

A UnitedHealthcare tem a maior taxa de negação de sinistros nos EUA, 32%, de acordo com o site de pesquisa do consumidor Valor Pinguim.

“Agora é um bom momento para mencionar o fato de que a UnitedHealthcare me cobrou US$ 143.000 por uma cirurgia cardíaca que salvou vidas que eles haviam pré-aprovado, e levei quase 2 anos para corrigir o erro, período em que isso prejudicou minha pontuação de crédito, e foi literalmente necessário que o Washington Post fizesse uma história sobre minha experiência para consertar isso?” O residente de Los Angeles, Dean Peterson, escreveu no Threads.

“Uma nação onde as pessoas racionam insulina enquanto a UnitedHealthcare gera receitas de 324 mil milhões de dólares não é uma sociedade. É uma panela de pressão”, escreveu outro usuário na plataforma.

Os cuidados de saúde continuam a ser uma questão controversa nos EUA, com 65 por cento dos americanos a classificar a sua cobertura como boa ou excelente, mas apenas 28 por cento a dizer o mesmo sobre a cobertura de cuidados de saúde no país em geral, de acordo com uma recente sondagem Gallup.

Os EUA têm alguns dos custos de saúde mais elevados do mundo.

As despesas de saúde por pessoa em 2022 foram de 13.493 dólares, representando cerca de 17,3% do produto interno bruto (PIB), de acordo com os Centros dos EUA para Medicare e Medicaid.



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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