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‘Gosto de ser o caçado’: Oscar Piastri ocupa seu lugar entre os candidatos ao título da F1 | Fórmula 1

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'Gosto de ser o caçado': Oscar Piastri ocupa seu lugar entre os candidatos ao título da F1 | Fórmula 1

Jack Snape

HE tem a face de uma criança e as preferências nutricionais para combinar, mas ninguém duvida do Oscar Piastri merece seu lugar na mesa dos adultos da Fórmula 1. O jogador de 23 anos ajudou a McLaren ao campeonato dos construtores com Duas vitórias na corrida no ano passadoe emergiu como um concorrente genuíno para a coroa do motorista em 2025.

Dias antes da primeira corrida da temporada desta semana em Melbourne, a vitoriana de Odens de Frango e Andatores de Frango, que gosta de leite, não está temperando as expectativas. “É difícil não estar confiante quando você tem o time vencedor do campeonato ao seu redor”, disse Piastri no envolvimento de seu último patrocinador na quarta-feira à noite, para McLaren Parceiro Airwallex.

“Este ano, acho que estamos tão confiantes quanto estamos desde que entrei na equipe, que podemos começar o ano com uma boa nota. Sim, muitas coisas mudaram desde o ano passado, mas espero que o sucesso ainda possa ser o mesmo. ”

Piastri ingressou na McLaren em 2023, depois de um impasse contratual com o ex-time Alpine, em meio a especulações de que ele também poderia competir por Williams ou Aston Martin. No palco, o australiano-um ex-campeão de Fórmula 2 muito procurado, mas não comprovado-se viu pego no piloto do piloto da Fórmula um.

A perspectiva em 2025 é muito diferente. A programação da McLaren, vice-campeã do campeonato de motorista Lando Norris e Piastri, é um dos dois na Fórmula 1 a permanecer inalterados. Ele deu a Piastri uma base para se basear em duas campanhas promissoras, mas imperfeitas.

O motorista da McLaren Oscar Piastri se tornou o rosto da Fórmula 1 em Melbourne antes do Grande Prêmio da Austrália. Fotografia: David Davies/PA

“Terminei minha primeira temporada muito feliz, mas com algumas coisas que eu ainda precisava melhorar e algumas lacunas como motorista. Sinto que terminei na última temporada com todas as ferramentas que eu precisava como motorista, eu simplesmente não reuni tudo o que esperava ”, disse ele.

“Este ano, vou para a temporada, sabendo que o meu melhor ano passado foi bom o suficiente para ser o melhor da grade. Agora é apenas tentar colocar isso no lugar toda vez que estou no caminho certo. ”

Piastri lutou por grande parte do ano passado na qualificação. Ele teve uma média de 5,42 anos e não se qualificou melhor que o quinto nas seis primeiras rodadas. Na sexta corrida da temporada, em Miami, seu companheiro de equipe venceu seu primeiro Grande Prêmio, uma das quatro vitórias em 2024 que garantiu o lugar de Norris como o principal desafiante da McLaren no dominante de Red Bull, Max Verstappen.

Mas Piastri fez o suficiente na parte do meio da temporada para Desafie a hierarquia na McLarenenquanto ele lutava para garantir um lugar no pódio no final da temporada. Qualquer que seja o executivo -chefe da McLaren, Zak Brown, está pensando em 2025, o australiano disse: “Estamos começando de zero” e que “todo mundo está em campo uniforme”.

O Oscar Piastri da McLaren comemora depois de vencer o Grande Prêmio do Azerbaijão de 2024 em Baku. Fotografia: Maxim Shemetov/Reuters

Red Bull, McLaren, Ferrari e Mercedes são os favoritos claros para as honras da Fórmula 1 em 2025, mas o título do motorista é um lançamento. “Provavelmente há oito motoristas que podem alcançar realisticamente isso este ano”, disse Piastri. “Normalmente, é um ou dois ou talvez três, então acho que estamos em uma temporada emocionante”.

Começa em Melbourne, que voltou ao início da programação este ano, e onde um piastri relaxado e sorridente exalou calma em sua cidade natal. Ele cumpriu as obrigações do patrocinador implacável nesta semana, de uma cadeia de hambúrgueres, a uma marca de uísque, a uma sala cheia de clientes de outro patrocinador da McLaren.

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A Austrália está acostumada a seguir a marca de automobilismo mais popular do mundo por meio de seu personagem mais extravagante, Daniel Ricciardo. Nos seus últimos anos, a ex -estrela do Red Bull parecia mais confortável em frente à câmera do que atrás do volante. Piastri é menos gregário, mas parece não menos confortável aos holofotes e com as pressões do favoritismo da F1. “Gosto de ser o caçado”, disse ele. “Normalmente significa que você está fazendo algo certo se estiver nesse local.”

Piastri passou seu treinamento fora da temporada entre ciclistas, nadadores e atletas no Instituto de Esporte Vitoriano, que atualmente está na delegacia do Albert Park assumida pelo Grande Prêmio do Carnaval. (O chefe do Instituto, ex -olímpico Nicole Livingstone, brincou na quarta -feira que Piastri “recebeu as chaves”.) O garoto de Brighton foi transportado pela cidade por suas três irmãs mais novas Hattie, Edie e Mae, que agora têm suas próprias licenças.

Apesar dos laços próximos, sua família estava no escuro sobre o maior voto de confiança que a indústria da Fórmula 1 poderia dar a Piastri. A McLaren já havia assinado o australiano até o final da próxima temporada, mas Uma nova extensão de contrato “multi-anos” foi anunciada nesta semana. Piastri revelou que esqueceu de contar à mãe. “Ela não esperava, porque nos inscrevemos por mais duas temporadas”, disse ele. “Então foi uma boa surpresa da manhã.”

Embora Piastri tenha aparecido composto nesta semana, há algumas coisas que ele não pode controlar. A previsão para a qualificação no sábado é para temperaturas em meados dos anos 30, antes de uma alta probabilidade de chuva no domingo.

“Se chover, jogará uma chave real em andamento, porque acho que sexta e sábado ficarão secos”, disse Piastri. “Domingo, sendo a primeira vez que dirigia na chuva na corrida, definitivamente apala as coisas. Então, acho que não importa de que maneira você olha para ele, será um fim de semana bastante emocionante. ”



Leia Mais: The Guardian

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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