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Governo do Acre inicia Pré-Enem Legal 2025 com foco na preparação gratuita de estudantes

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Cássia Veras

Com mais de 30 mil alunos atendidos em quatro anos, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), deu início às atividades do Pré-Enem Legal 2025. O lançamento ocorreu nesta terça-feira, 11, durante uma live transmitida pelo canal oficial da Secretaria de Educação no Youtube (youtube.com/@educacaodoacre).

Governo do Acre deu início às atividades do Pré-Enem Legal, nesta terça-feira, 11. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Na abertura, o secretário de Estado de Educação e Cultura, Aberson Carvalho, destacou a importância da iniciativa para os estudantes acreanos. “O Pré-Enem Legal foi um sonho que a gente veio desenhando desde 2022. Ano passado, alcançamos um marco histórico com 100% dos nossos alunos matriculados na rede estadual inscritos no exame. Vale lembrar que o Pré-Enem Legal é uma iniciativa do governo do Estado, sob a orientação do governador Gladson Camelí, e veio como um programa para ficar”, afirmou.

Voltado para alunos da terceira série do Ensino Médio da rede estadual e também aberto à comunidade, o Pré-Enem Legal é uma oportunidade gratuita e qualificada para que os estudantes acreanos se preparem para um dos exames mais importantes do país.

Secretário de Educação e Cultura, Aberson Carvalho, participou da abertura do Pré-Enem Legal. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A primeira aula de 2025 foi dedicada à redação e às ciências humanas. A equipe pedagógica abordou o tema da redação do ano passado, conectando-o às ciências humanas para oferecer aos estudantes um repertório consistente, com bases históricas e geográficas.

De 480 para 920 pontos na redação do Enem

O estudante João Pedro de Souza, de 18 anos, é um dos exemplos do impacto que o programa tem gerado. Ele atribui ao Pré-Enem Legal a aprovação em Letras Português e Direito na Universidade Federal do Acre (Ufac).

Estudante João Pedro de Souza, de 18 anos, passou em dois cursos na Ufac. Foto: Mardilson Gomes/SEE

“Quando eu passei, vi minha nota de redação. Eu tirei 920. Nem eu acreditei que seria capaz de tirar uma nota tão elevada assim. Depois, manifestei interesse na lista de espera para Direito e agora estou aguardando ser chamado na segunda ou terceira chamada. Os materiais do Pré-Enem Legal foram fundamentais para o meu aprendizado. A escola também foi essencial para que eu alcançasse uma boa nota no Enem, não só na redação, mas nos outros conteúdos também”, contou.

Aluno da Escola Armando Nogueira, em Rio Branco, João Pedro compartilhou como foi seu processo de preparação para o Enem 2024. “Eu comecei a revisar os conteúdos, mas não sabia exatamente o que estudar dentro dos parâmetros do Enem, porque nunca tinha feito a prova. Quando recebi os materiais do Pré-Enem Legal, os livros, comecei a compreender melhor. Foquei nas minhas maiores dificuldades, física e matemática”, disse.

“Estudo é a única ferramenta para quem quer ter um futuro melhor”, afirmou o estudante. Foto: Mardilson Gomes/SEE

“Eu mesmo elaborava questões e resolvia para entender o conteúdo. Na redação, minha primeira nota foi 480 pontos. Depois que comecei a praticar com os conteúdos do caderno de redação do Pré-Enem Legal e com a orientação da escola, aprendi a dissertar, usar repertório sociocultural, estruturar tese, desenvolvimento e conclusão. Estudo é a única ferramenta para quem quer ter um futuro melhor”, completou.

Estrutura do Pré-Enem Legal

O Pré-Enem Legal é uma iniciativa que fortalece as ações já realizadas pelas escolas, somando esforços para garantir que os alunos tenham acesso a um conteúdo de qualidade. Para isso, conta com uma equipe de professores da rede pública altamente qualificados e preparados para atender às demandas do exame.

Além das aulas regulares, o programa realiza ações itinerantes em todos os 22 municípios do Acre, levando aulões presenciais por áreas de conhecimento e oficinas temáticas, como as de redação e matemática básica – uma das áreas que costuma gerar mais insegurança nos candidatos.

Alunos do terceiro ano da rede pública participaram do aulão inaugural do Pré-Enem Legal. Foto: Mardilson Gomes/SEE

“Os estudantes morrem de medo da matemática, não gostam muito. Então a gente está trabalhando isso também, reforçando a base para ajudar na resolução e interpretação das questões. Trabalhamos as competências do Enem, abordando componentes como química, biologia, língua portuguesa, além de temas contemporâneos e transversais que são cobrados no exame”, explica Danielly Matos, chefe do Departamento de Ensino Médio da SEE.

O programa conta também com lives e podcasts mensais, que abordam cada área do conhecimento – matemática, linguagens, ciências da natureza e ciências humanas. As transmissões contam com a participação de professores, alunos e convidados, promovendo discussões relevantes para a preparação. As ações itinerantes ocorrem semestralmente, duas vezes ao ano, com atendimento especial às escolas de Rio Branco.

Danielly Matos, chefe do Departamento de Ensino Médio da SEE. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Anualmente, o Pré-Enem Legal atende cerca de 6 mil estudantes, sem contar os participantes da comunidade que, mesmo fora da rede estadual, buscam a preparação gratuita oferecida pelo programa. “Temos estudantes que já saíram da escola há algum tempo e continuam se preparando com a gente”, destaca Danielly Matos.

Segunda melhor nota de redações do Brasil

O professor de redação e linguagens, Pedro Henrique Pereira, avalia que o trabalho desenvolvido tem gerado resultados significativos: “No ano passado, conseguimos a segunda melhor nota de redações do Brasil, comparando os resultados do Enem. As oficinas de redação deram muito certo, e realizamos um trabalho intenso de correção”.

Professor de redação e linguagens, Pedro Henrique Pereira. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A expectativa da equipe é que em 2025 o Acre alcance redações nota mil. “Nosso objetivo é melhorar ainda mais, preparar o aluno para entender que a redação não é impossível. Ele pode atingir 800+, 900+ e, quem sabe, até mil pontos. Estamos prontos para ajudar com materiais, correções e aulas, porque sabemos que a redação é a grande chance de alavancar a nota no Enem”, conclui o professor.

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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