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Governo do Acre recebe embaixador da Suíça para visita à Biofábrica Clones da Amazônia

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Evander Freitas

O governo do Acre recebeu nesta terça-feira, 1°, a visita do embaixador da Suíça no Brasil, Pietro Lazzeri, à Biofábrica Clones da Amazônia, localizada no Viveiro da Floresta, na capital acreana.

A Suíça apoia o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e, por meio do Projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia (ASL), aporta recursos na Biofábrica e Viveiro da Floresta, que contribuem para mitigação e combate ao desmatamento.

Governo do Acre recebe embaixador da Suíça para visita à Biofábrica Clones da Amazônia. Foto: Emanoel Farias/Sema

O embaixador Pietro Lazzeri falou do orgulho de seu país em contribuir para projetos focados em soluções para a restauração.

Embaixador da Suíça fala do apoio ao combate ao desmatamento. Foto: Emanoel Farias/Sema

“É um projeto significativo, que oferece soluções para a restauração a partir da tecnologia da pesquisa. Estamos muito orgulhosos que a Suíça possa contribuir e apoiar esse tipo de projeto que representa o futuro”, destacou.

Sob a gestão da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), a Biofábrica possui moderna estrutura para produção de mudas, sendo pioneira na região amazônica a utilizar técnicas de cultura de tecidos.

Biofábrica tem capacidade de produzir até 200 mil mudas de espécies frutíferas ao ano. Foto: Evander Freitas/IMC

A visita, coordenada por gestores e técnicos da Sema e da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan), contou ainda com a presença de representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

A secretária adjunta do Meio Ambiente, Renata Souza, destacou a capacidade do complexo gerido pelo Estado.

Secretária adjunta Renata Souza destaca trabalho realizado pelo governo no complexo de produção de mudas.  Foto: Evander Freitas/IMC

“Nossa Biofábrica e o Viveiro da Floresta tem capacidade de produção de 1 milhão de mudas por ano. Então, nós temos muita satisfação de receber essas autoridades para compartilhar o que o estado do Acre vem realizando”, afirmou.

O representante do BNDES, Leonardo Pamplona, ressaltou o trabalho realizado pelo governo.

Representante do BNDES, Leonardo Pamplona, explica que a Biofábrica já visa expansão de sua produção. Foto: Emanoel Farias/Sema

“Depois desse tempo todo, a gente pode perceber o trabalho consolidado. A Biofábrica já está em planejamento de expansão das atividades, então podemos ver um trabalho bem importante que está ligado à parte de restauração ambiental, mas também um incentivo ao produtor rural de fazer a sua regularização ambiental”.

A Biofábrica contou com o apoio financeiro do Fundo Amazônia – Fase I, por meio do Projeto de Valorização de Ativo Ambiental Florestal (VAAF). A unidade atua na produção de mudas para atender à demanda do Programa de Regularização Ambiental (PRA), que visa a recuperação de passivos ambientais em propriedades da agricultura familiar.

Saiba mais

Fundo Amazônia – Criado em 2008 pelo governo federal, tem por finalidade captar doações para investimentos não reembolsáveis em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, e de promoção da conservação e do uso sustentável da Amazônia Legal. Também apoia o desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento no restante do Brasil e em outros países tropicais.

Biofábrica Clones da Amazônia – Inaugurada pelo governo de Estado do Acre em 2012, com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Fundo Amazônia, a unidade possui capacidade instalada para produzir 200 mil mudas de espécies frutíferas ao ano, com qualidade genética e fitossanitária pela técnica do cultivo in vitro.

A unidade atende as demandas de execução e manutenção dos Projetos de Recomposição de Áreas Degradadas e Alteradas (PRADA´s) no âmbito do PRA. Atualmente, a Biofábrica Clones da Amazônia conta com o apoio do Projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia (ASL) para a produção das mudas, que tem o Banco Mundial como agência implementadora e a Conservação Internacional como a executora do projeto.

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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