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Governo garante liberação de recursos para apoio a pequenos produtores de agricultura familiar do estado

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Dilma Tavares

O governo do Acre, por meio da Secretaria de Agricultura e da sua Representação em Brasília, garantiu a liberação de R$ 943,5 mil junto ao Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR). Eles serão utilizados na compra de 25 microtratores à diesel para apoio aos pequenos produtores da agricultura familiar no estado.

A liberação dos recursos consta de registro realizado nesta quarta-feira, 13, no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siaf) e no Transferegov.br – o portal de transferências e parcerias da União. O pedido de liberação foi feito ao MIDR no dia 5 deste mês, pela Secretaria de Agricultura, juntamente com a Representação do Governo do Acre em Brasília – Repac.

Microtratores serão usados no apoio aos pequenos produtores da agricultura familiar, especialmente os que produzem café no estado. Foto: Diego Gurgel/Secom

Conforme explicou o secretário de Agricultura, José Luis Tchê, os microtratores irão apoiar especialmente pequenos produtores da agricultura familiar que produzem café: “Os recursos chegam em boa hora para atender à necessidade dos produtores na preparação da terra, principalmente no momento em que o Acre avança na produção de café especial”.

Tchê disse que o objetivo também é incentivar essa produção, destacando o potencial do Acre na área. “O potencial do Acre não é quantidade, é qualidade, é café especial”, disse o secretário. Ele destacou o mercado que isso representa para os pequenos produtores da agricultura familiar e exemplificou com dados recentes.  “Pela primeira vez na história, dos 20 melhores produtores de café especial do país, quatro são do Acre”, afirmou.

Secretário de Agricultura, José Luis Tchê (à direita), com pequenos produtores da agricultura familiar que investem na produção de café no Acre. Foto: cedida

Apoio estratégico

O secretário da Repac, Fábio Rueda, reforçou a importância dos investimentos: “Essa ação é um passo importante para fortalecer a agricultura familiar no Acre. A liberação de R$ 943,5 mil para a aquisição de microtratores vai proporcionar aos nossos pequenos produtores as ferramentas necessárias para melhorar a produtividade e a qualidade do trabalho no campo”.

Ele ainda complementou: “Com isso, além de impulsionar a economia local, estamos promovendo geração de emprego e segurança alimentar para a população”.

Emenda e articulação

Secretário da Repac, Fabio Rueda (centro), com o secretário de Agricultura, Luis Tchê (à direita), na oportunidade em que o prefeito de Epitaciolândia, Sérgio Lopes, também estava presente. Foto: Wesley Moraes/Repac

Os R$ 943,5 mil são frutos de emenda do deputado federal Gerlen Diniz ao Orçamento Geral da União. “Agradecemos ao deputado por compreender a importância do apoio para a agricultura familiar do estado e tomar a decisão concreta na garantia dos recursos”, afirmou o secretário Tchê, em ação reforçada por Rueda.

O pedido de liberação dos recursos foi feito pelo secretário Tchê ao MIDR, juntamente com integrantes da Repac, em reunião, no dia 5 deste mês, com a coordenadora-geral de Atos Preparatórios de Instrumentos de Repasse do MDIR, Renata Silva de Oliveira, e Rosimeire Fernandes, diretora do Departamento de Projetos e Sistema Produtivos Regionais e Territoriais daquele ministério.

Seagri e Repac se reuniram com integrantes do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional buscando a liberação dos recursos para beneficiar a agricultura familiar e incentivar especialmente a cultura do café, que avança no estado. Foto: Diego Gurgel/Secom

Antes, no dia 4, os secretários Luis Tchê e Fabio Rueda se reuniram na sede da Repac, em Brasília, para tratar de medidas para garantir apoios na capital federal para avanços no setor agrícola do Acre.

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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