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Governo inicia mutirão de cirurgias oncológicas para combater câncer de pele e reduzir filas de espera
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1 ano atrásem
Luanna Lins
A Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre) deu início, neste sábado, 7, a um mutirão de cirurgias oncológicas voltadas para a retirada de câncer de pele. A iniciativa faz parte do programa Opera Acre, promovido pelo governo do Estado, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), e teve como objetivo reduzir as filas de espera pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e oferecer maior qualidade de vida aos pacientes.
O mutirão foi dividido em duas etapas, atendendo 15 pacientes no sábado e programando mais 15 procedimentos para a próxima semana, totalizando 30 cirurgias realizadas. Além da retirada de lesões, foram realizados procedimentos de reconstrução imediata para minimizar cicatrizes e deformidades, restaurando a aparência da área operada.

A presidente da Fundhacre, Soron Steiner, comemorou o alcance da iniciativa. “A Sesacre tem levado os mutirões de cirurgias para as unidades do interior regionalizando a saúde e, através dessa ação, na Fundhacre temos também outros mutirões em andamento como o de cirurgias ginecológicas. Agora, estamos iniciando este novo mutirão com o objetivo de facilitar o acesso à remoção de lesões malignas de pele, promovendo o diagnóstico precoce e o tratamento adequado. A saúde da nossa população é uma prioridade, e essa ação reforça o nosso compromisso com a prevenção e a qualidade de vida de todos os cidadãos”.
Para o cirurgião plástico Nelson Frota, que coordenou os procedimentos, a ação é ainda mais relevante por ocorrer em dezembro, mês marcado pela campanha Dezembro Laranja, dedicada à prevenção e diagnóstico precoce do câncer de pele. “Junto ao mastologista David Anderson e à equipe do Centro Cirúrgico, estamos contabilizando 30 pacientes nesse primeiro momento, sendo uma etapa essa semana e o restante na semana que vem. O projeto Opera Acre está sendo investido de uma forma intensa, assim, esperamos atender em uma melhor qualidade a população acreana”.

Entre os beneficiados está Márcia Costa, de 43 anos, que aguardava pela cirurgia de retirada de um câncer de pele. “Graças a Deus esses médicos vieram, né? Pra fazer esse mutirão, pra tirar um bocado de gente da fila. Espero [receber alta] hoje mesmo. Depois que eu me inscrevi pelo CAC foi rápido, me ligaram rápido. A gente tem que ter fé, se apegar à única coisa que a gente tem, que é a fé”.

Terezinha de Souza, de 82 anos, veio de Feijó para realizar o procedimento e agradeceu pela oportunidade: “hoje eu fui confiar em Deus que eu vou tirar isso do canto do meu olho, que não foi sinal, foi um arranhão de unha há uns quatro anos, mais ou menos. Fiz os exames em Feijó e aí eles me passaram aqui para Rio Branco, aí eu vim e ele [o médico] disse que eu tinha abertura pra operar. Fiquei muito alegre, muito alegre. Parece que aquilo vinha do meu coração, aquela alegria, minha netinha disse: “graças a Deus, vovózinha, graças a Deus a senhora vai ficar boa”, contou a aposentada.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) revelam que o câncer de pele é o tipo de câncer mais comum no Brasil, mas a detecção precoce aumenta as chances de cura. Por meio do programa Opera Acre, o governo do Estado, a Sesacre e a Fundhacre seguem avançando na redução das filas de espera, reforçando o compromisso com a saúde da população.
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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