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Governo lança programa de apoio à pesquisa e ciência para mães solo de baixa renda do Acre

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Juliana Queiroz

O governo do Acre, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Acre (Fapac), publicou na manhã desta quinta-feira, 17, o Edital n° 002/2024, que visa à abertura das inscrições para o processo seletivo de bolsas de Iniciação Científica Júnior – Mães da Ciência. O programa é destinado a pesquisadores, doutores, mestres, graduados, mães solo estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e mães solo em situação de rua.

A finalidade é fomentar a pesquisa, conscientizando o público-alvo sobre a importância da ciência e tecnologia no cotidiano e na transformação da vida dos jovens e da sociedade, apoiando e incentivando pesquisadores, doutores, mestres, graduados e mães solo para o desenvolvimento da pesquisa científica, como forma de vislumbrar potencialidades das jovens mães para futuros empreendimentos que possam lhes garantir melhor qualidade de vida e independência financeira.

“O Mãe da Ciência é um programa de pesquisa científica e inclusão social que irá estudar o mundo da mãe solo no Acre, com a participação de preceptores com doutorado e professores com graduação, que são professores da EJA, além de consultores de inovação tecnológica que vão trabalhar nessa mãe não só o conhecimento do seu mundo, mas buscar oportunidades para que possa encontrar uma alternativa econômica de abrir um pequeno negócio e sair daquela fragilidade do Bolsa Família, podendo crescer social e economicamente”, explica o presidente da Fapac, Moisés Diniz.

Equipe de governo se reúne para tratativas do programa Mães da Ciência. Foto: Pedro Devani/Secom

O programa de governo será financiado com emendas parlamentares da ex-senadora Mailza Assis, da deputada Federal Socorro Neri e de dois deputados estaduais, Manuel Moraes e Maria Antônia. Os recursos propiciarão aos participantes receber bolsas de pesquisa.

“A proposta é incluir as mães de baixa renda, as mães solo, no mundo da ciência e da tecnologia através de projetos científicos, de modo que possam receber uma bolsa de incentivo financeiro para trabalhar no projeto, sendo uma grande oportunidade, uma porta que se abre para um futuro melhor para seus filhos por meio de um empreendimento que ela possa descobrir no desenvolvimento do projeto e dali obter um recurso a mais na sua renda familiar”, ressalta a coordenadora do programa Mães da Ciência, Nilsa Almeida.

Os participantes podem se inscrever no período de 11 de novembro a 4 de dezembro.

Requisitos para os participantes

Preceptor: ser mestre ou doutor em qualquer área do conhecimento.

Mentor: ser professor da EJA, com graduação em qualquer área do conhecimento.

Mentor 2: residir em Rio Branco (AC), ser graduado em qualquer área do conhecimento e ter experiência de atendimento a pessoas em situação de rua.

Consultor de Inovação e Tecnologia: graduado em qualquer área de conhecimento, ter experiência nas áreas de negócios e empreendedorismo, ter CNPJ e atestado de capacidade técnica dos últimos 3 anos, de no mínimo 200 horas.

Aluna Nota 10 Mães da Ciência: ser mãe solo e provedora do lar, não possuir renda fixa, estar matriculada na EJA.

Mãe Solo em Situação de Rua: ser mãe solo em situação de rua.

Locais de inscrição

Para ser Preceptor ou Consultor de Inovação e Tecnologia: sede da Fapac em Rio Branco, localizada no Instituto e-Amazonia, BR-364, km 4, no Campus da Universidade Federal do Acre.

Para ser Mentor: núcleos de Educação e Coordenação da EJA do município em que reside.

Para ser Mentor 2 ou Mãe Solo em Situação de Rua: somente em Rio Branco, no Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua – Centro POP, localizado , localizado à Rua Benjamin Constant – Centro.

Para ser Aluna Nota 10 (Mãe da Ciência):  núcleos de Educação e Coordenação da EJA do município em que reside e sede da Fapac para candidatos de Rio Branco.

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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