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Governo promove projeto Cinema para Todos para migrantes e refugiados no Cine Teatro Recreio
PUBLICADO
2 anos atrásem
Carolina Torres
Promovendo o entretenimento e a alegria para pessoas imigrantes e refugiadas em Rio Branco, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), em parceria com a Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM) e a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), organizou nesta quinta-feira, 14, uma tarde de cinema no Cine Teatro Recreio.

A ação busca levar bem-estar às crianças e famílias que enfrentam momentos delicados ao se deslocarem de seus países de origem para o Brasil em busca de melhores condições de vida.
O projeto Cinema para Todos, que oferece momentos de descontração, será desenvolvido em outras instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social, como o Instituto Socioeducativo do Estado do Acre (ISE), o Lar Vicentinos, o Educandário Santa Margarida e outras.
O diretor de Assistência Social da SEASDH, Hilquias Almeida, destacou que o objetivo é proporcionar um momento de lazer e distração para essa população, conforme determinação da vice-governadora e secretária da SEASDH, Mailza Assis.

“Trouxemos aqui os imigrantes da Casa de Passagem, nossas crianças, para que possam ter um pouco de entretenimento e alegria. Também trouxemos presentes, seguindo a orientação do governo do estado e da nossa vice-governadora Mailza Assis”, afirmou.
O público pôde assistir ao filme Divertidamente 2 na sala de cinema do Cine Teatro Recreio.

O secretário municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), Wellington Divino, ressaltou que a iniciativa será levada a outras unidades que atendem a população.
“Nós estamos proporcionando a essas pessoas, como no caso da Casa dos Migrantes, um momento de lazer, uma oportunidade de se desligarem um pouco das dificuldades do dia a dia. Essa parceria veio para ficar, e estenderemos para todas as nossas unidades e para todos os públicos que atendemos”, disse.

O secretário da FEM, Minoru Kinpara, destacou que a parceria atende uma população muito especial:
“São os migrantes, pessoas que deixam seus países e enfrentam muitos problemas em seus locais de origem, sejam de ordem climática, política, ou relacionados à pobreza e à dificuldade em arrumar emprego e garantir a sobrevivência. Quando chegam ao nosso país, essas pessoas precisam ser acolhidas pelo poder público. Essa união entre o governo do estado, seguindo a orientação do governador Gladson Cameli, e a prefeitura de Rio Branco tem sido fundamental. Essa parceria é importante para oferecer algo essencial em nossas vidas: a cultura”, relatou.

Na ocasião, também foram distribuídos brinquedos para as crianças e doadas roupas, totalizando mais de 230 itens que beneficiarão as famílias residentes na Casa de Passagem de Rio Branco.
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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3 dias atrásem
14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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