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Governo Tarcísio diz que entregou em média três es…

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Pedro Pupulim

O governo de São Paulo entregou em média três obras em escolas por dia nos últimos 23 meses. Segundo a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), órgão responsável pelas reformas, entre janeiro de 2023 e novembro deste ano foram concluídas 2.401 reformas e construções, totalizando investimentos na ordem de 1,5 bilhão de reais.

De acordo com o governo, o número seria superior às 1.808 revitalizações finalizadas nos quatro anos da gestão anterior (2019-2022), registrando aumento de 32,7% no total de obras.

Ao todo, cerca de 1,1 milhão de alunos foram beneficiados pelas intervenções em 2.106 escolas no estado, incluindo implantação de laboratórios, coberturas e benfeitorias em quadras, cozinhas, refeitórios e salas de aula, além da revitalização de fachadas e de obras em telhados e em adequações de acessibilidade. Em menos de dois anos, 41,3% das edificações escolares da rede estadual de ensino teriam sido beneficiadas.

Presidente da FDE, Fabricio Moura destacou a relevância do trabalho da pasta para o desempenho dos estudantes.

“É um marco muito importante porque a gente quer deixar nossas escolas cada vez melhores, em condições mais adequadas para receber os nossos estudantes para que eles possam desenvolver suas atividades”.

Além da FDE, as intervenções podem ser contratadas e executadas também por meio de acordos com prefeituras.



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Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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