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Governo Tarcísio prevê investimentos de R$ 50 bi v…

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Pedro Pupulim

O governo de São Paulo prevê uma onda de investimentos no estado para 2025 na ordem de 50 bilhões de reais. Os aportes deverão ser fruto de uma série de leilões voltados à expansão da rede de saúde e melhoria de rodovias. Entre elas, três lotes de rodovias no interior, somando 1.200 quilômetros, e quase 15 bilhões em melhorias para os lotes Paranapanema, Rota Mogiana e Circuito das Águas.

De acordo com o governo, a ideia é fortalecer a parceria com a iniciativa privada para angariar mais investimentos para o estado, estratégia prevista nas diretrizes do Plano SP na Direção Certa, que já garantiu, desde 2023, para os próximos anos somam 780 bilhões de reais em aportes, o equivalente a quase seis vezes o orçamento anual da capital paulista.

A mobilidade urbana também está no alvo dos leilões. Com 30 bilhões de reais no leilão das linhas de trem do Lote Alto Tietê e ABC Guarulhos, que abrangem 194 quilômetros de extensão, e das 14 travessias hídricas. Além disso, há previsão de entrega da primeira fase do Rodoanel Norte em setembro e o acontecimento do leilão do Túnel Santos-Guarujá, avaliado em 6 bilhões.

“Temos muitos investimentos previstos no programa São Paulo nos Trilhos. São 40 projetos ferroviários, 190 bilhões investidos nos últimos anos com quase 70 bilhões já contratados. Estamos avançando rapidamente com a nossa infraestrutura, principalmente com a aliança entre projetos privados e públicos”, disse o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).



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Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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