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Grande assalto ao Guinness: ladrões roubaram caminhão carregando 35.000 litros | Indústria hoteleira

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Rob Davies and Helena Horton

Nos dias que antecederam o Natal, os amantes da cerveja forte ficaram cambaleando com uma crise nacional escassez de Guinness tão grave que alguns bares foram forçados a racionar litros da “coisa preta” quando as torneiras começaram a secar.

Os supermercados continuam em risco de esgotamento devido ao acúmulo de estoques dos clientes, segundo relatos, enquanto o fabricante da popular cerveja preta, Diageo, até enviou reservas de reserva do Guinness da Irlanda.

Agora pode ser revelado que os criminosos parecem ter feito esforços ainda maiores para vencer a seca, com um assalto que exacerbou a escassez nacional.

Um caminhão que transportava 400 barris de 50 litros de cerveja preta irlandesa – equivalente a 35.200 litros – desapareceu de um depósito em Midlands em meados de dezembro, pode revelar o Guardian.

Entende-se que o caminhão, cujo conteúdo se destinava a pubs desesperados por barris de Guinness durante o pico festivo, foi roubado de um centro logístico perto de Daventry, em Northamptonshire.

A Diageo, dona do Guinness, não quis comentar o suposto roubo.

Mas fontes familiarizadas com o incidente confirmaram que um subcontratado que trabalhava para uma empresa da cadeia de abastecimento da Diageo denunciou o roubo à polícia.

O Guardian abordou a polícia de Northamptonshire para comentar, mas o paradeiro da Guinness roubada permanece um mistério.

A escassez do Guinness foi alimentada por sua popularidade recente com a geração Z, muitos dos quais gostam de posar, de cerveja na mão, nas redes sociais. A Diageo, que fabrica cerveja preta forte em sua cervejaria St James’s Gate, em Dublin, intensificou seus esforços de marketing e trabalhou com influenciadores nos últimos anos para aumentar o perfil do Guinness.

O aparente roubo dá continuidade a uma série de crimes recentes em que iguarias comestíveis foram roubadas.

Em dezembro, um chef premiado com estrela Michelin lançou um apelo público aos ladrões que roubou sua van contendo 2.500 tortas “fazer a coisa certa” e dá-los às pessoas necessitadas.

Dois meses antes, detetives investigavam o roubo de 22 toneladas de queijo da Neal’s Yard Dairy prendeu um homem de 63 anos por suspeita de fraude por falsa representação e manuseio de bens roubados.

O especialista em queijos de Londres entregou 950 rodelas de cheddar – avaliadas em até 300 mil libras – a um suposto fraudador que se fazia passar por distribuidor atacadista de um grande varejista francês.

O Grande Roubo do Guinness de 2024 também não é a primeira vez que ladrões aproveitaram o movimentado período de Natal para fugir com milhares de litros do néctar de ébano.

Em 2007, um van entrou na cervejaria St James’s Gateonde é feita a Guinness, e escapou com 180 barris de Guinness, 180 barris de Budweiser e 90 barris de Carlsberg, o equivalente a 40 mil litros, também na véspera do Natal.

Este artigo foi alterado em 31 de dezembro de 2024. A versão original dizia que 400 barris continham cerca de 20.000 litros. O número real (para barris de 50 litros) é de 35.200 litros.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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