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Grupos rebeldes lançam ataques à cidade síria de Aleppo | Notícias

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O exército sírio afirma que as suas forças “continuam a repelir a grande ofensiva lançada por grupos terroristas armados” na cidade de Aleppo.

Pelo menos quatro pessoas foram mortas quando grupos rebeldes lançaram ataques em Aleppo pela primeira vez em anos, informou a mídia estatal síria, enquanto as forças rebeldes intensificavam o ataque a posições controladas pelo governo no noroeste do país.

Os rebeldes lançaram um ataque terrestre à cidade de Aleppo depois de explodirem dois carros-bomba na sexta-feira, e estavam em confronto com as forças do governo na periferia oeste da cidade, de acordo com um monitor da guerra na Síria e combatentes.

A agência de notícias estatal turca Anadolu informou que os grupos armados entraram no centro da cidade de Aleppo, sem fornecer mais detalhes.

O exército sírio disse na sexta-feira que repeliu uma grande ofensiva na cidade.

“As nossas forças continuam a repelir a grande ofensiva lançada por grupos terroristas armados”, afirmou o exército num comunicado, acrescentando que foi “capaz de retomar o controlo de certas posições”.

Anteriormente, quatro civis, incluindo dois estudantes, foram mortos quando grupos rebeldes bombardearam um prédio que abrigava estudantes universitários na sexta-feira, informou a agência de notícias estatal SANA.

Rebeldes liderados pelo grupo armado Hay’et Tahrir al-Shams lançaram na quarta-feira uma ofensiva, capturando uma dúzia de cidades e aldeias na província de Aleppo, no noroeste.

O ataque é o combate mais intenso no noroeste da Síria desde 2020, quando as forças governamentais tomaram áreas anteriormente controladas por combatentes da oposição, e ocorreu após semanas de violência moderada.

Aviões de guerra russos e sírios bombardearam áreas controladas por rebeldes no noroeste da Síria, perto da fronteira com Turkiye, na quinta-feira, para tentar repelir a ofensiva que capturou território pela primeira vez em anos, disseram fontes do exército sírio e rebeldes.

Reportando de Hatay, Turkiye, Sinem Koseoglu da Al Jazeera disse que fontes da oposição afirmam ter tomado o controle de mais de 47 aldeias.

“Eles assumiram o controle da zona rural de Aleppo Ocidental. Mas é claro que estão perto do centro da cidade de Aleppo… As facções da oposição também assumiram o controlo da autoestrada M5, que é uma rota logística e de transferência militar muito forte”, disse ela.

“Dada a situação no sul do Líbano, a oposição viu uma oportunidade de recuperar estes lugares do governo sírio”, acrescentou ela.

O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários afirmou que “mais de 14 mil pessoas – quase metade são crianças – foram deslocadas” pela violência.

Um tanque do exército sírio destruído fica na vila de Anjara, na periferia oeste de Aleppo, na Síria (Arquivo: Omar Albam/AP)

Sarmad, 51 anos, morador de Aleppo, disse à AFP que podia ouvir “os sons de mísseis e bombardeios de artilharia 24 horas por dia”.

“Temos medo de que a guerra ecloda e sejamos novamente deslocados das nossas casas”, disse ele.

A guerra civil na Síria começou quando as forças do presidente Bashar al-Assad reprimiram em 2011 os protestos pró-democracia.

Ao longo dos anos, o conflito transformou-se numa guerra complexa que atraiu potências estrangeiras, incluindo a Rússia, o Irão, aliados de al-Assad, e o grupo armado libanês Hezbollah.

O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, “enfatizou o apoio contínuo do Irã ao governo, à nação e ao exército da Síria em sua luta contra o terrorismo”, durante um telefonema com seu homólogo sírio, Bassam al-Sabbagh, de acordo com um comunicado na sexta-feira.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, descreveu a situação em Aleppo como “uma violação da soberania da Síria”.

Ele expressou apoio ao “governo da Síria para restaurar rapidamente a ordem neste distrito e restaurar a ordem constitucional”.

Questionado sobre relatos não confirmados do Telegram russo de que al-Assad teria voado para Moscou para conversações com o presidente russo, Vladimir Putin, Peskov disse que não tinha “nada a dizer” sobre o assunto.



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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