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Guerra da Rússia-Ucrânia: Lista de eventos-chave, dia 1.104 | Notícias da Guerra da Rússia-Ucrânia
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2 anos atrásem
Estes são os principais desenvolvimentos no dia 1.104 da guerra da Rússia na Ucrânia.
Aqui está a situação na terça -feira, 4 de março:
Combate
- Os militares da Ucrânia disseram que destruiu 46 dos 83 drones russos lançados no país durante a noite. Outros 31 drones foram “perdidos” e não conseguiram atingir seus alvos.
- Um ataque de drones ao porto do mar negro da Ucrânia de Odessa Infraestrutura de energia danificada na área, desencadeando interrupções de potência e fornecimento de calor na cidade, escreveu o governador regional Oleh Kiper. O prefeito de Odesa, Gennadiy Trukhanov, disse que o ataque nocauteou três plantas de caldeira.
- Um ataque de drones ucranianos direcionou uma empresa industrial na cidade de Syzran, no sul da Rússia, disse o governador da região de Samara na terça -feira, acrescentando que não havia baixas. Um canal russo do telegrama alegou que a refinaria de petróleo de Syzran foi atingida no ataque.
- Um ataque de drones em massa ucranianos no distrito de Chertovsky, na região do sul de Rostov, na Rússia, incendiou um oleoduto, disse o governador regional Yury Slyusar. Mais tarde, ele disse que a queda de detritos também desencadeou um incêndio em uma instalação de armazenamento de um local industrial na área.
- Um ataque míssil russo a um campo de treinamento do Exército perto da vila de Cherkaske matou vários soldados, informou a agência de notícias da AFP, citando uma fonte militar ucraniana. Embora um número oficial de mortos não tenha sido divulgado, o blogueiro militar ucraniano Yury Butusov disse que cerca de 30 a 40 soldados foram mortos e 90 outros feridos.
- Moscou confirmou que Kyiv retornou 33 civis que foram deslocados do ocidental Região de Kursk Depois que a Ucrânia assumiu o território. O ombudomano dos direitos humanos da Rússia, Tatyana Moskalkova, disse que a entrega é possível com o apoio do Comitê Internacional da Cruz Vermelha e da Mediação da Bielorrússia.
Economia
- A agência de notícias da Reuters relatou um grande acidente nos títulos internacionais da Ucrânia após o Clash público Entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy.
Política e diplomacia
- O Kremlin disse que a próxima rodada da Rússia-EUA fala sobre o final a invasão da Ucrânia É improvável que ocorra antes que as embaixadas de ambos os países retomem operações normais.
- A AFP citou Zelenskyy dizendo que “não seria simples” substituí -lo como líder de Kiev. No entanto, ele reiterou sua vontade de renunciar em troca da entrada da Ucrânia na OTAN como país membro.
- O ministro das Forças Armadas do Reino Unido, Luke Pollard, disse à Rádio Times que nenhum acordo foi feito sobre como seria uma trégua na Ucrânia. A AFP também informou, citando uma fonte do governo, que “uma trégua de um mês não foi acordada”.
- Um porta -voz do primeiro -ministro do Reino Unido, Keir Starmer, disse que os países europeus estavam olhando para várias opções para acabar com a guerra da Rússia contra a Ucrânia. No entanto, o porta -voz não forneceu detalhes sobre essas opções.
- O porta -voz do Kremlin, Dmitry Peskov, criticou a Cúpula de Segurança de Londres e disse que as promessas feitas pelos líderes europeus de aumentar o financiamento para Kiev apenas permitiriam que as hostilidades continuassem, em vez de contribuir para uma resolução pacífica do conflito.
- Peskov também disse que a luta do Salão Oval entre Trump e Zelenskyy mostra como seria desafiador chegar a um acordo com a Ucrânia. Acusando Zelenskyy de não querer paz e demonstrar “uma completa falta de habilidades diplomáticas”, Peskov disse: “Alguém deveria fazê -lo querer paz”.
- Zelenskyy disse à UK Media que um cessar -fogo sem garantias de segurança não traria um fim sustentável à invasão da Rússia em seu país. “Será um fracasso para todos se a Ucrânia for forçada a um cessar -fogo sem garantias sérias de segurança”, disse ele.
- O ministro da Energia da Ucrânia, alemão Galushchenko, enviou uma carta ao chefe da Agência Internacional de Energia Atômica, Rafael Grossi, pedindo à AIEA que cumpra as leis da Ucrânia. A carta de Galushchenko lembrou à agência que as rotações da equipe não podiam ocorrer sem permissão das autoridades ucranianas.
- Grossi defendeu a rotação através do território ocupado pela Rússia e disse que a única razão pela qual eles fizeram isso foi porque ele era responsável pela segurança de seus funcionários.
- Starmer disse ao Parlamento do Reino Unido que um acordo de minerais entre os EUA e a Ucrânia não seria “suficiente por si só” sem garantias de segurança.
- Um acordo para acabar com a guerra da Rússia na Ucrânia é “ainda muito, muito longe”, disse Zelenskyy, acrescentando que espera continuar nos recebendo apoio, apesar de sua recente briga com Trump.
- Trump disse que “não aguentaria” a posição de Zelenskyy em um possível cessar -fogo com a Rússia depois que Zelenskyy disse que o fim da guerra estava muito longe. “Esta é a pior declaração que poderia ter sido feita por Zelensky, e os Estados Unidos não o suportarão por muito mais tempo”, disse Trump em sua rede social da verdade.
- Em resposta, Zelenskyy disse em um post da mídia social que ele quer terminar a guerra como “o que possível” e acrescentou que “é muito importante tentarmos tornar nossa diplomacia realmente substantiva para acabar com essa guerra”.
- Trump disse que forneceria uma atualização sobre o acordo de minerais na terça -feira e reiterou que Zelenskyy deveria agradecer o apoio de Washington a Kiev.
- O governo de Trump tem Financiando financiamento de qualquer nova venda de armas para a Ucrânia depois de sua brigada crescente com Zelenskyy. A Reuters informou, citando um funcionário da Casa Branca, que Washington está revisando sua ajuda para garantir que os EUA estejam contribuindo para a paz.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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23 horas atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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