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Guerra Rússia-Ucrânia: Lista dos principais eventos, dia 1.043 | Notícias da guerra Rússia-Ucrânia

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Aqui estão os principais acontecimentos no 1.043º dia da invasão da Ucrânia pela Rússia.

Esta é a situação na quinta-feira, 2 de janeiro:

Combate

  • A Rússia lançou um ataque matinal de drones no dia de Ano Novo no Capital ucraniana, Kyiv que matou duas pessoas, feriu pelo menos outras seis e danificou edifícios em dois distritos.
  • Dois andares de um edifício residencial no centro de Kiev foram parcialmente destruídos na greve, segundo o Serviço de Emergência do Estado.
  • O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, disse que, quando o Ano Novo começou, tudo o que Moscovo conseguia pensar era em prejudicar a Ucrânia: “Mesmo na véspera de Ano Novo, a Rússia só estava preocupada em como prejudicar a Ucrânia”.
  • Os militares ucranianos disseram que abateram 63 dos 111 drones lançados pela Rússia durante a noite de quarta-feira, enquanto 46 foram abatidos por interferência eletrônica.
  • De acordo com as autoridades locais, vários edifícios residenciais na cidade de Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia, pegaram fogo durante a noite após os ataques e uma mulher foi resgatada.
  • O comandante-em-chefe da Ucrânia, Oleksandr Syrskii, visitou as forças ucranianas na região fronteiriça russa de Kursk e disse que o exército russo perdeu mais de 34.000 soldados, mortos ou feridos, nas suas tentativas de expulsar os soldados ucranianos do território russo.
  • Nos cinco meses anteriores, cerca de 700 prisioneiros de guerra russos foram capturados, que a Ucrânia poderia trocar pelo seu próprio povo mantido em cativeiro russo, disse Syrskii.

Economia

  • O trânsito de Gás russo através da Ucrânia para a Europa foi suspenso, disseram autoridades russas e ucranianas.
  • A russa Gazprom disse que não tinha meios legais ou técnicos para bombear gás através da Ucrânia depois que Kiev permitiu a expiração de um contrato de trânsito de gás.
  • O Presidente Zelenskyy disse que a decisão de interromper o trânsito do gás russo através da Ucrânia foi “uma das maiores derrotas de Moscovo”.
  • O ministro da Energia ucraniano, Herman Halushchenko, classificou a suspensão do trânsito como um “evento histórico” e foi uma decisão tomada “no interesse da segurança nacional”.
  • A Polónia também saudou o fim do trânsito de gás russo através da Ucrânia, com o ministro dos Negócios Estrangeiros polaco, Radoslaw Sikorski, a dizer que o corte marcou “uma nova vitória após o alargamento da NATO à Finlândia e à Suécia”.
  • A Gazprom da Rússia suspendeu o fornecimento de gás à Eslováquia após o fim de um acordo de trânsito para transportar gás através da Ucrânia.
  • O importador de gás eslovaco SPP disse que se preparou para tal situação e que abasteceria todos os seus clientes através de rotas alternativas, principalmente através de gasodutos provenientes da Alemanha e da Hungria, mas que enfrentaria custos adicionais em taxas de trânsito.
  • O governo eslovaco criticou a decisão da Ucrânia, com o primeiro-ministro pró-russo do país, Robert Fico, a ameaçar, por sua vez, interromper o fornecimento de electricidade da Eslováquia à Ucrânia.
  • A interrupção do fluxo de gás foi sentida imediatamente na região separatista da Transnístria, na Moldávia, que foi forçada a cortar o aquecimento e o fornecimento de água quente às famílias. O território predominantemente de língua russa, com cerca de 450 mil habitantes, separou-se da Moldávia no início da década de 1990, quando a União Soviética entrou em colapso e ainda tem cerca de 1.500 soldados estacionados lá.
  • O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou ao seu governo e ao maior banco do país, o Sberbank, que construíssem uma cooperação com a China em inteligência artificial. As instruções de Putin foram publicadas no site do Kremlin, três semanas depois de ele ter anunciado que a Rússia se uniria aos parceiros do BRICS e a outros países para desenvolver IA.

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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