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Como o jogo ‘Pokémon TCG Pocket’ afeta sua frustração para que você pague

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Quase trinta anos após seu nascimento, a licença Pokémon continua a ter sucesso. Jogos para celular Pokémon TCG Bolsolançado em 30 de outubro, já acumulou mais de 60 milhões de downloads em 89 países. Um sucesso que ele deve em particular ao seu modelo grátis para jogar (acesso gratuito): “Ao contrário dos jogos mais tradicionais, onde há um custo de entrada, estes jogos aparentemente não custam nada”explica Sylvia Kairouz, professora da Universidade Concordia (Quebec), especialista nos determinantes sociais do comportamento do consumidor e do abuso de jogos. Pokémon TCG Bolso é projetado, como na maioria grátis para jogarpara encorajar os jogadores a pagar. E consegue isto apoiando-se em mecanismos subtis que exploram uma fraqueza universal: a frustração.

A ilusão da escolha

Nostálgico e inovador, Pokémon TCG Bolso consiste na coleta de cartas digitais misturando ilustrações emblemáticas das primeiras edições e criações exclusivas, que serão utilizadas para o envolvimento em batalhas. Para completar a sua coleção (o “Cartodex”), os jogadores podem abrir gratuitamente, a cada doze horas, um dos quatro packs virtuais disponíveis – Charizard, Pikachu, Mewtwo e Fabulous Island – que contêm cinco cartas cada. A raridade dessas cartas varia e é dividida em oito categorias distintas, que vão desde a carta comum (♢) até a carta dourada (♛).

As cartas são categorizadas em oito níveis de raridade

Ao longo da experiência, a interface mantém a ilusão de escolha. Para diversificar a sua coleção, o jogador pode optar pelo pacote que mais lhe convém – o famoso Charmander, por exemplo, só está acessível nos pacotes Charizard.

Mas o livre arbítrio do jogador pára aí. A escolha de impulsionadoresque determina as cartas geradas em cada baralho, é apenas uma ilusão, pois é regido por probabilidades estritamente definidas pelos desenvolvedores do jogo:

  • Você tem 99,95% de chance de conseguir um reforço comum, que inclui principalmente cartões de nível básico ou médio…
  • …e apenas 0,05% para um reforço raro, que contém cartas especiais, como Pokémon poderosos (os famosos “Ex”) ou cartas de treinador com habilidades únicas.

Ao contrário de outros jogos onde a habilidade e estratégia dos jogadores são enfatizadas, Pokémon depende acima de tudo do acaso. Aspecto divertido, resultado incerto: jogos baseados nessas sacolas surpresa virtuais (caixas de saque) são semelhantes em muitos aspectos aos jogos de azar tradicionais. “O jogador é convidado a abrir conteúdos que desconhece, sem qualquer garantia do que receberá. Este mecanismo joga com a esperança de obter uma vantagem e com a frustração de, em última análise, não a receber.explica Sylvia Kairouz.

A difícil compreensão das probabilidades

Neste tipo de jogo, as probabilidades, muitas vezes complexas e de difícil interpretação, contribuem para dar ao jogador uma falsa impressão de controlo. Assim, dentro de um reforço Normalmente, as chances de encontrar uma carta específica variam dependendo da ordem de compra, adicionando uma camada adicional de incerteza.

A relação com o tempo

Para incentivar a retenção e lealdade dos jogadores, Pokémon TCG Bolso primeiro cria uma sensação de recompensa imediata, uma vez que o impulsionadores brindes oferecidos na instalação do jogo facilitam a aquisição de cartas comuns. “Desde o início, isto dá a impressão de que nos estão a ser oferecidos algo vantajoso, da mesma forma que uma slot machine ou uma roleta”, argumentou Sylvia Kairouz.

Mas, uma vez instalado o vício, a frustração rapidamente toma conta do jogador, que deve esperar doze horas entre cada sorteio, e cuja taxa de preenchimento do “Cartodex” diminui, devido à menor probabilidade de ganhar cartas raras que ele não ganha. ainda não.

O custo do acaso

Esta mecânica não é produto de sadismo deliberado por parte dos editores de jogos grátis para jogar : a frustração está no cerne do seu modelo económico. Tal como os seus concorrentes, o Pokémon TCG Pocket oferece uma assinatura mensal de 9,99 euros que lhe permite abrir um reforço adicional a cada dia, ou para comprar diretamente as cartas que faltam na coleção usando Poké Ingots, a moeda virtual do jogo.

É assim que os jogos são financiados grátis para jogar : entrada gratuita, dependem principalmente de receitas indiretas como publicidade, venda de dados pessoais e micropagamentos, que permitem a compra de conteúdos com baixo valor unitário.

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Mas será que o jogo realmente vale a pena? De acordo com a estimativa de Mundopara completar o seu “Cartodex”, você precisa em média…



Este cálculo, de caráter meramente informativo, permite comparar a eficácia do pagamento mensal com a modalidade gratuita. Baseia-se nas regras tradicionais do jogo: os jogadores podem abrir dois boosters por dia na versão gratuita e três boosters por dia na versão paga. No entanto, não leva em consideração outras formas de aquisição de cartas, como recompensas de missões ou trocas de jogadores, que ainda não estão disponíveis. Nesta simulação, a escolha dos packs é feita aleatoriamente, com probabilidade uniforme de 1/4, enquanto, no jogo, os jogadores podem escolher seus packs estrategicamente para reduzir o tempo necessário para completar sua coleção.


Ao pagar, poupará três anos em comparação com a opção gratuita, mas terá gasto cerca de 695 euros. E isso não acabará tão cedo. A cada nova extensão proposta pelos desenvolvedores, o número de cartões aumentará e o potencial faturará com isso.

“Quem “monetiza” muito é chamado baleias (“baleias”)explica Sylvia Kairouz. Eles representam aproximadamente 2% a 5% dos usuários de jogos grátis para jogar. » Embora esta percentagem possa parecer pequena, é responsável por uma parcela substancial das receitas geradas. Em algumas semanas, Pokémon TCG Bolso já arrecadou 208 milhões de dólares (cerca de 200 milhões de euros) em receitas brutas da App Store e do Google Play, segundo dados daAppMagic.

Jogos organizados como Pokémon TCG Bolso em volta «caixas de saque» e as opções pagas são hoje ainda mais criticadas por serem acessíveis a uma população muito jovem. É por isso que alguns países como a Bélgica e a Holanda os têm banido há vários anos.



Leia Mais: Le Monde

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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