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Guerra Rússia-Ucrânia: Lista dos principais eventos, dia 968 | Notícias da guerra Rússia-Ucrânia
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2 anos atrásem
À medida que a guerra entra no seu 968º dia, estes são os principais desenvolvimentos.
Esta é a situação no domingo, 20 de outubro de 2024.
Combate
- A Ucrânia lançou uma série de drones visando Moscou e o oeste da Rússia, segundo autoridades regionais.
- Unidades de defesa aérea russas abateram 110 drones ucranianos sobre a Rússia, disse o Ministério da Defesa, incluindo um sobre a região de Moscou, 43 sobre a região fronteiriça de Kursk e 27 sobre a região sudoeste de Lipetsk.
- As unidades de defesa aérea da Rússia destruíram pelo menos um drone voando em direção à capital, disse o prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, no aplicativo de mensagens Telegram, enquanto destroços de drones provocaram vários incêndios de curta duração em Lipetsk, disse o governador regional no aplicativo. Nenhum ferimento ou dano significativo foi relatado nos ataques.
- Quatro bombeiros sofreram ferimentos leves por estilhaços em um ataque de drone ucraniano em uma zona industrial na cidade de Dzerzhinsk, na região russa de Nizhny Novgorod, disse o governador regional.
- As unidades de defesa aérea da Ucrânia responderam a um ataque aéreo russo a Kiev, disse o prefeito da capital ucraniana na noite de sábado. “Fique em abrigos!” Vitali Klitschko disse no Telegram.
- As forças russas assumiram o controle da vila de Zoryane, na região oriental de Donetsk, na Ucrânia, informou a agência de notícias Interfax, citando o Ministério da Defesa da Rússia.
- Norte-coreano tropas apoiando a Rússia na sua guerra seria um “enorme” risco de escalada, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha. Autoridades ucranianas divulgaram um vídeo que supostamente mostra dezenas de recrutas norte-coreanos fazendo fila para recolher uniformes militares russos em um local desconhecido. O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, disse que não poderia confirmar relatos sobre tropas norte-coreanas, acrescentando que tal medida seria preocupante.
Diplomacia
- Os ministros da defesa das nações do Grupo dos Sete (G7) apoiaram O caminho “irreversível” da Ucrânia à adesão à OTAN. A reunião em Nápoles, Itália, no sábado, marcou a primeira reunião ministerial do G7 dedicada à defesa.
- A Rússia disse que a admissão da Ucrânia à OTAN representaria uma resolução política e diplomática de o conflito impossível e levar à sua escalada, informou a agência de notícias RIA, citando o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia.
- O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noel Barrot, prometeu apoio Presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy“plano de vitória” de para acabar com a guerra com a Rússia através de negociações, dizendo aos repórteres em Kiev que trabalharia com autoridades ucranianas para conseguir que outros países apoiassem também a proposta.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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11 horas atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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