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Guerra Rússia-Ucrânia: Lista dos principais eventos, dia 985 | Notícias da guerra Rússia-Ucrânia
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2 anos atrásem
À medida que a guerra entra no seu 985º dia, estes são os principais desenvolvimentos.
Esta é a situação na quarta-feira, 6 de novembro:
Combate
- Um ataque russo com mísseis contra a cidade de Zaporizhzhia, no sudeste da Ucrânia, matou seis pessoas, feriu pelo menos outras 20 e destruiu uma instalação de infraestrutura crítica, disseram autoridades ucranianas.
- Um drone do exército ucraniano atacou um bloco de apartamentos na cidade russa de Belgorod, ferindo um civil e incendiando três apartamentos.
- Os militares ucranianos afirmaram ter abatido 48 dos 79 drones e dois mísseis lançados pela Rússia durante a noite.
- O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que embora acredite que a Ucrânia é incapaz de produzir armas nucleares, é capaz de fabricar uma “bomba suja” – uma arma convencional que combina explosivos com material radioactivo.
Tropas norte-coreanas na Ucrânia
- O Ministério da Defesa da Coreia do Sul reiterou a sua convicção de que mais de 10.000 soldados norte-coreanos estão na Rússia, com um “número significativo” nas áreas da linha da frente, incluindo a região russa de Kursk.
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse que as primeiras batalhas entre as tropas ucranianas e norte-coreanas “abrem uma nova página de instabilidade no mundo” depois que o ministro da Defesa do país, Rustem Umerov, disse que um “pequeno confronto” ocorreu.
- Os ministros dos Negócios Estrangeiros das democracias do Grupo dos Sete (G7) – Estados Unidos, Japão, Itália, Grã-Bretanha, Alemanha, França e Canadá – e três aliados – Coreia do Sul, Austrália e Nova Zelândia – apelaram ao envio de tropas norte-coreanas para a Rússia. uma “expansão perigosa do conflito”.
Assuntos internacionais
- A Rússia utilizaria todos os meios possíveis para se defender em resposta à agressão da NATO, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Sergey Lavrov, acrescentando que “ninguém estará seguro”.
- Pacotes que explodiram em depósitos logísticos em vários países europeus foram um teste para uma conspiração russa para desencadear explosões em voos de carga para os Estados Unidos, segundo um conselheiro presidencial lituano. Os governos ocidentais e as agências de inteligência disseram anteriormente que Moscovo está por trás de uma série de atos de sabotagem destinados a desestabilizar os aliados da Ucrânia.
- Os procuradores polacos indiciaram dois homens – um cidadão bielorrusso e um cidadão polaco – sob acusações de cooperação com os serviços de inteligência bielorrussos em operações de espionagem no país. Se condenados, eles podem pegar até 10 anos de prisão.
- A Polónia planeia investir três mil milhões de zlotys (744 milhões de dólares) para aumentar a produção de munições, de acordo com um novo projeto de lei, uma vez que visa garantir que terá fornecimentos suficientes no caso de um ataque russo.
- O provável novo comissário de energia da União Europeia, Dan Jorgensen, disse numa audiência parlamentar que quer “acelerar” o fim da dependência do bloco dos combustíveis fósseis russos.
Assuntos russos
- Um engenheiro de uma fábrica que fabrica tanques para a guerra da Rússia na Ucrânia foi preso por 16 anos depois de ser condenado por passar segredos militares a Kiev, semanas depois de sua esposa ter recebido uma sentença semelhante.
- Um tribunal de Moscovo multou a gigante tecnológica norte-americana Apple em 3,6 milhões de rublos (36.889 dólares) por se recusar a remover dois podcasts contendo “informações destinadas a desestabilizar a situação política na Rússia”.
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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