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Guerras israelenses em Gaza e Líbano na agenda da cúpula árabe-islâmica na Arábia Saudita | Notícias do conflito Israel-Palestina
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O presidente palestino, Mahmoud Abbas, e o primeiro-ministro libanês, Najib Mikati, estão entre os que participarão da reunião em Riad.
Os líderes árabes e muçulmanos deverão realizar uma cimeira na Arábia Saudita que se concentrará nas guerras devastadoras de Israel em Gaza e no Líbano, de acordo com a mídia estatal saudita.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros saudita anunciou a cimeira de segunda-feira, no final de Outubro, durante a primeira reunião de uma “aliança internacional” que pressiona pela uma solução de dois Estados para o conflito israelo-palestiniano.
Num relatório, a Agência de Imprensa Saudita afirmou que a “agressão” de Israel em Gaza e no Líbano “obrigou os líderes árabes e islâmicos a tomar medidas urgentes”.
“As principais prioridades (para a cimeira) incluem travar a agressão, proteger os civis, fornecer apoio ao povo palestiniano e libanês, unificar posições e exercer pressão sobre a comunidade internacional para tomar medidas decisivas para acabar com os ataques em curso e estabelecer uma paz e estabilidade duradouras. na região”, acrescentou.
O canal de notícias estatal saudita Al Ekhbariya transmitiu imagens do presidente nigeriano Bola Tinubu e do primeiro-ministro libanês Najib Mikati pousando em Riad para a cúpula na noite de domingo.
O presidente palestino, Mahmoud Abbas, e o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, estão entre os participantes programados.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, não participaria devido a “assuntos executivos” urgentes, disseram autoridades. Mas num telefonema com o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, Pezeshkian disse que o primeiro vice-presidente do Irão, Mohammad Reza Aref, participará na cimeira.
A reunião de novembro de 2023 contou com a participação do então presidente do Irã, Ebrahim Raisi.
A cimeira acontece um ano depois uma reunião semelhante em Riad da Liga Árabe, com sede no Cairo, e da Organização de Cooperação Islâmica (OIC), com sede em Jeddah, durante os quais os líderes condenaram as acções israelitas em Gaza como “bárbaras”. No entanto, não conseguiram chegar a acordo sobre uma acção contra Israel, apesar dos apelos para romper os laços económicos e diplomáticos com o país.
A OCI, com 57 membros, e a Liga Árabe, com 22 membros, incluem países que reconhecem Israel e aqueles que se opõem firmemente à sua integração regional. A cimeira do ano passado em Riade assistiu a divergências sobre medidas como o corte dos laços económicos e diplomáticos com Israel e a interrupção do seu fornecimento de petróleo.
A eleição de Donald Trump na semana passada para um segundo mandato na Casa Branca provavelmente estará na mente dos líderes em Riad, disse Anna Jacobs, analista sênior do Golfo do grupo de reflexão International Crisis Group.
“Esta cimeira é uma oportunidade para os líderes regionais sinalizarem à próxima administração Trump o que pretendem em termos de envolvimento dos EUA”, disse ela à agência de notícias AFP. “A mensagem provavelmente será de diálogo, desescalada e convocação de campanhas militares israelenses na região.”

Umer Karim, especialista em política saudita da Universidade de Birmingham, disse que Riade aproveitará a cimeira de segunda-feira para sinalizar à nova equipa de Trump que continua a ser um parceiro forte.
A mensagem é que Trump “pode contar com os sauditas como representantes do mundo muçulmano” e que “se quiser alargar os interesses americanos na região, a Arábia Saudita é a sua aposta”, disse ele.
O genocídio de Israel em Gaza começou depois de um acontecimento sem precedentes Ataque do Hamas em outubro de 2023ceifando mais de 1.100 vidas. Desde então, Israel matou mais de 43.600 palestinos em Gaza, a maioria deles civis.
Israel também tem como alvo o Grupo armado libanês, Hezbollahmatando mais de 3.100 pessoas naquele país em um ano.
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Curso de Medicina Veterinária da Ufac promove 4ª edição do Universo VET — Universidade Federal do Acre
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29 de novembro de 2025As escolas da rede municipal realizam visitas guiadas aos espaços temáticos montados especialmente para o evento. A programação inclui dois planetários, salas ambientadas, mostras de esqueletos de animais, estudos de células, exposição de animais de fazenda, jogos educativos e outras atividades voltadas à popularização da ciência.
A pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino, acompanhou o evento. “O Universo VET evidencia três pilares fundamentais: pesquisa, que é a base do que fazemos; extensão, que leva o conhecimento para além dos muros da Ufac; e inovação, essencial para o avanço das áreas científicas”, afirmou. “Tecnologias como robótica e inteligência artificial mostram como a inovação transforma nossa capacidade de pesquisa e ensino.”
A coordenadora do Universo VET, professora Tamyres Izarelly, destacou o caráter formativo e extensionista da iniciativa. “Estamos na quarta edição e conseguimos atender à comunidade interna e externa, que está bastante engajada no projeto”, afirmou. “Todo o curso de Medicina Veterinária participa, além de colaboradores da Química, Engenharia Elétrica e outras áreas que abraçaram o projeto para complementá-lo.”
Ela também reforçou o compromisso da universidade com a democratização do conhecimento. “Nosso objetivo é proporcionar um dia diferente, com aprendizado, diversão, jogos e experiências que muitos estudantes não têm a oportunidade de vivenciar em sala de aula”, disse. “A extensão é um dos pilares da universidade, e é ela que move nossas ações aqui.”
A programação do Universo VET segue ao longo do dia, com atividades interativas para estudantes e visitantes.
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Doutorandos da Ufac elaboram plano de prevenção a incêndios no PZ — Universidade Federal do Acre
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27 de novembro de 2025Doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal (Rede Bionorte) apresentaram, na última quarta-feira, 19, propostas para o primeiro Plano de Prevenção e Ações de Combate a Incêndios voltado ao campus sede e ao Parque Zoobotânico da Universidade Federal do Acre (Ufac). A atividade foi realizada na sala ambiente do PZ, como resultado da disciplina “Fundamentos de Geoinformação e Representação Gráfica para a Análise Ambiental”, ministrada pelo professor Rodrigo Serrano.
Entre os produtos apresentados estão o Mapa de Risco de Fogo, com análise de vegetação, áreas urbanas e tráfego humano, e o Mapa de Rotas e Pontos de Água, com trilhas de evacuação e açudes úteis no combate ao fogo.
O Parque Zoobotânico abriga 345 espécies florestais e 402 de fauna silvestre. As medidas visam garantir a segurança da área, que integra o patrimônio ambiental da universidade.
“É importante registrar essa iniciativa acadêmica voltada à proteção do Campus Sede e do PZ”, disse Harley Araújo da Silva, coordenador do Parque Zoobotânico. Ele destacou “a sensibilidade do professor Rodrigo Serrano ao propor o desenvolvimento do trabalho em uma área da própria universidade, permitindo que os doutorandos apliquem conhecimentos técnicos de forma concreta e contribuam diretamente para a gestão e segurança” do espaço.
Participaram da atividade os doutorandos Alessandro, Francisco Bezerra, Moisés, Norma, Daniela Silva Tamwing Aguilar, David Pedroza Guimarães, Luana Alencar de Lima, Richarlly da Costa Silva e Rodrigo da Gama de Santana. A equipe contou com apoio dos servidores Nilson Alves Brilhante, Plínio Carlos Mitoso e Francisco Félix Amaral.
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Ufac sedia 10ª edição do Seminário de Integração do PGEDA — Universidade Federal do Acre
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27 de novembro de 2025Coordenadora geral da Rede Educanorte, a professora Fátima Matos, da Universidade Federal do Pará (UFPA), destacou que o seminário tem como objetivo avaliar as atividades realizadas no semestre e planejar os próximos passos. “A cada semestre, realizamos o seminário em um dos polos do programa. Aqui em Rio Branco, estamos conhecendo de perto a dinâmica do polo da Ufac, aproximando a gestão da Rede da reitoria local e permitindo que professores, coordenadores e alunos compartilhem experiências”, explicou. Para ela, cada edição contribui para consolidar o programa. “É uma forma de dizer à sociedade que temos um doutorado potente em Educação. Cada visita fortalece os polos e amplia o impacto do programa em nossas cidades e na região Norte.”
Durante a cerimônia, o professor Mark Clark Assen de Carvalho, coordenador do polo Rio Branco, reforçou o papel da Ufac na Rede. “Em 2022, nos credenciamos com sete docentes e passamos a ser um polo. Hoje somos dez professores, sendo dois do Campus Floresta, e temos 27 doutorandos em andamento e mais 13 aprovados no edital de 2025. Isso representa um avanço importante na qualificação de pesquisadores da região”, afirmou.
Mark Clark explicou ainda que o seminário é um espaço estratégico. “Esse encontro é uma prática da Rede, realizado semestralmente, para avaliação das atividades e planejamento do que será desenvolvido no próximo quadriênio. A nossa expectativa é ampliar o conceito na Avaliação Quadrienal da Capes, pois esse modelo de doutorado em rede é único no país e tem impacto relevante na formação docente da região norte”, pontuou.
Representando a reitora Guida Aquino, o diretor de pós-graduação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg), Lisandro Juno Soares, destacou o compromisso institucional com os programas em rede. “A Ufac tem se esforçado para estruturar tanto seus programas próprios quanto os consorciados. O Educanorte mostra que é possível, mesmo com limitações orçamentárias, fortalecer a pós-graduação, utilizando estratégias como captação de recursos por emendas parlamentares e parcerias com agências de fomento”, disse.
Lisandro também ressaltou os impactos sociais do programa. “Esses doutores e doutoras retornam às suas comunidades, fortalecem redes de ensino e inspiram novas gerações a seguir na pesquisa. É uma formação que também gera impacto social e econômico.”
A coordenadora regional da Rede Educanorte, professora Ney Cristina Monteiro, da Universidade Federal do Pará (UFPA), lembrou o esforço coletivo na criação do programa e reforçou o protagonismo da região norte. “O PGEDA é hoje o maior programa de pós-graduação da UFPA em número de docentes e discentes. Desde 2020, já formamos mais de 100 doutores. É um orgulho fazer parte dessa rede, que nasceu de uma mobilização conjunta das universidades amazônicas e que precisa ser fortalecida com melhores condições de funcionamento”, afirmou.
Participou também da mesa de abertura o vice-reitor da Ufac, Josimar Batista Ferreira.
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