ACRE
Gukesh e Ding Liren empatam o jogo 4 da final empatada do Campeonato Mundial de Xadrez | Notícias esportivas
PUBLICADO
1 ano atrásem
O adolescente indiano e o atual campeão mundial da China registram o segundo empate na final de 14 jogos em Cingapura.
da Índia Gukesh Dommaraju e rO atual campeão mundial Ding Liren, da China, empatou sua quarta partida da final do Campeonato Mundial de Xadrez com pontuação geral de 2-2 em Cingapura.
O grande mestre indiano de 18 anos empatou a série na quarta-feira depois que seu homólogo chinês venceu a primeira partida e a segunda também empatou. A terceira partida foi decidida por Ding ficando atrasado, o que nenhum dos dois aconteceu de forma significativa no último encontro conservador de sexta-feira.
Na verdade, a partida parecia destinada ao empate, com apenas um breve movimento de agressão de Ding no meio-campo de Gukesh, que acabou dando em nada após uma retirada.
“Tive um dia de descanso para me recuperar da dura derrota. Estou de muito bom humor”, disse Ding aos repórteres. “Nesta rodada tentei jogar pelo seguro. Acontece que tive uma pequena vantagem.
“O placar ainda está equilibrado. Há mais jogos por vir.”
🇮🇳 Gukesh D: Acho que devo dizer que acredito mais na citação de Fischer. Acredito em bons movimentos. Sim, estou apenas tentando fazer bons movimentos.”
Pergunta: Garry Kasparov disse muitas vezes que acredita um pouco em numerologia. Ele nasceu no dia 13 de abril e tinha 13 anos… pic.twitter.com/rVExShfHRK
— Federação Internacional de Xadrez (@FIDE_chess) 29 de novembro de 2024
Ding abriu o jogo com seu cavalo, enquanto Gukesh usou 15 minutos para os primeiros cinco lances de resposta.
“Escolhi essa ideia de abertura tentando surpreender meu adversário. Funcionou bem, não tão mal”, acrescentou Ding.
Gukesh, que é o jogador mais jovem da história a disputar o Campeonato Mundial, também passou mais tempo em uma única jogada, que foi de 20 minutos e 38 segundos.
“No final, tive algumas chances de pressionar melhor, mas com as pretas, isso é tudo que você pode esperar”, disse Gukesh em referência a Ding abrindo o jogo.
🇨🇳 Ding Liren: “Como não consigo ver minhas reações durante o jogo, porque sou eu quem está jogando, não sei se conseguirei manter esse tipo de cara de pôquer se meu oponente cometer alguns erros. Acho que talvez mostrarei algumas expressões se notar alguns erros do meu… pic.twitter.com/xJED2WWXfL
— Federação Internacional de Xadrez (@FIDE_chess) 29 de novembro de 2024
Se ele vencesse, Gukesh ultrapassaria Garry Kasparov como o mais jovem campeão mundial indiscutível de xadrez.
O primeiro jogador a somar 7,5 pontos será declarado vencedor com desempate agendado se os jogadores empatarem em sete pontos após 14 jogos.
A final continua no sábado, com o próximo dia de descanso na segunda-feira. A última partida das 14 está marcada para 12 de dezembro, com o dia seguinte reservado para desempate, se necessário.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR

Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
ACRE
Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
Relacionado
ACRE
Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
Relacionado
ACRE
UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login