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Hacker atua com polícia e impede estupro de jovem em SP
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2 anos atrásem
Essa hacker atuou com a polícia de São Paulo (SP) para impedir o estupro de uma adolescente de 15 anos. Além de evitar o ato, a jovem conseguiu fornecer a localização do suspeito para a polícia.
Vitória Okia, de 24 anos, é estudante de engenharia de software e mora em Araçatuba (SP). Atuando voluntariamente em investigações policiais ligadas a redes sociais, começou a monitorar uma conversa entre o suspeito e a adolescente pelo Discord.
O criminoso, que se identificava na plataforma como “Barbey”, confessou a outros membros que tinha a intenção de estuprar a jovem. O encontro entre os dois teria sido marcado em um shopping, mas com os dados que Vitória forneceu aos policiais, o homem foi preso e a menina está em segurança!
Rastreio da conversa
Vitória tem uma empresa de serviços tecnológicos e decidiu usar o conhecimento para fazer o bem. No caso dessa investigação, ela salvou uma vida!
Aos poucos, ela foi conseguindo rastrear a conversa. “Ele disse nas mensagens que, além de levar uma lâmina para passar no pescoço da vítima, ia estuprar e matar ela”, relatou a jovem.
Com algumas informações, a hacker chegou até os familiares da menina. Em seguida, enviou uma mensagem ao pai da criança. De início, o homem achou se tratar de um golpe, mas logo percebeu que o perigo era real.
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Polícia agradece
Vitória ainda orientou os pais da menina, que foram até a polícia e registraram um boletim de ocorrência.
Agora, o resto era com a polícia, que, com autorização da justiça, foi até a casa do suspeito e prendeu o homem. O criminoso já tinha uma extensa ficha, incluindo outros casos de abuso.
Para o agente policial Geraldo Moreira Gomes Filho, do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), em São Paulo (SP), o trabalho de Vitória foi fundamental.
“No caso do Barbey, recebemos muitas informações e provas que colaboraram para a prisão do investigado. O primeiro contato com a Vitória foi por conta do grande número de vítimas de violência pelas redes sociais e também por meio de uma jornalista que foi até a delegacia e nos apresentou ao hacker. Diante disso, vimos que ela poderia nos ajudar nas investigações”, disse em entrevista ao G1.
“Faço para ajudar”
Vitória é o que chamamos de hacker ético, um profissional que utiliza o conhecimento e ferramentas de tecnologia para evitar crimes.
“Tudo o que eu posso fazer, que está ao meu alcance, eu faço para ajudar. Várias meninas me pedem ajuda com casos parecidos e também sérios”, destacou.
A área de atuação da estudante de engenharia está, principalmente, no Discord.
“Eu atuo voluntariamente em investigações na plataforma Discord, na qual, dentro dos servidores chamados de ‘panelas’, acontecem diversos crimes. Muitas vezes, esses servidores são menores de idade, tanto os agressores quanto às vítimas”, contou.
Além disso, ela também dá palestras gratuitas em escolas da região. O objetivo é conscientizar os jovens e evitar outros tipos de crimes.
Em parte da conversa, o criminoso assumia a intenção de praticar o ato. – Foto: Discord

A hacker de Araçatuba já ajudou a impedir vários crimes cibernéticos. – Foto: Arquivo pessoal
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
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