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Halloween; veja os melhores filmes brasileiros para assistir na festa

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Se você procura sugestões de melhores filmes de terror para assistir no fim de semana do Halloween, esses brasileiros vão te surpreender. Que medo!

Sim, o cinema brasileiro tem várias opções que vão te deixar tremendo debaixo da coberta. O terror nacional mistura folclore, horror psicológico e muita crítica social. Não deixa nada a dever para as produções de Hollywood!

“À Meia-Noite Levarei Sua Alma” é considerado o primeiro filme de terror brasileiro e foi dirigido por José Mojica Marins, falecido em 2020. O longa introduziu ao público o personagem Zé do Caixão e fez um baita sucesso. Confira a lista completa que o Jornal Opção preparou e a gente reproduz abaixo.

Terror no fim de semana!

O terror brasileiro se consolidou ao longo dos anos e traz uma atmosfera única que mistura o fantástico com o realismo do país.

Veja agora 8 opções de filmes brasileiros para assistir no Halloween:

  • À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964): a trama do longa acompanha um coveiro obcecado por um herdeiro. Nessa caminhada, ele mergulha em uma sequência de crimes brutais, temas religiosos e superstição. Imperdível!
  • O Despertar da Besta (1969): O Despertar da Besta também é dirigido por José Mojica Marins e chegou a ser proibido no país. O filme mistura surrealismo com horror e torna a obra única e muito aterrorizante. Vai encarar?
  • As Boas Maneiras (2017): dirigido por Juliana Rojas e Marco Dutra, As Boas Maneiras é uma mistura de terror e drama social. A história apresenta Clara, uma mulher grávida que começa a apresentar comportamentos estranhos durante a gravidez.
  • O Caseiro (2016): Davi é um professor que começa a investigar uma família assombrada pela morte de um antigo caseiro e descobre coisas sinistras. Enquanto lida com os próprios traumas, Davi precisa não se perder nesse mistério.
  • Mar Negro (2013): de Rodrigo Aragão, Mar Negro é um terror daqueles para quem gosta de coisas viscerais, se é que vocês me entendem. O enredo gira em torno de uma substância que começa a contaminar os 7 mares e transformar as pessoas em… Assista para entender!
  • Morto Não Fala (2018): o longa de Dennison Ramalho é um prato cheio para quem adora um terror psicológico. A trama se centra em Stênio, um atendente de necrotério que possui uma habilidade de se comunicar com os mortos.
  • O Animal Cordial (2017): um assalto toma um rumo muito diferente daquilo que os assaltantes haviam planejado. A partir disso, cenas épicas explorando a natureza humana em situações extremas vão te deixar vidrado!
  • A Praga (1980): de Carlos Augusto de Oliveira, A Praga explora o terror e superstições rurais. Um feitiço lançado em uma cidade do interior do país resulta em eventos sinistros e curiosos. Pronto?

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Origem Halloween

A origem do Halloween remonta a uma mistura entre celebrações celtas e cristãs.

Foi no século XIX que a tradição chegou aos EUA trazida por imigrantes irlandeses.

O festival tradicional chamado Samhain é que deu origem a uma das festas icônicas do país.

Durante o Samhain, o povo celta comemora a passagem do verão para o inverno e o período de colheita.

Halloween e Brasil

No Brasil, a festa é conhecida como Dia das Bruxas. O período é marcado por festas com temáticas de vampiros e zumbis.

Em contrapartida a festa norte-americana, alguns grupos brasileiros promovem o Dia do Saci.

A data fica reservada para promover o resgate das tradições folclóricas do país.

Veja o tailer de “À Meia-Noite Levarei Sua Alma”:

“As Boas Maneiras” é um filmaço que você não pode perder!

José Mojica Marins, o 'Zé do Caixão', é um dos maiores nomes do terror brasileiro. - Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo José Mojica Marins, o ‘Zé do Caixão’, é um dos maiores nomes do terror brasileiro. – Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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