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Harris e Trump realizam comícios na última sexta-feira à noite no campo de batalha de Milwaukee | Notícias das Eleições de 2024 nos EUA

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Candidato presidencial democrata Kamala Harris e seu rival, o ex-presidente Donald Trumprealizaram comícios de duelo a apenas alguns quilômetros de distância na cidade de Milwaukee – a conclusão de um dia de eventos que serviu como um dos últimos empurrões para apoio antes das eleições de 5 de novembro.

Milwaukee, a maior cidade do Wisconsiné um território rico em votos para os democratas, mas os republicanos estão concentrados nos subúrbios conservadores circundantes. Trump venceu o estado em 2016, mas perdeu em 2020.

“Sabemos quem é Donald Trump”, disse Harris na noite de sexta-feira. “Este não é alguém que está pensando em como tornar sua vida melhor. É alguém cada vez mais instável, obcecado por vingança. Ele está consumido pela mágoa e o homem busca um poder irrestrito.”

A menos de 16 quilómetros de distância, numa parte diferente da cidade, Trump disse: “A minha resposta a Joe e Kamala é muito simples: não se pode liderar a América se não se ama a América, e não se pode ser o presidente se você odeia o povo americano.”

Os democratas sabem que devem atrair eleitores em Milwaukee, que também abriga a maior população negra do estado. Harris espera replicar e superar a participação de 2020 na cidade, que votou 79% em Biden naquele ano.

A campanha de Harris aqueceu o público jovem com participações dos artistas musicais GloRilla, Flo Milli, MC Lyte, The Isley Brothers e DJ Gemini Gilly.

Também apoiando Harris estava o rapper Cardi B. “Você ouviu o que Donny Trump disse outro dia?” ela disse, referindo-se à promessa de Trump de proteger as mulheres “quer elas gostem ou não”.

“Donny, não”, ela disse. “Por favor.”

Precisa virar a página

A mensagem de Harris, como tem sido cada vez mais transmitida em todos os seus comícios, é que os americanos estão exaustos com a presença negativa de Trump na cena política e que é hora de avançar.

“Temos a oportunidade de finalmente virar a página de uma década em que Donald Trump tentou manter-nos divididos e com medo uns dos outros. Terminamos, estamos exaustos, estamos virando a página”, disse ela.

Harris também enfatizou a necessidade de encontrar um terreno comum e um compromisso na política profundamente dividida do país.

“Ao contrário de Donald Trump, não acredito que as pessoas que discordam de mim sejam o inimigo”, disse ela.

“Ele quer colocá-los na prisão. Vou dar-lhes um lugar à mesa.”

Todo mundo quer um emprego

Trump disse a seus apoiadores que pediu a sua equipe que não especulasse sobre quem poderia trabalhar para ele quando ele vencesse.

“Não quero falar sobre ninguém. Primeiro, quero vencer. Não queremos falar sobre pessoas. Não me fale sobre pessoas. Todo mundo quer um emprego”, disse ele

“Lembre-se disso – houve um momento em que eles disseram: ‘Oh, ninguém quer trabalhar para Trump. Ele é muito difícil’. Deixe-me contar um segredinho: eles morreram para trabalhar para nós. Você sabe por quê? Porque todos eles querem ser um negócio glamoroso. Eles querem estar nesta bela administração.”

Os comícios de Trump assumiram um tom nostálgico na última semana antes da eleição, e sexta-feira não foi exceção.

Num comício à tarde em Warren, Michigan, ele disse aos apoiadores que se sentia “energizado” com a campanha.

“Esta foi a emoção de uma vida inteira para mim, para você e para todos”, disse ele.

Na manhã de sexta-feira, Harris havia deixado Las Vegas e ido para Wisconsin, onde discursou em um sindicato em Janesville, depois realizou um evento em Little Chute, antes de sua terceira parada no bairro de West Allis, em Milwaukee.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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