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Harrison Ford continua trabalhando pelo “contato humano”. Ele poderia ser mais amado? | Harrison Ford
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2 anos atrásem
Stuart Heritage
EUimagine por um momento que você está Harrison Ford no ano de 2024. Você tem 82 anos e é indiscutivelmente uma das últimas estrelas de cinema da velha escola vivas, erguida acima de um exército de atores cujos nomes não levam as pessoas a comprar ingressos. Você é Han Solo. Você é Rick Deckard. Você é Indiana Jones, pelo amor de Deus. Como você navega pela vida com um legado como esse?
Alguns atores neste momento arrancariam a ponte levadiça e descansariam sobre os louros. E quem poderia culpá-los? Eles ganharam seu dinheiro. Eles alcançaram a imortalidade. Qualquer trabalho adicional além disso simplesmente minaria tudo o que eles forjaram. Diga o que quiser sobre Gene Hackman, mas pelo menos ele nunca vai estragar sua reputação saindo da aposentadoria para aparecer, digamos, em Dirty Grandpa.
Mas este não é o caminho que Harrison Ford escolheu. Porque neste momento Harrison Ford está em toda parte. No ano passado ele fez seu quinto filme de Indiana Jones. Esta semana ele repetirá seu papel como terapeuta mal-humorado em Shrinking, da Apple TV. Ele acabou de terminar de filmar a segunda temporada do blockbuster western de 1923, e no próximo ano ele se juntará ao MCU, exercendo dupla função tanto como presidente da América quanto como Hulk literal.
A incansável ética de trabalho de Ford surgiu recentemente durante uma entrevista à Vanity Fair. “O que você ganha atuando hoje em dia?” ele foi questionado. Sua resposta: “Oh cara, eu tiro disso um contato humano essencial”.
Havia mais do que isso – ele continuou dizendo que gosta de trabalhar com pessoas talentosas – mas o ponto crucial parece ser que trabalhar o tira de casa. Sentar e apodrecer é para outras pessoas. Ele é um fazedor.
O resultado disto é que Ford está agora a fazer um trabalho que ultrapassa os limites do seu legado. O mais recente Indiana Jones pode não ter incendiado as bilheterias, mas permitiu que ele contasse uma história sobre o que acontece aos heróis quando eles envelhecem e dão um soco na cara de um bando de nazistas no prólogo digitalmente envelhecido. 1923 o viu testar os limites de sua aspereza de marca registrada em um formato longo. Encolher é a coisa mais charmosa na televisão no momento, em parte graças à disposição de Ford de se libertar. E mesmo que o próximo Capitão América não consiga restaurar o MCU à sua antiga glória, há algo extremamente vertiginoso na ideia de Harrison Ford correndo por aí em um traje mo-cap, desmedido como ele. daquela vez na Comic-Con.
Há agora uma frouxidão na Ford que nem sempre existiu. Por um tempo, sua reputação foi a de um recluso corcunda e mal-humorado que não conseguia encontrar seu lugar. Ele fez filmes de ação como Firewall e Paranóia que pretendiam ser retrocessos, mas acabaram chegando perigosamente perto da tarifa direta para DVD. Nas entrevistas ele se mostrava cauteloso e frágil, e talvez um pouco perdido. Em retrospectiva, esta hesitação parece resultar de um desejo de proteger o seu legado. Observá-lo naquela época era como assistir a um boxeador no 12º round, tentando durar o percurso na vã esperança de conseguir uma vitória por pontos.
Que diferença para hoje. A razão pela qual ele está trabalhando tanto no momento é porque ele parou de segurar as rédeas com tanta força. Se a sua motivação para trabalhar é simplesmente estar perto de pessoas, isso significa que você pode fazer o que quiser. Não importa se você falhou ou não, porque essa não é a razão pela qual você entrou nisso.
após a promoção do boletim informativo
Também está valendo a pena. Especialmente em Shrinking, que é tão caloroso e cativante que você espera que eles nunca parem de fazê-lo, Ford nunca pareceu tão relaxado. Ele sempre foi respeitado, mas agora é amado. E tudo por causa do contato humano básico. Quem sabia?
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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