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Havia bandeiras vermelhas de controle coercitivo – mas Holly Newton era muito jovem para vê-las | Violência contra mulheres e meninas
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2 anos atrásem
Mark Brown North of England correspondent
euOgan MacPhail, então com 16 anos, estava “calmo e sem emoção” quando foi preso após esfaquear repetidamente sua ex-namorada de 15 anos, Holly Newton. Mais tarde, quando lhe disseram que estava sendo acusado de assassinato, ele respondeu simplesmente: “Ela está morta?”
Darren Davies, o detetive encarregado da investigação do assassinato, lembrou que o comportamento arrepiante de MacPhail foi o mesmo durante as entrevistas policiais. “Para alguém da idade dele ter essa falta de emoção parecia estranho.”
Talvez nunca se saiba exatamente o que se passava na mente de MacPhail enquanto ele esfaqueava Holly em frenesi. Mas a razão para isso parece ser assustadoramente mundana. Ele estava em um relacionamento adolescente há 18 meses e quando Holly disse que tudo havia acabado, ele não conseguiu aceitar. Ele estava com ciúmes porque ela poderia ter conhecido outro garoto, então ele a matou.
O Assassinato de Holly Newton levanta questões importantes sobre a violência doméstica entre os jovens, a intensidade dos seus relacionamentos e o crime com faca na adolescência em geral.
Mas para a família de Holly o maior problema foi perder uma garota feliz, popular e aventureira que, segundo eles, faria qualquer coisa por qualquer pessoa.
Holly e seu assassino, agora com 17 anos, se conheceram em cadetes do exército. Mais ou menos um ano depois, eles eram parte de um relacionamento adolescente aparentemente normal.
A mãe de Holly, Micala Trussler, disse que não havia nada fora do comum. Eles pareciam felizes juntos, com Holly ajudando MacPhail com seus problemas de fala e de leitura.
Alguns meses antes de ser morta, ficou evidente que Holly não estava mais feliz e não queria mais estar no relacionamento, disse Trussler.
“Como ela era tão jovem, ela realmente não sabia como sair dessa situação… Com Holly, ela muitas vezes sentia pena das pessoas, e é por isso que ela continuava indo e voltando.”
O tribunal ouviu que MacPhail era obcecado por Holly e sua mãe concorda. “Essa é a única maneira de descrever isso… mas acho que não sabíamos o quão obcecado era até que seu comportamento mudou.”
Trussler disse que MacPhail não queria que Holly saísse e “precisava saber onde ela estava o tempo todo”. Mesmo quando ela estava em casa ele queria saber o que ela estava fazendo. A certa altura, ele mudou todas as senhas de suas contas de mídia social. “Havia muito comportamento controlador acontecendo.”
As bandeiras vermelhas estavam lá, mas Holly era jovem demais para reconhecê-las.
Holly foi assassinada em janeiro de 2023, depois da escola em Hexham, enquanto passeava pelas lojas com amigos.
Ela sabia que MacPhail queria falar com ela, enviando uma mensagem para um amigo: “Aparentemente (MacPhail) vai se encontrar comigo fora da escola. Então ele está basicamente me perseguindo neste momento. Ele vai me seguir até eu falar com ele.”
O júri viu o CCTV de MacPhail seguindo Holly por 45 minutos enquanto ela caminhava por Hexham, esquivando-se se pensasse que havia sido localizado. Eventualmente, ele se aproximou de Holly e ela concordou em falar com ele em um beco.
Ela não tinha ideia de que MacPhail tinha uma faca, que usou para esfaqueá-la repetidamente. Em menos de um minuto, ele infligiu 36 facadas, esfaqueando Holly 12 vezes e cortando-a 19 vezes.
MacPhail disse à polícia que Holly foi “horrível” com ele e “eu deveria me matar, mas foi longe demais”.
Uma parte impressionante do caso foi o tempo que levou para chegar a julgamento. MacPhail é autista e tem baixo QI e dificuldades de aprendizagem, com seus advogados argumentando que ele não estava apto para pleitear ou ser julgado. Isso significou que o julgamento só ocorreu 18 meses após a morte de Holly – um atraso significativo.
A família de Holly diz que ela foi vítima de comportamento controlador, mas era muito jovem para ser classificada como vítima de violência doméstica.
Isso está errado, disse a mãe. “O controle coercitivo está relacionado à violência doméstica e, como Holly tinha 15 anos, não podemos chamá-lo assim. É considerado crime com faca, mas obviamente foi muito mais do que isso. Esta é uma grande parte do caso… é uma grande parte e é definitivamente algo que as pessoas precisam ouvir. Ele definitivamente sentiu que se não pudesse tê-la, então ninguém poderia.”
Assim como pedindo uma mudança na lei de violência domésticaa família tem arrecadado dinheiro para kits de sangramento a serem colocados em cidades de Northumberland para ajudar a salvar vidas de pessoas esfaqueadas.
Davies, um detetive da principal equipe de investigação da polícia de Northumbria, disse sobre MacPhail: “Ele arruinou sua própria vida, mas também arruinou muitas, muitas outras vidas, aparentemente por nenhuma outra razão além de uma garota que não queria sair com ele. mais. É essencialmente a isso que tudo se resume.”
Ele disse que tinha um filho mais ou menos da mesma idade de Holly e que os relacionamentos na adolescência eram diferentes de quando ele tinha essa idade.
“Eles estão muito mais envolvidos na vida um do outro atualmente. Seus relacionamentos são muito mais significativos e intensos. É algo que acho que todos precisam estar atentos. Promover relacionamentos saudáveis e uma postura saudável nos relacionamentos é importante.”
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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