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Homem ganha US$ 1 milhão na loteria, acha que é brincadeira e desliga o telefone
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1 ano atrásem
Ao receber uma ligação anunciando um prêmio de US$ 1 milhão na loteria (mais de R$ 5,7 milhões), esse homem não acreditou. Ele achou que era brincadeira e desligou o celular. Demorou para cair a ficha, só que desta vez não era história de pescador. Ele estava rico mesmo.
O morador da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, deu entrevistas em anonimato aos jornais locais na semana passada e contou como recebeu a notícia boa, durante um telefonema da Loteria Educacional do estado. Desconfiado, o rapaz desligou o telefone, pensando que era pegadinha.
Ao contar a notícia para a esposa, a mulher também duvidou. “Ah, qual é”, disse. Eles só caíram na real quando foram até o Centro de Reivindicações da Loteria e descobriram que era verdade.
Sorte inesperada
O prêmio foi conquistado por meio da promoção “Royal Millions Second-Chance”.
A iniciativa permite aos participantes concorrer com bilhetes de raspadinhas, mesmo que não sejam vencedores nas rodadas normais.
O bilhete do sortudo foi um, entre mais de 1,3 milhão de entradas enviadas.
Segundo a loteria, o sorteio ocorreu em abril, mas o caso foi divulgado agora pelo Upi.
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A retirada do prêmio
Ao chegar no Centro de Reivindicações da Loteria, no centro de Columbia, a vida do casal mudou, literalmente.
Eles tiveram a confirmação de que agora são ricos!
“É inacreditável. É mais dinheiro do que eu já vi na minha vida toda”, disse o homem aos funcionários.
Anonimato garantido
Embora a emoção tenha sido grande, o casal não divulgou o que vai fazer com o dinheiro.
Eles também não tiveram os nomes revelados.
Isso porque a Carolina do Sul é um dos 11 estados norte-americanos que permitem que vencedores da loteria permaneçam anônimos.
Dever ser incrível dormir pobre e acordar rico, não?
O casal, não identificado, está rico e agora pensa o que vai fazer com o dinheiro. – Foto: John Angelillo/UPI
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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