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Homem revitaliza lago poluído; converte infestação de algas em fertilizante orgânico e gera empregos
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Este homem, da Índia, transformou o lago poluído em fonte de vida: Ele transforma algas em fertilizante orgânico, revitaliza a área e ainda gera empregos. – Foto: Maninder Singh
O Lago Dal, cartão-postal da Caxemira, na Índia, ganhou uma nova chance de brilhar depois que este homem limpou o local poluído. E sabe como ele revitaliza a água? Transformando ervas daninhas em fertilizante orgânico. Olha que boa genial.
Maninder Singh é um empreendedor social que decidiu dar um novo destino às algas que antes infestavam o lago. Tudo começou em em 2013, durante uma viagem com a esposa. O que seria apenas uma comemoração entre os dois se tornou um ponto de partida para a grande mudança.
“Trouxemos algumas algas do lago para Delhi e as testei em laboratórios, incluindo o PFT Gurugram: o Laboratório e Testes Shree Ram e Ghaziabad e dois laboratórios na Suécia. Descobri que as ervas daninhas eram ricas em carboidratos e poderiam ser usadas para criar adubo orgânico”, explicou em entrevista ao The Better India.
Trajetória empreendedora
Formado em Direito, Maninder começou a trajetória empreendedora na área de tecnologia.
Mas quando ouviu críticas sobre a falta de saneamento na Índia durante uma viagem internacional, decidiu buscar soluções para os problemas ambientais.
Em 2016, fundou a CleanEffentech, com foco em resíduos e solo degradado.
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Solução para o Lago Dal
Em 2018, Maninder apresentou ao governo da Caxemira uma proposta ousada para despoluir o Lago Dal.
No documento, estava um plano para transformar o excesso de algas do Dal em fertilizante.
Com o apoio oficial da Federação Nacional de Marketing Cooperativo Agrícola (NAFED), ele enfrentou quatro anos de burocracia, até conseguir um terreno para construir a usina.
14 mil toneladas de algas retiradas
Desde o início da operação, em 2022, mais de 14 mil toneladas de algas foram coletadas e convertidas em fertilizante.
Isso evitou a emissão de quase 3 mil toneladas de CO2. Além disso, a água retirada das algas é tratada e devolvida ao solo de forma segura.
O impacto vai além do ambiental. Mais de 2.500 agricultores locais já foram beneficiados com geração de renda e emprego.
“Cada um desses distribuidores traz conhecimento local e dedicação, ajudando-nos a alcançar os agricultores com eficiência e cuidado. Juntos, eles formam a espinha dorsal do nosso crescimento e sucesso na Caxemira”, disse o empreendedor.
Modelo para o futuro
O futuro, segundo Maninder, é promissor para o projeto.
Com o sucesso, ele quer levar a iniciativa para outros estados da Índia.
O sonho dele é que a solução ambiental ajude a preservar outros lagos e paisagens turísticas, ao mesmo tempo que oferece emprego e bem-estar para a população.
Genial!

A ideia de limpar o lago veio depois de uma viagem romântica com a esposa. – Foto: Maninder Singh

O fertilizante produzido é usados por agricultores locais. Assim o homem revitaliza o lago poluído e dá emprego. – Foto: Maninder Singh
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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