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Homem revitaliza lago poluído; converte infestação de algas em fertilizante orgânico e gera empregos

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A nova terapia contra o câncer colorretal, dos EUA, utiliza uma combinação de dois medicamentos e reduziu tumores em 50%.. - Foto: NBC News

Este homem, da Índia, transformou o lago poluído em fonte de vida: Ele transforma algas em fertilizante orgânico, revitaliza a área e ainda gera empregos. – Foto: Maninder Singh

O Lago Dal, cartão-postal da Caxemira, na Índia, ganhou uma nova chance de brilhar depois que este homem limpou o local poluído. E sabe como ele revitaliza a água? Transformando ervas daninhas em fertilizante orgânico. Olha que boa genial.

Maninder Singh é um empreendedor social que decidiu dar um novo destino às algas que antes infestavam o lago. Tudo começou em em 2013, durante uma viagem com a esposa. O que seria apenas uma comemoração entre os dois se tornou um ponto de partida para a grande mudança.

“Trouxemos algumas algas do lago para Delhi e as testei em laboratórios, incluindo o PFT Gurugram: o Laboratório e Testes Shree Ram e Ghaziabad e dois laboratórios na Suécia. Descobri que as ervas daninhas eram ricas em carboidratos e poderiam ser usadas para criar adubo orgânico”, explicou em entrevista ao The Better India.

Trajetória empreendedora

Formado em Direito, Maninder começou a trajetória empreendedora na área de tecnologia.

Mas quando ouviu críticas sobre a falta de saneamento na Índia durante uma viagem internacional, decidiu buscar soluções para os problemas ambientais.

Em 2016, fundou a CleanEffentech, com foco em resíduos e solo degradado.

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Solução para o Lago Dal

Em 2018, Maninder apresentou ao governo da Caxemira uma proposta ousada para despoluir o Lago Dal.

No documento, estava um plano para transformar o excesso de algas do Dal em fertilizante.

Com o apoio oficial da Federação Nacional de Marketing Cooperativo Agrícola (NAFED), ele enfrentou quatro anos de burocracia, até conseguir um terreno para construir a usina.

14 mil toneladas de algas retiradas

Desde o início da operação, em 2022, mais de 14 mil toneladas de algas foram coletadas e convertidas em fertilizante.

Isso evitou a emissão de quase 3 mil toneladas de CO2. Além disso, a água retirada das algas é tratada e devolvida ao solo de forma segura.

O impacto vai além do ambiental. Mais de 2.500 agricultores locais já foram beneficiados com geração de renda e emprego.

“Cada um desses distribuidores traz conhecimento local e dedicação, ajudando-nos a alcançar os agricultores com eficiência e cuidado. Juntos, eles formam a espinha dorsal do nosso crescimento e sucesso na Caxemira”, disse o empreendedor.

Modelo para o futuro

O futuro, segundo Maninder, é promissor para o projeto.

Com o sucesso, ele quer levar a iniciativa para outros estados da Índia.

O sonho dele é que a solução ambiental ajude a preservar outros lagos e paisagens turísticas, ao mesmo tempo que oferece emprego e bem-estar para a população.

Genial!

A ideia de limpar o lago veio depois de uma viagem romântica com a esposa. - Foto: Maninder Singh

A ideia de limpar o lago veio depois de uma viagem romântica com a esposa. – Foto: Maninder Singh

Os fertilizantes produzidos são usados por agricultores locais. - Foto: Maninder Singh

O fertilizante produzido é usados por agricultores locais. Assim o homem revitaliza o lago poluído e dá emprego. – Foto: Maninder Singh



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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